Ago
23
No dia 28 de Agosto, pelas 21h30, o Teatro do Vestido apresenta na Estação de Comboios de Évora a sua nova criação Chegadas, uma co-produção do Festival Escrita na Paisagem.
Chegadas nasce de um processo de trabalho em duas etapas, duas residências artísticas acolhidas pelo Festival Escrita na Paisagem: a primeira teve lugar em Agosto de 2009, em Évora, e a segunda, iniciada no passado dia 16, decorre até dia 29, também em Évora. Chegadas é uma peça de teatro documental, onde a observação se deixa permear pelos observadores. É uma estória sobre uma experiência peculiar – chegar –, contada e re:presentada por actores-nómadas. É também um projecto que aborda de forma muito especial o tema escolhido para a 7ª edição do Festival Escrita na Paisagem – Re:play – , desvendando o quanto há de sendo re:novação nos actos de re:petir e re:fazer. Com efeito, o acto de chegar está inscrito nos nosso corpos e nós actuamo-lo uma e outra vez, mas sempre de um modo diferente. Chegar é sempre-já re:gressar, mesmo que não conheçamos os lugares e as pessoas que os habitam. Estamos sempre a chegar a algum lado, vindos de um lado qualquer. E a cada chegada estamos diferentes. Sobre esta criação, a 14ª de Teatro do Vestido, e a forma como esta se inscreve no trabalho da companhia, Joana Craveiro, encenadora e directora artística, diz: “[e]m
Chegadas recuperamos movimentos e textos que são como que um ensaio geral de actos 2 quotidianos, mil vezes repetidos e vividos, mas que ninguém repara que estão lá. Todos estão demasiado ocupados em vivê-los. Desde há uns anos a esta parte, o Teatro do Vestido tem-se dedicado sistematicamente a uma observação das coisas mínimas do quotidiano com vista a inscrevê-las em objectos performativos que reflictam uma relação íntima com a realidade e transmitam o nosso olhar perplexo (apaixonado?) perante ela. O Teatro do Vestido vem mais uma vez ao Festival, ao Alentejo; esta chegada, bem como o processo criativo desenvolvido e os resultados apresentados pela companhia, serão certamente tão familiares quanto surpreendentes e inesperados.
Agenda
Chegadas
Teatro do Vestido
Encenação Joana Craveiro
Criação, Interpretação, Textos Inês Rosado, Joana Craveiro, Rosinda Costa
Dramaturgia Teatro do Vestido
Instalação Gonçalo Alegria
Assistência de Encenação Lara Portela
Produção Sandra Carneiro
Co-Produção Festival Escrita na Paisagem
Apoios CP, Comboios de Portugal; Sociedade Guilherme Cossoul
Em Évora a apresentação de Chegadas conta com o apoio da REFER.
Residência de criação
15 a 28 de Agosto
Évora
Apresentação
28 de Setembro, 21h30
Estação Ferroviária de Évora
Sobre Teatro do Vestido
Teatro do Vestido (TdV) é um colectivo artístico multidisciplinar, fundado em 2001, e dedicado à criação de peças teatrais e instalações que explorem novos processos criativos, em particular, constituam uma dramaturgia original.
O TdV aposta numa forte relação com o espaço, valorizando-o, ao mesmo tempo que procura estabelecer uma relação de participação com o público. A abordagem estética desenvolvida pelo TdV tem levado a companhia a trabalhar em contextos diversos: nacional e internacional, rural e urbano. Entre 2006 e 2007 o TdV desenvolveu a sua actividade num espaço cedido pelo Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos (Lisboa), onde concebeu e materializou projectos artísticos, leituras encenadas, e projectos pedagógicos. Desde 2007 que a companhia carece de um espaço de trabalho permanente.
O TdV é reconhecido pela originalidade, experimentação e pesquisa que caracterizam os seus projectos, e pela reflexão sobre a contemporaneidade, o que tem sido considerado muito pertinente pelo público e pela crítica. Recentemente a companhia tem-se dedicado a desenvolver projectos pedagógicos (Zonas) através dos quais pretende contribuir para a 3
formação de actores autónomos e responsáveis, bem como de novos públicos, e ainda suscitar uma reflexão constante sobre arte e realidade.
Mais informações
Contactos
Joana Queirós
joana@escritanapaisagem.net
+351 266 704 236
+351 919 306 951
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Jun
28
CENDREV Apresenta novo espectáculo
Está em fase de conclusão uma nova produção do Cendrev que estreia no próximo dia 13 de Julho, às 22 horas, no Largo de S. Mamede, em pleno centro histórico da cidade de Évora. A companhia volta a apostar num espaço de ar livre com o objectivo de contribuir para a animação cultural das noites de verão da cidade e, simultaneamente, tocar franjas de público menos desperto para as actividades artísticas.
O espectáculo, pensado para este tipo de intervenção, é organizado a partir de textos de Ariano Suassuna, Januário de Oliveira (Mestre Ginu) e Gil Vicente.
“SE O MUNDO FOSSE BOM, O DONO MORAVA NELE” é o titulo deste novo espectáculo do Cendrev, titulo que, naturalmente, anuncia muito sobre a temática deste trabalho que se inspira no riquíssimo universo do teatro popular, recorrendo a diversas técnicas teatrais que se fundem com a trama musical que acompanha, ao vivo, todo o espectáculo.
Ariano Suassuna é uma referência incontornável da dramaturgia brasileira e afirma que a sua obra se baseia nos romances e histórias do nordeste. Quanto à forma e ao tratamento, há uma clara tendência para aproximar a sua obra dos autos de Gil Vicente e do teatro espanhol do sec.XVII. Também lhe encontramos algo em comum com a comédia dell’arte, tanto no desenvolvimento da acção como na concepção das personagens. Mestre Ginu foi um exemplo na arte de “brincar” com os bonecos (mamulengos), constituindo-se um desafio que nos transporta para o nosso próprio universo do teatro popular. A experiência desenvolvida na companhia em torno deste género de teatro não terá sido indiferente a este projecto teatral, onde a relação directa com o público e o lugar acontecem. Mestre Gil já foi referido e, como se trata de um espectáculo que também pretende falar do desconcerto do mundo, a sua presença era inevitável para explicar a marcha da sociedade que hoje, tal como ontem, privilegia o material e descura o espiritual.
O espectáculo ficará em cena de terça a sábado às 22 horas até dia 31 Julho e contará, para além do apoio do Ministério da Cultura, através da Direcção Geral das Artes, e da Câmara Municipal de Évora, com o apoio na divulgação da Junta de Freguesia de S. Mamede.
Informação disponibilizada pelo CENDREVArquivado em Agenda, Artes Plásticas, Comunidade, Contos, Cultura, Educação, Eventos, Ficção, Perspectivas, Sugestões, Teatro | Comente
Jun
22
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Mai
6
O espectáculo “O Vento nas Palavras” tem como ponto de partida a necessidade de dar a conhecer aos mais novos a poesia portuguesa de uma maneira agradável e despretensiosa, num discurso teatral dinâmico e aliciante.
As palavras escolhidas são as dos poetas Alexandre O’Neill, Fernando Pessoa, António Feliciano Castilho, Manuel Bandeira, Rui Belo, José Gomes Ferreira entre outros.
Palavras que falam da amizade, do amor, do vento, dos nossos pensamentos e sonhos mais profundos.
Palavras que não nos deixam indiferentes, que vivem ao nosso lado e que apenas temos de ter curiosidade para as descobrir.
O VENTO NAS PALAVRAS
Encenação de Susana Teixeira Interpretação de Ana Rodrigues e Verónica Barata Maiores de 4 anos
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Abr
14
Os Diabo na Cruz são um quinteto criado em 2008 por Jorge Cruz, a quem se juntam Bernardo Barata (voz e baixo), João Gil (teclados), João Pinheiro (bateria) e B Fachada (viola e vozes). Vêm ao Pax Julia apresentar o seu primeiro álbum, Virou!, um disco de rock que vai ao encontro do folclore e da música tradicional portuguesa. Com o selo da editora Flor Caveira, este é um registo original e cheio de ritmo, que obteve grandes elogios da crítica especializada.
Diabo na Cruz é música para dançar ao som de refrões que se colam ao ouvido.
15 de Abril – 22 h l M6 l 3,5 €
Espectáculo integrado na ARTE SUL – ( Programação Cultural em Rede ) – Municípios de Beja, Faro, Portalegre e Setúbal
Co-financiamento : INALENTEJO / QREN / EU
Informação Disponibilizada pela C.M.Beja
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Abr
7
No âmbito do protocolo de intercâ
mbio existente entre o Cendrev e o Teatro dos Aloés, de Lisboa, esta última companhia irá deslocar-se ao Teatro Garcia de Resende, nos dias 9 e 10 de Abril, com o apoio da Câmara Municipal de Évora, para apresentar o espectáculo “O Saguão”, de Spiro Scimone.
“Num saguão cheio de imundices encontramos Peppe, Tano e Alguém. Três homens que já não sabem o que é o tempo mas ainda querem tanto viver.
Com os seus pequenos gestos, com a vontade de se ouvirem, com o prazer de brincarem. Porque naquele pátio interior ninguém lhes pode retirar o prazer de brincar. Naquele saguão ainda podem recordar, ainda podem existir. O pátio interior é o lugar das suas brincadeiras de infância onde tudo é permitido, onde tudo parece possível.”
Este espectáculo, que irá decorrer nos dias 9 e 10 de Abril, às 21h30, no Teatro Garcia de Resende, conta com conta com a encenação de Jorge Silva, cenografia e figurinos de Teresa Varela, na interpretação os actores Daniel Martinho, João de Brito e Luís Barros.
CENDREV
Teatro Garcia de Resende
Prç. Joaquim António de Aguiar
7000-510 Évora
Portugal
Tel: 00351/266703112
Fax: 00351/266741181
site: www.cendrev.com
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Mar
23
O Teatro da Terra estreia, no próximo dia 7 de Abril, a peça “A Maluquinha de Arroios”.
Com encenação de Maria João Luís, a peça conta um elenco alargado de que fazem parte actores como Amélia Videira, André Nunes, Elsa Galvão, Inês Pereira, João Didelet, Luís Esparteiro, Miguel Sopas e a própria encenadora Maria João Luís.
“A Maluqinha de Arroios” estará em cena entre os dias 7 e 18 de Abril no Cine-Teatro de Ponte de Sor, de quarta a sábado às 21horas e aos domingos às 17horas.
Para mais informações deverá contactar o Teatro da Terra.
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Mar
18
O Município de Marvão organiza aque decorrerá nos dias 19, 20 e 21 de Março, na sede do Grupo Desportivo Arenense, em Santo António das Areias. Os espectáculos têm hora marcada para as 21:30h, nos dias 19 e 20, sendo que o último, no dia 21, realizar-se-á pelas16:00h. As entradas serão gratuitas.
O objectivo desta iniciativa passa por promover o Teatro como veículo cultural, dando a conhecer ao público os grupos de teatro amador, bem como aproximar esta arte do público em geral. Outra das finalidades visa incentivar os grupos amadores a prosseguirem o seu trabalho e incentivar e apoiar esta arte dramática.
Na edição deste ano, o Município de Marvão entendeu concentrar a Festival de Teatro em Santo António das Areias, uma vez que é a localidade do Concelho que concentra o maior número de habitantes, possibilitando assim maiores assistências aos espectáculos.
No dia 19, “Cómicas Realidades” é o nome do espectáculo que o Grupo de Teatro de Portalegre vem apresentar a Marvão. São seis pequenas histórias cómicas escritas por João Manuel Bastos e que retratam de uma forma divertida várias facetas do quotidiano, aliás, como o próprio nome indicia. Não são um espelho exacto da realidade, mas a maior parte das diversas personagens interpretadas por Adriano Bailadeira e por Victor Pires reflectem comportamentos ou situações com que o espectador se pode identificar. O único requisito para assistir a este espectáculo é trazer predisposição para se divertir.
No dia 20, a peça a assistir, “Nós numa corda” e interpretada pelo Grupo de Teatro FAZIGUAL de Avis, foi escrita por Miguel Castro Caldas, para o PANOS 2009. O autor diz o seguinte a propósito de NÓS NUMA CORDA: «…lembram-se daquele caso do telemóvel que foi filmado e tudo? … não sabia que os professores tiravam … no meu tempo os professores davam, davam notas, faltas, fotocópias, o livro de ponto ao pessoal auxiliar. Os alunos é que tiravam. Tiravam boas e más notas, tiravam negativas, tiravam coisas uns aos outros. … A escola está sempre cheia de alunos que têm sempre mais ou menos quinze anos. Os alunos estão de passagem e os professores vão ficando. A vê-los passar.
Enfim, cada um puxa a corda para seu lado, ou o telemóvel. Quem é que está de passagem na escola, quem é que dá e quem é que tira, quem é que percorre os corredores? Ou serão os corredores a percorrê-los?»
Finalmente no dia 21, o Festival de Teatro de Marvão encerra a sua 4.ª edição com a peça “Os Preços”, interpretada pelo Grupo de Teatro Amador de Marvão. Corria o ano de 1979 quando o texto – Os Preços – de Jaime Salazar Sampaio foi editado, 30 anos passados o texto mostra a sua actualidade ao contar a história de um homem que acredita que está maluco porque vê os preços a subir.
Maluco porque os preços sobem? Se assim fosse, não seríamos todos nós malucos?
Informação disponibilizada pela C.M. de Marvão
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Mar
18
No próximo sábado, 20 de Março, a Oficina da Courela, uma associação da Azaruja (Évora) que tem como grande objectivo promover a cultura, vai desenvolver a iniciativa “Há Música no Castelo” em Castelo de Vide.
Entre as 14h30 e as 17h45 haverá um Workshop de Dança na Praça D. Pedro V, uma Arruada das principais artérias da vila até ao Castelo e as actuações do Rancho de Nossa Sra. da Alegria de Castelo de Vide e da “No Mazurka Band”, no Castelo.
“Há Música no Castelo” já contemplou outras localidades alentejanas e, depois de Castelo de Vide, passará ainda por Elvas, Evoramonte e Campo Maior.
Programa:
14:30h Workshop de Dança na Praça D. Pedro V
15:50h Arruada com destino ao Castelo
17:00h Actuação do Rancho Folclórico de N. Sra. da Alegria, no Castelo
17:45h Concerto/baile com o grupo “No Mazurka Band”, no Castelo
Informação disponibilizada pela C.M. Castelo de Vide
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Fev
5
Distrito de Évora
Sábado, 6 de Fevereiro
Concerto com Paulo de Carvalho
Auditório Municipal de Reguengos de Monsaraz
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PPTA Jazz visita a música de Charlie Parker, John Coltrane, Miles Davies entre Outros.
Café Concerto no Centro Cultural do Redondo
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“Auto da Barca do Inferno” pelo Grupo de Teatro Casa dos Afectos
Cine-teatro Vianence em Viana do Alentejo
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De 6 a 20 de Fevereiro
Semanas do Porco
Mostra Gastronómica do Concelho de Arraiolos
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Sexta 5 , Sábado 6 e Domingo 7 de Fevereiro
Saldos de Stocks de Inverno 2010
Parque das Feiras e Exposições de Estremoz
Distrito de Beja
Sábado, 6 de Fevereiro
Terras Sem Sombra 2010 – 6º Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo
Mário Franco Ensemble concerto pelas 21h na Basílica Real de Castro Verde
Distrito de Portalegre
De 6 a 20 de Fevereiro
Comidas d’Azeite
Quinzena Gastronómica no Concelho de Marvão
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Sexta-feira, 5 de Fevereiro
Quina das Beatas com Time Machine
Café- Concerto no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre
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Sábado 6 e Domingo 7 de Fevereiro
Teatro de Revista
Isto Agora … Ou vai ou Marcha
Grande Auditório do Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre
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Jan
6
O Cendrev leva a cena no Teatro Garcia de Resende, no próximo dia 7 de Janeiro, a peça “O Fim” de António Patrício.
Adaptada de um clássico da Literatura Dramática portuguesa do Séc. XX publicado em 1909, “O Fim” é uma fábula teatral construída sobre o ambiente conturbado que se vivia um ano após a queda da monarquia em Portugal.
A peça tem encenação de Victor Zambujo e interpretação de Rui Nuno, Jorge Baião, Maria Marrafa, Rosário Gonzaga e Álvaro Corte-Real. “ O Fim” ficará em cena até 31 de Janeiro, de quarta a sábado às 21h30m e domingos às 16h00, no Teatro Garcia de Resende em Évora.
Na sequência da estreia da peça, o CENDREV promove no sábado seguinte, dia 9 de Janeiro pelas 18h30, o Colóquio “O Fim, de António Patrício, 100 anos depois”.
O colóquio pretende ser uma oportunidade para prestar uma informal homenagem ao encenador e pedagogo de teatro Jorge Listopad, que foi o responsável pela descoberta para a cena desta importante obra dramática, tendo dirigido a primeira encenação d’ O FIM em 1971, na Casa da Comédia.
A moderação do Colóquio estará a cargo de Armando Nascimento Rosa, dramaturgo e especialista na obra patriciana, e Rui Pina Coelho, crítico e autor de um estudo historiográfico sobre a Companhia da Casa da Comédia, e contará com a presença do homenageado Jorge Listopad. O painel de convidados conta ainda com outros encenadores que abordaram teatralmente esta peça.
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