FMM2010

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A 7ª edição da Revista Pormenores estará nas bancas no próximo sábado, dia 17 de Julho.

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Estreia do “Colheita” e novo “Garrafeira”

ACB_new_46Um Colheita Tinto 2008, um Colheita Branco 2009 e um Garrafeira Tinto 2006 são as boas novas da gama Montes Claros que agora chegam ao mercado

A Adega Cooperativa de Borba acaba de ampliar e enriquecer a sua gama Montes Claros com a estreia de um novo produto denominado “Colheita” (branco e tinto), que passa a marcar a entrada na gama, reforçando em simultâneo o produto “Garrafeira”, agora com um novo tinto de 2006.

“A crescente importância da marca Montes Claros no canal horeca determinou esta opção de alargarmos a gama com um novo produto que complementasse o Reserva e o Garrafeira já existentes”, explica Manuel Rocha, novo CEO da Adega Cooperativa de Borba, salientando que, com o lançamento dos novos “Colheita” tinto e branco, “torna-se possível alargar, de forma considerável, a base de acesso à mais prestigiada gama de produtos da Adega”.

Para além do Montes Claros Garrafeira Tinto 2006, que surge como legítimo herdeiro do super-premiado Garrafeira 2005 (medalha de ouro no Concurso Mundial de Bruxelas 2009, entre outras distinções), a aposta do momento assenta nos novíssimos Montes Claros Colheita Tinto 2008 e Branco 2009, dois DOC Alentejo que recorrem às melhores parcelas das vinhas dos associados da Cooperativa, devidamente certificadas para a produção de Vinho DOC Alentejo – sub-região de Borba.

“Estamos perante dois vinhos dignos da marca Montes Claros, produzidos com uvas seleccionadas de qualidade e a pensar no gosto de um alargado número de consumidores”, sustenta Óscar Gato, enólogo da Adega Cooperativa de Borba, para quem a gama Montes Claros fica agora mais coerente e mais bem adaptada à procura do nosso mercado.

Montes Claros Colheita: o novo acesso à gama

O Montes Claros Colheita Tinto 2008 é um DOC Alentejo é um vinho que junta uvas das castas Aragonez, Castelão e Alfrocheiro que fermentaram a temperatura controlada de 25 a 28 graus, tendo estagiado, após a fermentação maloláctica, 12 meses em depósitos de inox e três meses em madeira de carvalho antes do engarrafamento, apresentando um teor alcoólico de 13,5%.

Com uma cor granada e um aroma a frutos vermelhos maduros e ligeira especiaria, este tinto apresenta na boca um sabor macio e equilibrado, taninos suaves, frutados e condimentados, revelando-se ideal para acompanhar peixes gordos assados, carnes vermelhas grelhadas e queijos de pasta mole.

O Montes Claros Colheita Branco 2009 resulta das castas Roupeiro, Tamarez e Antão Vaz, tendo as uvas sido objecto de uma maceração pelicular de 12 horas antes da fermentação em cubas de inox com temperatura controlada a 18 graus, com posterior estabilização por frio e filtração. Para defender o carácter frutado e a juventude do vinho, o engarrafamento foi realizado em pleno Inverno.

Este branco, com um teor alcoólico de 13,5%, apresenta uma acentuada limpidez e uma cor citrina de limão maduro, com um aroma intenso a sugerir frutos tropicais e frutos secos. Equilibrado na boca, revela uma evidente sensação de frescura, de juventude, um sabor frutado maduro e um palato persistente.

Estes novíssimos Colheita têm o preço recomendado de €3.50.

Garrafeira 2006: um digno topo de gama

Quanto ao Garrafeira 2006, sucessor legítimo dos estreante Garrafeira 2005,trata-se de um tinto elaborado a partir de uma selecção prévia de vinhas velhas instaladas em solos de xisto, com controlo rigoroso de produção por hectare e recorrendo às castas Trincadeira, Aragonez e Tinta Caiada. A fermentação maloláctica ocorreu em barricas de primeira utilização de carvalho francês, americano e castanho, seguindo-se um estágio de 12 meses nas mesmas barricas a anteceder um estágio final em cave de 30 meses em garrafa.

De cor granada profunda e aspecto límpido, este Garrafeira apresenta um teor alcoólico de 14% e uma boa intensidade aromática, destacando-se as notas de frutos vermelhos em compota, café, chocolate e especiarias. Com taninos silvestres, mas suaves e encorpados, este tinto DOC Alentejo oferece um final muito prolongado, elegante e persistente. Em suma: um digno topo de gama.

Cada uma das 6500 garrafas produzidas tem o preço recomendado de €12.50.

Sobre a Adega de Borba

Fundada em 1955, a Adega de Borba produz anualmente 1 milhão de caixas de 9 litros, sendo um dos dez maiores produtores nacionais do seu sector. Os seus vinhos provêm de 2.200 hectares de vinha situada numa das melhores sub-regiões vitícolas do Alentejo, Borba. Foi distinguida com o estatuto de PME Líder e Excelência em 2009, tendo sido também a primeira empresa do sector em Portugal a obter a certificação ISO 9001:2008 e ISO 22000:2005, com implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar. Entre aas suas Marcas, destacam-se o Adega de Borba DOC, um dos vinhos mais vendidos em Portugal no seu segmento, o icónico Adega de Borba “Rótulo de Cortiça” Reserva, uma Marca com mais de 45 anos que se impôs como uma das referências no Alentejo, o histórico Montes Claros, uma Marca que remonta a 1945 e uma das primeiras a distinguir-se pela sua qualidade singular em Portugal, o  Convento da Vila, que tem sido largamente reconhecido pela sua óptima relação preço/qualidade, e a recente gama de monovarietais sob a denominação de Senses.

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Para mais informações contactar por favor:
Lift Consulting:
Nelson Veiga /Suzana Pereira – 214 666 500
nelson.veiga@lift.com.pt / suzana.pereira@lift.com.pt

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cartaz DIA DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PORTALEGREx

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cartaz

“ECLIPS”, é uma banda composta por 8 elementos, a residir em Portalegre.
É um projecto que foi abraçado em Setembro de 2009 e tem como principal objectivo relembrar a grande banda de Pop-Rock mundialmente conhecida – PINK FLOYD – que durante praticamente três décadas marcou as gerações da altura sendo ainda relembrados nos dias de hoje com enorme satisfação. Perante isto, “ECLIPS”, lançou-se num grande desafio, relembrar os maiores êxitos de sempre como Shine On You Crazy Diamond, Wish You Were Here, Another Brick in The Wall, Comfortably Numb, Time, Money, Eclipse… entre outros.

Apresentam-se amanhã ao público, pelas 22horas nos Claustros do Convento de Santa Clara em Portalegre.

Em parceria com a organização a Revista Pormenores tem quatro bilhetes para oferecer.

Basta ser um dos primeiros a contactar-nos através do geral@pormenores.pt.

Não percam este espectáculo.

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Apresentação da Revista na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide

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fotocmcv274058534b6c40c14ed3dEstaremos no próximo sábado, dia 19  pelas 17 horas, na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide, para falar um pouco do nosso projecto Revista Pormenores e em especial da 6ª edição que se encontra nas bancas.

Será uma excelente oportunidade para trocar ideias com a equipa da Pormenores, conhecer melhor o projecto e os seus objectivos e para nos falar do “seu  Alentejo”.

Poderá também adquirir a 6ª edição da Revista Pormenores ou completar a sua colecção com números que já não estão nas bancas.

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blog da duvida

O Blog da Dúvida

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Mas a cidade não contém o seu passado, ela conta-o como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimões das escadas, cada segmento riscado por arranhões, entalhes, esfoladuras

Italo Calvino, “As Cidades Invisíveis”

Há sinais de abandono evidentes, cafés e lojas sem vida, fachadas a apodrecer, o peso da inércia e da descrença pesando sobre o casario do velho coração da cidade. Os dias invernosos, a chuva, a humidade entranhada acentuam o ar lúgubre da vetusta Rua do Comércio, outrora artéria central da urbe, agora ameaçada por um fenómeno de esclerose mais vasto que vai debilitando toda uma região.

Somos do interior de um território, de um tempo, de um país que jamais se soube organizar como corpo coerente, nem mesmo em tempos de abundância quando à metrópole aportavam o oiro e a pimenta. Confiado na sua dimensão ultramarina e nos proventos das colónias, o Estado descurou qualquer ambição de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo que crescia desproporcionadamente. A explicação oportuna pertence a Rui Ramos, coordenador da novíssima “História de Portugal”. De acordo com o mesmo, “isso criou um poder político centrado em Lisboa, transformada quase em cidade-estado onde tudo se passava, à margem de um interior rural e pobre com que ninguém se preocupava”.

E aqui, nesta cidade encastrada no suave declinar da serra, porto de alegria por inventar, o peso da interioridade assume contornos particulares, de saturação, de enervamento, de falhanço colectivo, gerando uma atmosfera peculiar, com a sua nota de encanto funesto. Trocam-se sorrisos pouco claros, adia-se qualquer gesto de partilha calorosa, foge-se para Espanha, para Castelo Branco, para Lisboa, de modo a escapar à pequena representação, à farsa sem sentido dos dias convencionados e das rotinas replicadas sem alma.

Busca-se o pulsar forte de uma urbe, o gozo descomprometido, as luzes e o estrépito dos centros comerciais, e volta-se com o pequeno remorso de uma traição inconsequente, de um devaneio carecido de ousadia. O quotidiano retomado é apenas vagamente doloroso, repleto de rumores inconsequentes, de conversas banais sobre a actualidade mediática, que são o prenúncio de uma resistência já quebrada, de um retorno tolerante aos lugares de todos os dias.

Assim se vai escrevendo uma história de resignação, de desenvolvimento adiado, amordaçadas as almas por esta ambiência soturna de uma cidade que parece cada vez mais falhar a sua vocação como capital de um distrito, onde outros vão assumindo maior protagonismo.

A cidade sobrevive dificilmente, presa às memórias de um tempo onde a azáfama das fábricas, do pequeno comércio, dos serviços desenhavam um cenário tranquilizador, no qual não faltava, ainda, o bulício dos cafés como O Facha, O Central, O Alentejano e O Tarro (os mais velhos evocarão, porventura, O Plátano, O Alpendre, a inolvidável tasca do Marchão). Perderam-se traços identitários fortes, o Cinema no Crisfal é mera recordação, o Jardim da Corredoura foi impiedosamente trucidado, o Clube de Ténis, a Quinta da Saúde, o Colégio de Santo António jazem num limbo de esquecimento, entre muitos outros espaços que subsistem maltratados e desprezados.

Esta incapacidade para manter vivos e estimar símbolos basilares no plano da vivência colectiva, tem-se revelado como um dos factores mais desgostantes e desmobilizadores para muitos dos que vão teimando em ficar, presos ao apego de uma matriz indiscernível, de um perfume difuso de casas antiquíssimas. Para estes, restará sempre o pulsar nostálgico dos lugares, o alento de memórias percutidas desde o fundo de uma cidade que se debate entre a realidade e a lenda, como uma dessas “cidades invisíveis” descritas por Italo Calvino com minúcia poética.

Dou por mim a caminhar pelas mesmas ruas de sempre, na peugada de alguma coisa perdida ou por acontecer, fiel a uma cidade que é a minha, pelo que dela sei tanto quanto pelo que dela desconheço. Trata-se de uma busca circular, infecunda, pois no fundo os lugares, tanto quanto as pessoas, existem apenas enquanto passado reificado ou futuro em esboço, e o presente é essa ordem adiada a debater-se entre as realidades fantasmáticas da memória e do desejo.

Contra a evidente estratégia de asfixia imposta pelo poder central (veja-se, por exemplo, como o orçamento de estado do presente ano nos reduz à quase insignificância), contra a ineficácia das estratégias locais e os atavismos que nos afundam numa magoada melancolia, Portalegre persiste e vai fitando, recalcitrante, o futuro.

Há novos espaços de cultura, de encontro e de convívio, mas a continuada sangria populacional documentada pelas estatísticas gera inquietação. Há novos agentes de desenvolvimento e novas plataformas de intervenção, mas o centro histórico está a morrer aos poucos e o pequeno comércio é, cada vez mais, uma realidade acossada. Paira alguma incompreensão, quanto a opções que dificultam uma afirmação de valores culturais e históricos próprios. Falta, na mesma medida, um pensamento orientador que ataque as razões de isolamento e permita uma maior visibilidade e atractividade no contexto regional e transfronteiriço em que nos inserimos.

Socorro-me dos versos de Cesariny: “Faz falta por aqui uma grande razão”, uma razão que não seja a soma de pequenos interesses instalados, de egoísmos ressabiados, mas um impulso participado para romper a abulia e o medo de existir que, também por aqui, nos vai tolhendo a vontade.

Esta é, em todo o caso, uma terra para habitar sem fatalismos, na expectativa crua de que é feita a vida em qualquer lugar, tão semelhante afinal é o destino que nos empurra e nos molda. Num arrepio de horas irreais, contemplo-a vezes sem conta em busca de uma cintilação, de um contorno, de uma linha pulsante, e medito as múltiplas ramificações a que dá lugar na imaginação de todos os que a habitaram ou habitam. Tal como um poema é composto de palavras, uma cidade é composta de homens, homens que sonham diferentes cidades dentro da cidade.

Portalegre revelada por uma teoria poética de fractais, um segredo guardado demasiado tempo, um saber rarefeito, isto ou o silêncio acumulado dos muros, o escudo de cal defensiva, memórias presas num dúbio limiar de autenticidade.

Carlos Baptista
Colaborador da Revista Pormenores

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A crítica que se segue não é generalizada, mas está perigosamente perto da maioria, indo esta tomada de posição no sentido de evitar o definitivo avanço de práticas erradas, que, pela sua repetição, começam a ser apropriadas como correctas.

Reconhecendo as limitações que nos são impostas por uma região como a nossa, sejam elas económicas, sociais ou imaginárias, confesso-me incomodado por uma em particular, a dificuldade no acesso à informação.

Podendo isto partir de algum defeito ou egoísmo profissional, e que poderá não ser partilhado por toda a classe a trabalhar no Alentejo, não falo da informação recolhida junto do cidadão alentejano comum, esse que tantas vezes é acusado de estar demasiado estático face a esta modernidade em constante mutação.

Falo das principais fontes de informação existentes numa região como o Alentejo, entidades e instituições com dimensão para o ser, muitas delas ligadas de uma forma ou de outra ao Estado central. Volto a dizer, a crítica não é generalizada.

Mantidas em circuito fechado, parecem manter uma desconfiança vigilante face a tudo o que está rotulado como “imprensa”, acreditando ingenuamente, ou não tão ingenuamente quanto isso, que mantêm o canal aberto através dos seus gabinetes de comunicação e dos seus incontáveis press release.

Sem querer menosprezar a importância deste esforço em “informar” ou dos profissionais envolvidos, ele não encerra a responsabilidade – e obrigação – em dar acesso a aspectos que extrapolem aquilo que mais lhes convém difundir.

Esta abordagem comunicacional, e não informativa, cresce consoante a dimensão da fonte, deixando-se muitas vezes perder numa superficialidade que contamina inevitavelmente os meios de informação jornalísticos, principalmente os regionais.

Com a falta crescente de “notícia”, aliada a um estatuto de parente pobre de uma classe também ela centralizada – muito por culpa própria, diga-se -, este “fechar de torneira” por parte das instituições corrompe seriamente a génese jornalística que ajudou a fundar muitos destes jornais e rádios, empurrando-os cada vez mais para uma latente plasticidade e retirando-lhe credibilidade junto dos leitores.

Mesmo quando existe um esforço real em trabalhar de forma aprofundada temas da região, por meios da região, vêem à tona as agendas eternamente preenchidas, doenças súbitas ou férias intermináveis, esquivando-se desta forma a prestar declarações que, ao que parece, na sua opinião, ou são inconsequentes ou potencialmente comprometedoras.

Talvez se fosse um jornal de Lisboa… Pena é que poucos vão sendo os leitores alentejanos que os vão lendo. Eles, os maiores interessados.

Alcides Parreira
Director da Revista Pormenores
alcidesparreira@pormenores.pt

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O Inverno foi longo, frio e chuvoso. Pareceu-nos uma verdadeira eternidade.

Uns disseram que nunca tinham visto nada assim, outros afirmaram que foi um Inverno à antiga. Apresentam-se estatísticas, que dizem que este foi o Inverno mais chuvoso de sempre, e outros apontam estas súbitas mudanças como a face mais visível das alterações climáticas.

Da nossa parte, sabemos que as barragens se encheram e que os campos estão verdejantes como nunca. A Primavera sorri para nós com um esplendor inesperado. Valeu a pena, no final de contas, ter vivido dias tão cinzentos.

Parece que funciona assim, na natureza, como na vida. Devemos passar por ciclos cinzentos para que possamos compreender em pleno a dádiva das pequenas alegrias.

A Pormenores completa nesta edição um ano de vida. Com menos edições do que esperávamos, com um intervalo na publicação que não estava programado e com muitos dias cinzentos pelo meio.

Mas, por estes lados, o sol começa a brilhar timidamente, e as pequenas vitórias desta equipa fazem tudo valer a pena.

Há mesmo muito tempo que não se via bom tempo.

Parabéns à Pormenores. Aos colaboradores, aos assinantes, aos leitores, aos parceiros, aos curiosos que nos descobrem em todas as edições por esse país fora.

E parabéns a esta equipa. Que se deixou vencer em algumas “batalhas”, mas que não desistiu da “guerra” que considera essencial. Contribuir para a melhoria de qualidade da imprensa no Alentejo e para o desenvolvimento desta região.

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A 6ª edição da Pormenores está recheada, como já é habitual, de histórias deste nosso Alentejo. Difícil é escolher entre tantos temas interessantes e tantas “estórias” que nos entram pela redacção. Ainda mais, quando tantas pessoas de boa vontade se propõem ajudar nas mais variadas áreas. Desde a fotografia à ilustração, passando pela reportagem, é uma pena não termos espaço para publicar todas as propostas de colaboração que nos chegam. Há tanto talento na nossa região.

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No decorrer dos últimos meses, a Pormenores “instalou-se” confortavelmente na Internet.

O advento da tecnologia assim o dita e a Pormenores, para além do indispensável site – www.pormenores.pt-  e do já rotineiro Blog  - www.blog.pormenores.pt-  está assiduamente no facebook e no twitter. Porque todos os dias há pormenores para divulgar e coisas a acontecer e, principalmente, porque precisamos de ouvir o nosso leitor. A Pormenores é também feita por si.

Visite-nos online, troque ideias com a redacção, conte-nos sobre o “seu Alentejo”.

Ângela Mendes
angelamendes@pormenores.pt

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PrintA Rota das Tabernas está de regresso. De 4 de Junho a 3 de Julho, Grândola dá a conhecer os melhores e mais genuínos sabores do Alentejo. Esta rota irá passar por sete Tabernas do Concelho, numa iniciativa que pretende recuperar e revitalizar estes locais de convívio e cultura popular.

“Sopa de catacuzes”, “frango em molho com pimentos assados”, “orelha de coentrada”, “javali de cebolada”, “fritadinha de carne”, “salada de bacalhau assado com chicharos” as tradicionais “migas com carne de porco” ou os famosos “torresmos”, convidam a momentos de degustação que guiam os sentidos por uma viagem aos sabores da melhor cozinha alentejana.

Cada petisco será acompanhado por um “menu cultural” surpresa, que pode incluir poetas populares, cante alentejano, fado e música popular.

Locais privilegiados de encontro, convívio e palco de importantes manifestações de cultura popular, as tabernas foram desaparecendo, levando consigo os hábitos e histórias de uma terra.

Recuperar e revigorar estes “locais de culto”, é o grande objectivo do Município de Grândola, com esta iniciativa, que já vai na 16ª edição.

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opiniao angela

Antes da aventura da Pormenores, colaborei num jornal regional. Iniciei o percurso na mais ingrata das tarefas, a busca de publicidade.

Vi muitas vezes o descrédito e o enfado com que muitas pessoas me recebiam, vi como é difícil encher as páginas de um jornal com anúncios que ninguém quer fazer.

Evolui e passei para a gestão comercial, aí enfrentei outros “monstros”. Da busca infrutífera da publicidade porta-a-porta, junto do pequeno comerciante e das pequenas empresas da região, passei a lidar com organismos públicos, empresas de maior porte que nos ignoram e, principalmente, com agências de meios pouco interessadas nos números que temos para lhes mostrar.

Vi as contas que chegam a toda a hora, a gráfica, a segurança social, a renda das instalações, a luz, a conta astronómica do telefone, a inacessibilidade do porte pago e a falta de coisas tão simples como uma resma de papel. Porque é assim que vivem os jornais regionais – a lutar por se manter à tona de água a cada momento. A lutar contra o IVA das facturas que não lhes foram pagas, e das contas por saldar há meses, às vezes até anos.

Muitas vezes a viver da publicação de editais e outras obrigações públicas, estes órgãos de comunicação asfixiam à espera de um pagamento.

Depois são as vendas que baixam e as assinaturas que por falta de apoio, e em contra senso com a sua função, ficam mais caras ao leitor do que comprar o jornal no quiosque da esquina.

Mas vi também as pessoas que esperavam religiosamente o jornal de manhã junto ao quiosque e reclamavam pelo atraso da chegada, ou as senhoras que telefonavam a reclamar uma falta na página do horóscopo e as polémicas, o fervor que as pessoas da terra discutem aquilo que é seu e lhes toca.

Ninguém espera junto ao quiosque um jornal nacional, com a paixão com que espera as noticias da terra. Disso estou certa.

Portalegre tem sido uma terra profícua em vozes impressas, um jornal bissemanário – o único no país – e dois semanários. Um deles, o centenário Distrito de Portalegre.

Ontem, e após 126 anos de história, saiu para a rua o último número do Distrito de Portalegre.

Reformulado à pouco mais de um ano, a equipa liderada pelo P.e Nuno Folgado, tinha conseguido modernizar o “velhinho” jornal e diferenciá-lo dos moldes de um órgão de comunicação ligado à Igreja trazendo-o para o século XXI.

São os desígnios de uma economia em declínio. Os assinantes que se perdem com os anos e que as novas gerações não substituem, as páginas de publicidade que não chegam à redacção e as vendas em declínio nas bancas não deixam alternativa.

Infelizmente, já não bastam boas ideias, muita vontade e ainda mais trabalho para manter um projecto vivo.

A Revista Pormenores, havia encetado uma colaboração com o Distrito de Portalegre na ultima edição e era nossa intenção reforça-la nos próximos tempos.

Recebemos a notícia do encerramento do jornal com muita apreensão. É um momento triste para a comunicação social regional e  ainda mais triste para o distrito de Portalegre.

É uma voz a menos na nossa comunidade, um decréscimo da nossa liberdade de escolha e na pluralidade de opiniões.

A todos quantos trabalharam para manter o Distrito de Portalegre vivo, o meu obrigado.

Em vez de até sempre, fica um até breve.

126 anos de história não se devem apagar assim.

opiniao angela

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O Centro de Artes de Sines recebe, no dia 30 de Abril, às 22h00, a 1.ª Mostra de Cinema do Alentejo Litoral.

A 1.ª Mostra de Cinema do Alentejo Litoral apresenta seis filmes (cinco curtas e uma longa metragem) de cineastas da região, na sua maioria nunca antes exibidos em salas nacionais. Uma oportunidade a não perder para ver o melhor cinema que se faz aqui.

Os filmes a projectar são:

Documentário
“239″, de Nuno Matos (5′)
“Cinema com Gente Dentro”, de Diogo Vilhena e Rui Pedro Lamy (25′)
“Fogo”, dos Estúdios Fernandes (5′)

Ficção
“Longe de Mim”, de Nuno Matos (90′)
“Quotidiano”, dos Estúdios Fernandes (7’)
“Outros Predadores. Outras Palavras. Mas o Mesmo Céu”, dos Estúdios Fernandes (10′)

Trata-se de uma organização da Câmara Municipal de Sines.

A entrada é livre.

Informação disponibilizada por C.M.Sines
www.centrodeartesdesines.com.pt
Tel. 269 860 080


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d-day-w-logoDia 27 de Abril é o Dia Mundial do Design Gráfico, dia lembrado internacionalmente, desde 1995 para celebrar o aniversário da Icograda, conselho internacional das associações de design gráfico.
Este ano a ESTG associa-se às muitas celebrações espalhadas pelo mundo e comemora o dia 27 com comunicações, workshop’s e uma tertúlia na qual o sentido critico e catalisador do designer vai ser ressaltado.
Durante a manhã podemos contar com Daniel Raposo, Presidente da AND- Associação Nacional de Designers e com um grupo de intervenções denominadas After School. Alunos ESTG vão partilhar os seus caminhos profissionais depois de terem passado pela nossa escola. De tarde Paulo Heitlinger, autor de vários livros relacionado com tipografia, coordenará o workshop – “A minha primeira fonte digital” ao mesmo tempo que na tertúlia os colegas Ana Paula Gaspar e Duarte Silva conversam sobre “O poder do Design”.
As conversas querem-se intermináveis e por isso este dia encerrará com um festa no bar Alibaba.
Um dia a não perder!

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conversas a volta dos livros

Será  Évora uma cidade inspiradora para um escritor? Qual a tradição de restauro de livros e que tipo de livros se restauram em Évora? Como é vivida a edição na cidade? Estas e outras questões irão preencher o encontro “Conversas à Volta dos Livros”, promovido pelo Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.

O encontro, que se realiza no Salão dos Paços do Concelho da Autarquia, entre as 10h30 e as 18h30, tem entrada livre e destina-se a todos quantos se interessam por livros e pelo seu mundo, e pretende, de forma informal, abrir uma caixa de diálogo, entre os especialistas convidados e os participantes, tendo como pano de fundo a cidade de Évora e a sua região.

O programa do encontro segue, no horário indicado, os seguintes temas de debate, animados pelos respectivos oradores convidados: 10h30 – A ilustração, por Maria João Raimundo e António Couvinha (C.M.E.); 11h30 – A conservação, por Patrícia Barradas (Arquivaletras/BPE); 12h30 – O restauro, por Sandrine Barahona (Atelier Barahona); 14h30 – A fotografia, pelos fotógrafos António Carrapato e Paulo Nuno (Évora); 15h30 – A edição, por Manuel Silva Terra, como representante da Editora Licorne, antiga Casa do Sul (Évora); 16h30 – A tradução, por Joana Caspurro (Évora); 17h30 – A escrita, pelos escritores Maria Sarmento, Margarida Morgado e Manuel Silva Terra (Évora).

O Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, como biblioteca especializada do município, considera importante comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, celebrado a 23 de Abril, para assim contribuir para o enriquecimento e difusão da cultura local, nomeadamente através do incremento dos hábitos de leitura e da divulgação do livro.

Informação disponibilizada pela C.M.Évora

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image001O Instituto Politécnico de Portalegre dá continuidade ao Ciclo de Conferências de Senadores, “A República e o Mundo”, no próximo dia 28 de Abril, pelas 18 horas, no auditório dos Serviços Centrais (Praça do Município – Portalegre). O conferencista convidado é o Professor Doutor José Veiga Simão.

O Ciclo de Conferências de Senadores é uma iniciativa do Instituto Politécnico de Portalegre, integrada nas comemorações do centenário da República. O objectivo é proporcionar uma reflexão conjunta sobre o percurso que nos trouxe até ao Portugal de hoje, através da vivência de “senadores”.

A entrada nas conferências é livre e extensível a todos os interessados.

Sobre o conferencista

O Professor Doutor José Veiga Simão nasceu em 1929 na Guarda. Foi em Coimbra e na sua Universidade que em 1951 se licenciou em Ciências Físico-Químicas e que em 1961 foi seu Professor catedrático, após o doutoramento em Física Nuclear que realizou na Universidade de Cambridge em 1957.

Entre 1963 e 1970 foi Reitor da Universidade de Lourenço Marques, em Moçambique.

Mas é fundamentalmente a partir de 1970 que a sua vida profissional ganha outra dimensão, passando, a partir daí, a ser um professor universitário com grandes responsabilidades políticas, responsabilidades que manteve ao longo de três décadas.

De 1970 a 1974 foi Ministro da Educação Nacional, tendo ficado ligado a reformas profundas no sistema educativo português. A “Reforma Veiga Simão”, como ainda hoje é conhecida aquela etapa reformista da educação, assentou, por um lado, em pressupostos de “educação de todos os portugueses” e de “democratização do ensino” e, por outro lado, em projectos concretos de reforma do sistema escolar e de linhas gerais de reforma do ensino superior.

Após o 25 de Abril de 1974, assume, entre outros, os seguintes cargos públicos: é Embaixador de Portugal na ONU (1974-1975), Presidente do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (1978-1983 e 1985-1992), Ministro da Indústria e Energia, após ter sido eleito deputado (1983-1985) e Ministro da Defesa Nacional (1997-1999).

José Veiga Simão, um trajecto de vida ímpar: um aluno extraordinário, um professor universitário brilhante, um cidadão e um político com forte comprometimento social.

Informação disponibilizada pelo Instituto Politécnico de Portalegre

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guia - zambujoNa véspera do 36º aniversário da Revolução dos Cravos o cantor António Zambujo volta a subir ao palco do Teatro Municipal de Beja. Desta vez Zambujo vem presentear-nos com as novas sonoridades do seu terceiro álbum.

“GUIA” é o mais recente projecto do cantor bejense, tendo o seu lançamento ocorrido já este mês de Abril. António Zambujo é o guia nesta sua estrada, que é a do Fado, passa pelo Cante Alentejano,  sempre visitando outras influências musicais. Afinal, o Fado também pode ser contemporâneo.

No espectáculo do dia 24 de Abril serão interpretados originais de compositores e letristas nacionais e brasileiros tais como Vinicius de Moraes, Márcio Faraco, Pierre Aderne Rodrigo Maranhão, Ricardo Cruz, o próprio Zambujo, João Gil, João Monge, Aldina Duarte, José Agualusa, Maria do Rosário Pedreira, Pedro Luís entre outros.

De assinalar que o espectáculo de António Zambujo foi seleccionado entre os 10 Melhores Concertos Internacionais do ano 2009 no Brasil pela Secção de Cultura do Jornal “O Globo”.

Festa popular e actividades desportivas no Parque da Cidade, a 25 de Abril

O Parque da Cidade acolherá a festa programada para o dia 25 de Abril. A programação começa logo de manhã, pelas 9 horas, altura em que está agendada a concentração para a iniciativa “Caminhar pela Liberdade” com dois percursos (de 4 e 8 Kms).

Durante a manhã estão programadas demonstrações de judo, radiomodelismo, karaté, ginástica rítmica e acrobática e kayak-polo. À espera dos mais pequenos estarão os técnicos da Casa do Lago com propostas de actividades que passam pela pintura de rosto, pintura livre e massas para moldar.

Uma tarde popular vai encher de alegria o Parque da Cidade no dia 25. Estão agendadas as actuações do grupo Improvisos ao Sul e de Ruben Baião, a partir das 16 horas. Para as 18 horas está programada a chegada a Beja da Estafeta Nacional – Pobreza e Exclusão: Eu Passo!

Ainda integrada nas comemorações do 25 de Abril destacamos a exposição “Um olhar sobre o 25 de Abril”, patente ao público na Casa da Cultura de Beja, entre os dias 19 e 30 de Abril. Esta retrospectiva de época é organizada pela Universidade Sénior de Beja.

Por outro lado, no Centro Social do Lidador decorrerá, no dia 24, mais uma edição do projecto “O Cante das Mulheres”. A partir das 15 horas está programa a actuação do Grupo Coral Feminino “Rosas de Abril”.

Gabinete de Informação e Relações Públicas

Câmara Municipal de Beja

Beja celebra 25 de Abril ao som de “GUIA”

Na véspera do 36º aniversário da Revolução dos Cravos o cantor António Zambujo volta a subir ao palco do Teatro Municipal de Beja. Desta vez Zambujo vem presentear-nos com as novas sonoridades do seu terceiro álbum.

“GUIA” é o mais recente projecto do cantor bejense, tendo o seu lançamento ocorrido já este mês de Abril. António Zambujo é o guia nesta sua estrada, que é a do Fado, passa pelo Cante Alentejano,  sempre visitando outras influências musicais. Afinal, o Fado também pode ser contemporâneo.

No espectáculo do dia 24 de Abril serão interpretados originais de compositores e letristas nacionais e brasileiros tais como Vinicius de Moraes, Márcio Faraco, Pierre Aderne Rodrigo Maranhão, Ricardo Cruz, o próprio Zambujo, João Gil, João Monge, Aldina Duarte, José Agualusa, Maria do Rosário Pedreira, Pedro Luís entre outros.

De assinalar que o espectáculo de António Zambujo foi seleccionado entre os 10 Melhores Concertos Internacionais do ano 2009 no Brasil pela Secção de Cultura do Jornal “O Globo”.

Festa popular e actividades desportivas no Parque da Cidade, a 25 de Abril

O Parque da Cidade acolherá a festa programada para o dia 25 de Abril. A programação começa logo de manhã, pelas 9 horas, altura em que está agendada a concentração para a iniciativa “Caminhar pela Liberdade” com dois percursos (de 4 e 8 Kms).

Durante a manhã estão programadas demonstrações de judo, radiomodelismo, karaté, ginástica rítmica e acrobática e kayak-polo. À espera dos mais pequenos estarão os técnicos da Casa do Lago com propostas de actividades que passam pela pintura de rosto, pintura livre e massas para moldar.

Uma tarde popular vai encher de alegria o Parque da Cidade no dia 25. Estão agendadas as actuações do grupo Improvisos ao Sul e de Ruben Baião, a partir das 16 horas. Para as 18 horas está programada a chegada a Beja da Estafeta Nacional – Pobreza e Exclusão: Eu Passo!

Ainda integrada nas comemorações do 25 de Abril destacamos a exposição “Um olhar sobre o 25 de Abril”, patente ao público na Casa da Cultura de Beja, entre os dias 19 e 30 de Abril. Esta retrospectiva de época é organizada pela Universidade Sénior de Beja.

Por outro lado, no Centro Social do Lidador decorrerá, no dia 24, mais uma edição do projecto “O Cante das Mulheres”. A partir das 15 horas está programa a actuação do Grupo Coral Feminino “Rosas de Abril”.

Gabinete de Informação e Relações Públicas

Câmara Municipal de Beja

Para mais informações contactar, por favor:

Presidente CMB – Jorge Pulido Valente – Tlm: 96 834 26 50

ou Vereador Miguel Góis – Tlm: 96 582 32 88

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Assinaturas Abril 10 blog

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É já esta quinta-feira que Portalegre recebe a 1ª edição de ArtFest – Feira Sócio-Cultural Alternativa. O evento vai decorrer de 15 a 17 de Abril na Casa do Benfica (antigo Desportivo), em Portalegre, aberto a todas as faixas etárias.

Esta iniciativa, aberta a todas as faixas etárias, parte de um grupo de jovens portalegrenses que acha que a cidade está a ficar adormecida e, dizem, “a precisar de uma revolta de cultura”.

O objectivo passa por expor as qualidades da juventude natural ou residente na cidade, com actividades tão variadas como fotografia, pintura, artesanato, vestuário, artes plásticas, recitais de poesia, pinturas faciais, break dance, entre outras, e com a produção de workshops de teatro, marionetas, dança criativa, aprendizagem de alguns instrumentos musicais e música ao vivo com algumas bandas de rock, projectos de musica alternativa de electrónica, ambient/dub/down-tempo e rap/hip-hop.

“Há que reavivar Portalegre e a nossa juventude, e penso que esta iniciativa seria uma boa aposta para que isso aconteça. Há que dar a conhecer o que muitos dos nossos jovens fazem por cá e para cá.”, disse Telma Raínho da organização, referindo ainda que esta é também uma forma de “proporcionar a todas as pessoas das diversas faixas etárias esta alternativa cultural para combater a monotonia neste tempo de crise que por cá anda.“

Programa

As portas abrem dia 15 às 18h00 e nos dias 16 e 17, às 14:30.

A entrada tem um preço de 1€ diário.

Para mais informações contactar Telma Raínho: 934837664 / 968096770

Informação Disponibilizada por 2Land

Com o Apoio da Revista Pormenores

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Diabo na Cruz__cred_VeraMarmelo 4Os Diabo na Cruz são um quinteto criado em 2008 por Jorge Cruz, a quem se juntam Bernardo Barata (voz e baixo), João Gil (teclados), João Pinheiro (bateria) e B Fachada (viola e vozes). Vêm ao Pax Julia apresentar o seu primeiro álbum, Virou!, um disco de rock que vai ao encontro do folclore e da música tradicional portuguesa. Com o selo da editora Flor Caveira, este é um registo original e cheio de ritmo, que obteve grandes elogios da crítica especializada.
Diabo na Cruz é música para dançar ao som de refrões que se colam ao ouvido.

15 de Abril – 22 h l M6 l 3,5 €

Espectáculo integrado na ARTE SUL – ( Programação Cultural em Rede ) – Municípios de Beja, Faro, Portalegre e Setúbal

Co-financiamento : INALENTEJO / QREN / EU

Informação Disponibilizada pela C.M.Beja

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henrique raposo
Na sua crónica do Expresso desta semana – a que deu o nome “O meu Alentejo” – Henrique Raposo declara que sentiu um daqueles “balázios metafísicos” ao folhear a Pormenores.

Embora seja apenas uma breve referência, estar entre os filmes de Michael Mann, Robert de Niro e Al Pacino, e entre  frases como “É no Alentejo que me sinto em casa” e “É através do Alentejo que posso respeitar Portugal”, é motivo de orgulho para a equipa da Pormenores ter ajudado o cronista a encontrar a sua “terra”.

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O Município de Serpa associa-se ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios no dia 18 de Abril, que este ano tem como tema o património associado à actividade agrícola, com visitas guiadas: uma visita “mirada” pela paisagem histórica desde o Alto de S. Gens e uma “viagem” pelo trabalho agrícola no Museu Etnográfico de Serpa (vem programação adiante).

A actividade agrícola testemunha há  milénios a evolução das sociedades humanas, seus ambientes naturais, culturas e paisagens, e tem conduzido à transformação gradual de espaços naturais e áreas selvagens através da aplicação de conhecimentos tradicionais e científicos.

Desta actividade resulta um conjunto de testemunhos que constituem um importante e valioso património que importa conhecer e salvaguardar e cuja sustentabilidade urge garantir. Deste universo patrimonial constam elementos tão diversos quanto paisagens cultivadas ou transformadas, acervos museográficos de alfaias agrícolas, produção científica e tecnológica, arquitectura vernacular, saberes e sabores, usos e costumes.

Programação de dia 18 de Abril

11h00  Visita “mirada” desde o Alto de S. Gens/Ermida de Nossa senhora de Guadalupe

Objectivo: interpretação do território desde o ponto de observação privilegiado do Altinho/Alto de S. Gens, a partir do qual se conversará sobre a paisagem antiga e sobre as formas de exploração agrícola ao longo dos tempos.

Inscrições/informações: Gabinete do Património Arquitectónico e Arqueológico (telef. 284 540 270)

15h00 Visita guiada ao Museu Etnográfico de Serpa

Objectivo: explicação sobre a exploração agrícola em época contemporânea partindo dos objectos utilizados, conjugada com a partilha de experiências de pessoas ligadas ao trabalho do campo.

Inscrições/informações: Museu Etnográfico de Serpa (telef. 284 540 120)

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Noite de Liberdade: Baile Popular + Chefes da EstaSom + Fogo-de-artifício
Av. Vasco da Gama. A partir das 22h00. Org. CM Sines


A Noite da Liberdade 2010 tem início com o ensemble Chefes da EstaSom, constituído por professores da Escola das Artes de Sines, que apresenta um espectáculo com base no repertório de Abril em formato de banda rock. Segue-se Baile Popular, o novo projecto de João Gil. A música alentejana, mas também músicas rurais de outras paragens do mundo, preferencialmente festivas, são o ponto de partida. O concerto de Sines será um dos primeiros espectáculos ao vivo do que se espera ser um projecto de vida longa, com canções onde se alia a música de João Gil, as letras de João Monge, e a interpretação de um grupo de grandes músicos portugueses de diversas origens: João Gil (voz e guitarras), Paulo Ribeiro (voz), os músicos dos Adiafa José Emídio (voz e campaniça), Luís Espinho (voz) e João Paulo (voz e percussões) e três instrumentistas da elite do jazz nacional, Mário Delgado (guitarras), Alexandre Frazão (bateria) e Miguel Amado (contrabaixo). À meia-noite explode o fogo-de-artifício.

Programa completo

informação disponibilizada pela C.M.Sines

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A Câmara Municipal de Portalegre realiza de 23 a 25 de Abril, no Convento de Santa Clara, a X Edição da Feira de Doçaria Conventual de Portalegre.

Ao longo de 3 dias vão estar, em Portalegre, doceiros de todo o país e estrangeiro com os melhores doces conventuais, baseados em receitas ancestrais  e doces e licores provenientes de conventos espanhóis, franceses, alemães e italianos.

Leite Serafim, Manjar Branco, Lampreia de Amêndoa e Ovos, Barrigas de Freira, Fartes e Queijinhos do Céu são alguns dos doces conventuais que prometem adoçar a boca aos muitos visitantes que irão passar por este certame. A Feira de Doçaria Conventual de Portalegre constitui um marco entre as diversas Feiras de Doçaria Conventual – quer pelo papel de relevo que Portalegre assume na origem histórica e geográfica de importantes doces conventuais, quer pelo facto de já ter sido solicitada a protecção deste nome como Indicação Geográfica.

A X Feira da Doçaria Conventual de Portalegre será inaugurada dia 23 de Abril pelas 18h e durante a cerimónia de inauguração e recepção aos visitantes, a Qualifica (Associação Nacional de Municípios e de Produtores para a Valorização e Qualificação dos Produtos Tradicionais Portugueses) irá dar a conhecer numa Prova de Produtos Tradicionais Portugueses, outros produtos de Portalegre, como enchidos, queijos, panificação e vinhos, contando com a colaboração da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e dos seus alunos.

Até 25 de Abril, o Convento de Santa Clara será palco não só de uma mostra impressionante de doces conventuais, um salão de chá, livraria, como de diversas actividades e momentos de animação:

  • Laboratórios de Gosto onde se provam e se conhecem os doces Conventuais. Organizados pela Qualifica (Associação Nacional de Municípios e de Produtores para a Valorização e Qualificação dos Produtos Tradicionais Portugueses) e mediante inscrição, os Laboratórios do Gosto, permitem aos visitantes deste certame serem conduzidos na prova de pequenas quantidades dos doces expostos, sendo-lhes explicados os ingredientes, o modo de preparação diferenciado e a origem geográfica e história associadas a cada doce.
  • Doces Criações Gastronómicas apresentadas em cozinha ao vivo pelas Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e pela Universidade Laboral de Cáceres. “Doces Criações” pressupõe a criação de pequenos doces recorrendo a varias técnicas de pastelaria que os visitantes poderão executar em suas casas. (serão distribuídas fichas técnicas das receitas)
  • “Atelier de Pastelaria – Mãos à Obra” pela Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e pela Universidade Laboral de Cáceres. Nesta actividade serão criados doces com participação efectiva dos visitantes. Serão também trabalhados aspectos relacionados com empratamento e decoração de doces.
  • Concurso de Doçaria “O Melhor Doce Conventual”  presidido pela Confraria Gastronómica do Norte Alentejano com a participação da Eng. Ana Soeiro e da Eng. Antonieta Quinta Queimada em representação da Qualifica, do Chef José Júlio Vintém e Chef Luis de Matos como Júris e,  alunos de cozinha e alunos de restaurante da EHTP, dando apoio ao serviço dos doces aos elementos do Júri.
  • Atelier infantil “Mãos na Massa”, com a presença do Chef Chakall e coordenado pelo Serviço Educativo do Museu da Tapeçaria de Portalegre Guy Fino,  este atelier pretende sensibilizar as crianças dos 4 aos 10 anos para o património cultural e gastronómico promovendo o conhecimento sobre os doces conventuais no espaço e ambiente do Convento de Santa Clara. Aprendendo a fazer “Bolachinhas do Convento”, as crianças exploram o mundo dos sentidos: ouvem os sons, mexem na farinha, vêem as cores e formas, cheiram e provam os seus doces.
  • Apresentação do Livro Doçaria Conventual para Mentes Pecaminosas com Manuel Gonçalves da Silva numa conversa animada entre doces e pecados.
  • Exposição de peças relacionadas com o mundo da Doçaria que pretende dar a conhecer ao público o património museológico de algumas estruturas culturais da cidade – Museu Municipal e Casa-Museu José Régio, complementadas por peças de colecções particulares com link urbano para a Exposição “José Régio em Portalegre” no Castelo de Portalegre
  • Momentos musicais Com o Coro Infantil dos Assentos e Banda Euterpe, entre outros.
  • Animação Cultural no âmbito da parceria com o Triurbir  a cargo das cidades de Cáceres, Plasencia e Castelo Branco

O horário de funcionamento da X feira de Doçaria Conventual de Portalegre é das 11h00 às 22h nos dias 23 e 24 de Abril e das 11h00 às 20h no dia 25 de Abril. O preço de entrada na feira é de 1€ e reverte a favor da Liga Portuguesa contra o Cancro e a favor da CerciPortalegre.

Acerca do Convento de Santa Clara

O Convento de Santa Clara foi fundado pela Rainha D. Leonor Teles em 1376, no local onde o Rei D. Fernando possuía um palácio.

Ao longo do tempo foi sucessivamente reconstruído e acrescentado.

Nos séculos XV e XVI foram alterados os claustros e outras dependências tendo sofrido ainda várias modificações no século XVIII.

Do antigo convento do Século XIV, existe parte do claustro térreo, com dois tramos formados por arcos ogivais.

No centro do claustro existe uma fonte triangular em mármore do período tardo – barroco. Outro pormenor digno de nota é uma fonte de mergulho, situada junto à entrada do Claustro. A torre de alvenaria e janelas de adufas que encimam a Igreja são pormenores interessantes que embelezam este conjunto.

As clarissas dedicavam-se à confecção de iguarias que tornaram Portalegre famosa pelos seus doces conventuais, como a lampreia de ovos, o toucinho-do-céu, os mimos, o manjar branco, os pastéis de Santa Clara, o Queijo Dourado, os fartes o presunto doce, o leite serafim e as miniaturas de amêndoa.

Informação disponibilizada pela C.M. de Portalegre

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_uploads_1137-cartaz-matanc¦ºa-porcoCâmara Municipal de Marvão

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Layout 1O Bibliocafé Intensidez, em Évora, recebe no próximo dia 15 de Abril, pelas 21h30, a Tertulia ” As Mulheres na República”.

Inserida nas Comemorações do Centenário da República, a  Tertúlia conta com a moderação da Professora Doutora Zília Osório de Castro e com a participação da Doutora Isabel Lousada, Dr.ª Natividade Monteiro, Dr. João Esteves, Professora Doutora Fernanda Henriques e Professora Doutora Maria Lúcia Brito de Moura.

Mais informações:

Centenário republica

Intensidez Bibliocafé

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No âmbito do protocolo de intercâimage001mbio existente entre o Cendrev e o Teatro dos Aloés, de Lisboa, esta última companhia irá deslocar-se ao Teatro Garcia de Resende, nos dias 9 e 10 de Abril, com o apoio da Câmara Municipal de Évora, para apresentar o espectáculo “O Saguão”, de Spiro Scimone.

“Num saguão cheio de imundices encontramos Peppe, Tano e Alguém. Três homens que já não sabem o que é o tempo mas ainda querem tanto viver.

Com os seus pequenos gestos, com a vontade de se ouvirem, com o prazer de brincarem. Porque naquele pátio interior ninguém lhes pode retirar o prazer de brincar. Naquele saguão ainda podem recordar, ainda podem existir. O pátio interior é o lugar das suas brincadeiras de infância onde tudo é permitido, onde tudo parece possível.”

Este espectáculo, que irá decorrer nos dias 9 e 10 de Abril, às 21h30, no Teatro Garcia de Resende, conta com conta com a encenação de Jorge Silva, cenografia e figurinos de Teresa Varela, na interpretação os actores Daniel Martinho, João de Brito e Luís Barros.

CENDREV

Teatro Garcia de Resende

Prç. Joaquim António de Aguiar

7000-510 Évora

Portugal

Tel: 00351/266703112

Fax: 00351/266741181

site: www.cendrev.com

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p10final

Portugal é a mais antiga nação da Europa e foi conhecido antigamente pelo nome de Lusitânia.

Tendo como referência a história de Portugal, a UNITED PHOTO PRESS lança o concurso internacional de 20 mil euros em prémios PORTUGAL 2010.

O concurso internacional PORTUGAL 2010 é aberto a todos os profissionais e amadores, nacionais e estrangeiros.
Integra fotografia, video por telémovel, escrita criativa e pintura interligando as 4 áreas e várias categorias nos trabalhos apresentados.

Surge desta forma a fusão de vários temas em fotografia, video, escrita criativa e pintura que passam pela construção de uma contracultura na arte Portuguesa; não exactamente no sentido radical de ruptura com a realidade social mas num sentido em que, precisamente, a partir dessa realidade mixada nas áreas, supostamente indiferente e perversamente domesticada, se afirma o olhar irónico, crítico ou redentor dos autores através dos temas a concurso do PORTUGAL 2010, que tem como sub-tema Portugal no Mundo, alargando infinitamente a realização e produção dos trabalhos no exterior.

Os trabalhos seleccionados serão apresentados em exposições nacionais e internacionais, finalizando o concurso com o livro PORTUGAL 2010.

Ler o Regulamento aqui.

Por cada inscrição será doado €1 ao FREE TIBET Portugal

O concurso tem apoio da Revista Pormenores.

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clube das republicas mortas

O Clube das Republicas Mortas – “Pormenores”

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Chegamos esta semana à marca do 1200 fãs na nossa página do Facebook.


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Em termos de género, os nossos fãs estão equitativamente divididos!

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Com os crescimento do número de conteúdos produzidos pela redacção, o número de visualizações também registou um aumento significativo.

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Cada vez mais os nossos fãs participam e dão a sua opinião sobre os assuntos que são divulgados no facebook da Pormenores.


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A equipa da Pormenores deseja a todos uma Boa Páscoa .

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A revista Ler do mês de Março, que fala maioritariamente de gastronomia e da inerente sociabilidade da mesa, faz nesta edição uma importante referência ao livro Alentejanando- Estórias e Sabores, da autoria de Joaquim Pulga, com prefácio José Carlos Albino.

Joaquim Pulga é nosso colaborador e tem-nos presenteado com deliciosas receitas na secção de gastronomia da Pormenores.

Apesar de na ultima edição esta secção não ter sido publicada, está prometido o regresso na 6ª edição da Pormenores, já no próximo mês de Abril.


ler de março


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quinta do barrieiro

A Quinta do Barrieiro foi distinguida, durante o 1º Congresso de Turismo do Alentejo, com o prémio Qualificação da Oferta. Receberam ainda menções honrosas nesta categoria o  Hotel Mar d’Ar e o Évora Hotel.

A Quinta do Barrieiro, um espaço de turismo rural no concelho de Marvão, é um dos parceiros da Revista Pormenores, pelo que o prémio que agora recebeu, deixa também toda a nossa equipa bastante feliz.

Sendo parceira da Pormenores num esforço continuo de melhorar a imagem e a oferta de qualidade da nossa região, a Quinta do Barrieiro oferece um exemplar da Pormenores a todos os seus visitantes.

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A Revista Pormenores associa-se à UNITED PHOTO PRESS* no lançamento do concurso Internacional de Fotografia, Vídeo, Escrita criativa e Pintura.
O regulamento do concurso sairá a 2 de Abril e vamos falar dele por aqui.
FLYERP10 - Contactos
*ONG internacional privada sem fins lucrativos, recruta voluntários para potenciar actividades na área da comunicação social, desenvolve projectos promovendo as boas práticas éticas, culturais e ambientais, em áreas tão vastas como a fotografia e o fotojornalismo, promovendo publicações literárias e acções comunitárias nacionais e internacionais. www.unitedphotopress.com.

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O Bibliocafé Intensidez recebeu-nos este sábado para uma pequena apresentação da 5ª edição da Pormenores.

O espaço é sóbrio e acolhedor e encheu-se por completo numa noite de sábado bastante agradável.

Foi uma conversa bastante informal onde se trocaram algumas ideias sobre a imprensa regional e se esclareceram pontos essenciais sobre o Projecto Revista Pormenores.

Agradecemos a presença do público e, principalmente, a forma calorosa com que fomos recebidos pela Ana e pelo David, numa livraria diferente cujo espaço de refeições a equipa da Pormenores recomenda vivamente!*

* O bolo de chocolate com gelado é absolutamente divinal.

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jornais& revistas

A capa da Pormenores passou a estar presente no site Jornais & Revistas na secção cultura e Lazer.

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top

O vinho Monte da Penha merece hoje destaque no jornal Oje.

Para ler  aqui Monte da Penha

Ou aqui Jornal Oje

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promoção dia do pai

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A equipa da Pormenores vai estar por Évora no próximo sábado para falar sobre a 5ª edição da Pormenores e dar a conhecer o projecto ao público. Será uma pequena apresentação no bibliocafé Intensidez, pelas 22h.

Se estiverem por perto passem por lá!

intensidez

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4ª-edição-do-Festival-de-Teatro-de-Marvão

O Município de Marvão organiza aque decorrerá nos dias 19, 20 e 21 de Março, na sede do Grupo Desportivo Arenense, em Santo António das Areias. Os espectáculos têm hora marcada para as 21:30h, nos dias 19 e 20, sendo que o último, no dia 21, realizar-se-á pelas16:00h. As entradas serão gratuitas.

O objectivo desta iniciativa passa por promover o Teatro como veículo cultural, dando a conhecer ao público os grupos de teatro amador, bem como aproximar esta arte do público em geral. Outra das finalidades visa incentivar os grupos amadores a prosseguirem o seu trabalho e incentivar e apoiar esta arte dramática.

Na edição deste ano, o Município de Marvão entendeu concentrar a Festival de Teatro em Santo António das Areias, uma vez que é a localidade do Concelho que concentra o maior número de habitantes, possibilitando assim maiores assistências aos espectáculos.

No dia 19, “Cómicas Realidades” é o nome do espectáculo que o Grupo de Teatro de Portalegre vem apresentar a Marvão. São seis pequenas histórias cómicas escritas por João Manuel Bastos e que retratam de uma forma divertida várias facetas do quotidiano, aliás, como o próprio nome indicia. Não são um espelho exacto da realidade, mas a maior parte das diversas personagens interpretadas por Adriano Bailadeira e por Victor Pires reflectem comportamentos ou situações com que o espectador se pode identificar. O único requisito para assistir a este espectáculo é trazer predisposição para se divertir.

No dia 20, a peça a assistir, “Nós numa corda” e interpretada pelo Grupo de Teatro FAZIGUAL de Avis, foi escrita por Miguel Castro Caldas, para o PANOS 2009. O autor diz o seguinte a propósito de NÓS NUMA CORDA: «…lembram-se daquele caso do telemóvel que foi filmado e tudo? … não sabia que os professores tiravam … no meu tempo os professores davam, davam notas, faltas, fotocópias, o livro de ponto ao pessoal auxiliar. Os alunos é que tiravam. Tiravam boas e más notas, tiravam negativas, tiravam coisas uns aos outros. … A escola está sempre cheia de alunos que têm sempre mais ou menos quinze anos. Os alunos estão de passagem e os professores vão ficando. A vê-los passar.

Enfim, cada um puxa a corda para seu lado, ou o telemóvel. Quem é que está de passagem na escola, quem é que dá e quem é que tira, quem é que percorre os corredores? Ou serão os corredores a percorrê-los?»

Finalmente no dia 21, o Festival de Teatro de Marvão encerra a sua 4.ª edição com a peça “Os Preços”, interpretada pelo Grupo de Teatro Amador de Marvão. Corria o ano de 1979 quando o texto – Os Preços – de Jaime Salazar Sampaio foi editado, 30 anos passados o texto mostra a sua actualidade ao contar a história de um homem que acredita que está maluco porque vê os preços a subir.

Maluco porque os preços sobem? Se assim fosse, não seríamos todos nós malucos?

Informação disponibilizada pela C.M. de Marvão

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No próximo sábado, 20 de Março, a Oficina da Courela, uma associação da Azaruja (Évora) que tem como grande objectivo promover a cultura, vai desenvolver a iniciativa “Há Música no Castelo” em Castelo de Vide.

Entre as 14h30 e as 17h45 haverá um Workshop de Dança na Praça D. Pedro V, uma Arruada das principais artérias da vila até ao Castelo e as actuações do Rancho de Nossa Sra. da Alegria de Castelo de Vide e da “No Mazurka Band”,  no Castelo.

“Há Música no Castelo” já contemplou outras localidades alentejanas e, depois de Castelo de Vide, passará ainda por Elvas, Evoramonte e Campo Maior.

Programa:

14:30h Workshop de Dança na Praça D. Pedro V

15:50h Arruada com destino ao Castelo

17:00h Actuação do Rancho Folclórico de N. Sra. da Alegria, no Castelo

17:45h Concerto/baile com o grupo “No Mazurka Band”, no Castelo


Informação disponibilizada pela C.M. Castelo de Vide

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O projecto Recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, é o vencedor do Prémio Vasco Vilalva para a recuperação e valorização do património de 2009.

Das nove candidaturas este foi o projecto escolhido por unanimidade, devido à «grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional».

O Prémio Vasco Vilalva no valor de 50 mil euros é atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian, e pretende distinguir projectos de grande mérito na defesa do património.

A cerimónia de entrega decorrerá  amanhã pelas 11horas, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede – Quinta dos Olhos d’Água, em Marvão.

MUSEU AMMAIAMais informação em Fundação Calouste Gulbenkian

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Revista Pormenores de regresso às bancas

Depois de um interregno de alguns meses, a Revista Pormenores volta esta semana ao activo, colocando na rua a sua 5ª edição. Anteriormente com uma periodicidade mensal, e depois de uma necessária reestruturação em parte dos seus moldes, passa a bimestral, colocando ainda mais ênfase no aprofundamento dos temas explorados.

Mantendo inalteradas as directrizes que estiveram na sua génese, tanto a nível deontológico como gráfico, procura nesta sua segunda “carga” assegurar a continuidade de um projecto que desde cedo tentou inovar e preencher um espaço vazio existente na imprensa alentejana.

Optando desde o início por dar uma cobertura por igual a todo o Alentejo, ambiciona alargar áreas de influência e de mútuo conhecimento, levando a região a todo o País.

Não obstante o reforço de um jornalismo atento e crítico, a principal abordagem permanece centrada no positivismo, em mostrar o que de melhor se tem e se faz num Alentejo tantas vezes ignorado e esquecido.

É essa a direcção que aponta o editorial desta edição de Fevereiro, onde se fala “dos que por cá ficam, dos que para cá voltam, dos que por cá andaram e nunca esqueceram (…) umas vezes bebendo e outras dando a beber”.

Apesar das dificuldades sentidas em todo o processo, a equipa por detrás da Revista Pormenores continua convicta da sua escolha inicial, a de ficar e apostar na região alentejana e nos que por cá decidem viver

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destaques


Para além dos destaques pode ainda encontrar na Pormenores deste mês:

[Economia/Agricultura] 2015 e a recusa de um fim anunciado – o lento sangrar do sector leiteiro

[Cultura] “Trastes de 4 pés e assento de buínho

[Politica] Plano de Prevenção Anti-corrupção

[Saúde] Rede oncológica e as politicas de concentração

[História] Das beiras para o Alentejo

[Perfil] Maria Leal da Costa

[Turismo] Minas do Lousal

[Turismo / Perspectivas] Marvão: uma marca a registar

[Conhecer] Freguesia da Sé (Portalegre)

[Gentes] Mariana Campaniça

[Internet / Novas tecnologias] Portalegre Digital

[Arquitectura] Técnicas para a reabilitação de edifícios antigos

[Património] Ainda sai fumo branco pelo carrego – onde estão as paredes caiadas?

[Música] O regresso dos rebeldes (parte II)

[Ficção] Um maço de Winston

[Investigação cientifica] Práticas de gestão ambiental na administração pública

[Opinião] O Ano da Biodiversidade

[Dialectos] Ensaios e Tertúlias na Tasca do Mirra

[Portfólio] Paulo Moreira

[Agenda]

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O novo site do Portalegre Digital foi lançado hoje  com novo design e novas funcionalidades.

portalegre digital

Passem por www.portalegredigital.pt e deixem os vossos contributos ao novo Portal Regional do Portalegre Distrito Digital.

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a sexta e última pergunta do passatempo:

Em que dias decorreu o JazzFest do ano Passado?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a quinta pergunta do passatempo:

Quem coordenou a entrevista a Gianluca Petrella na primeira edição da Revista Pormenores?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a quarta pergunta do passatempo:

A crónica assinada pelo Nuno Catarino, na edição da Pormenores onde se foca o JazzFest de 2009, é acompanhada por uma ilustração. Qual o nome do ilustrador?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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Está oficalmente aberta a semana de paginação. A 5ª edição da Pormenores começa a ganhar forma.

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cabeçalho -JazzFest

Foi encontrado o vencedor do 3º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.

Novo Record: desta vez, foram precisos apenas 7 minutos para nos chegarem duas das quatro respostas correctas: Celso Miranda, José Eduardo Real, Luís Vintém ou Paulo Moreira.

E o vencedor foi Ricardo Pires.

Parabéns!

Obrigado a todos os outros participantes.

Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.

Estejam atentos.

Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.

Participem!

Boa sorte a todos.

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a terceira pergunta do passatempo:

Quais os nomes de pelo menos dois dos quatro fotógrafos da Pormenores que fizeram fotografia na edição do JazzFest do ano passado?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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Arranca no próximo sábado mais uma Quinzena Gastronómica do concelho de Marvão. Esta é a quinta edição das Comidas D’Azeite e a primeira sob a chancela da marca Marvão: Bom Gosto apresentada no passado dia 24 de Janeiro, durante as comemorações do 112º aniversário da Restauração do Concelho de Marvão.

image002Mais informações em http www.cm-marvao.pt

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cabeçalho -JazzFest

Foi encontrado o vencedor do 2º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.

Desta vez, foram precisos 11 minutos para nos chegar a resposta correcta: Nuno Catarino.

E o vencedor foi Ricardo Batista.

Parabéns!

Obrigado a todos os outros participantes.

Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.

Estejam atentos.

Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.

Participem!

Boa sorte a todos.

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Depois de nos terem sido dedicados alguns minutos no programa “Iniciativa” de 30 de Agosto de 2009, voltamos a ser mencionados, “ao de leve”, numa peça sobre projectos no interior do país, e sobre pessoas que optam por viver fora dos grandes centros urbanos.

O programa será exibido hoje às 19:00, na RTP2.

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LOGO MARVÃO

É este o mote para o projecto que foi apresentado à imprensa no passado fim-de-semana, durante as comemorações dos 112 anos da restauração do concelho de Marvão.

O conceito desenvolvido pela EVOL é bastante ambicioso na que toca à projecção do concelho e consequente desenvolvimento. A marca Marvão surge para  fomentar a dinamização das actividades económicas,  turísticas e culturais existentes no concelho, potenciando a criação de oportunidades para a comunidade residente em Marvão.

Sob a marca Marvão, pretende-se aglutinar todas as necessidades de comunicação do município. Nas palavras do Eng.º Vítor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal de Marvão, “… A marca “MARVÃO” representa todas as qualidades e virtudes do território e da comunidade que o caracteriza. Mais do que um símbolo, uma bandeira ou uma aplicação, esta será sim Marvão, Beirã, Portagem, Santo António das Areias, São Salvador da Aramenha e todas as terras, aglomerados urbanos e lugares do Município…”.

Como elemento gráfico foi escolhida a Guarita com o céu como pano de fundo.

Segundo a André Rocha da EVOL, o logo é inspirado em “uma imagem retida na primeira visita à Vila, sede de um território que esta mesma Guarita abraça com o olhar (…). O cinza quente tenta com isso transmitir o peso patrimonial, e o azul enquadrar a riqueza dos mananciais de água deste Território.”

Será esta a imagem que assegurará a coerência formal e conceptual da toda a comunicação interna e externa do município.

A ocasião foi ainda aproveitada para o lançamento da sub-marca Marvão: Bom gosto. Este cunho estará ligado às já habituais semanas gastronómicas do concelho de Marvão, a começar já com as Comidas D’ Azeite, a decorrer entre 6 e 20 de Fevereiro.

Para além dos elementos apresentados no passado fim-de-semana, a marca Marvão pretende ainda implementar um portal onde esteja disponível toda a informação sobre o concelho, iniciativas ao nível do turismo, eventos, informações úteis a potenciais investidores, apresentação de parceiros, entre outras. Para além deste novo portal, o já existente site do município sofrerá modificações.

A criação de um Guia do Munícipe e um Boletim Municipal/Cultural com um roteiro interno para os seus habitantes onde seja divulgada a vida do município está também programada.

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cabeçalho -JazzFest

Foi encontrado o vencedor – neste caso, vencedora – do primeiro livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.

Foram precisos apenas 9 minutos para nos chegar a resposta correcta: Gianluca Petrella.

E a vencedora foi Marísa Maurício.

Parabéns!

Obrigado a todos os outros participantes.

Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.

Estejam atentos.

Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsitos para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.

Participem!

Boa sorte a todos.

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a primeira pergunta do passatempo:

Qual foi o músico que participou na edição do JazzFest de 2009, e que foi também entrevistado para a secção Perfil, na primeira edição da Revista Pormenores?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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Este é um concurso promovido pela REAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal e tem como objectivo chamar a atenção para a pobreza – nas suas diferentes representações – e para várias questões que lhes estão directamente ligadas, bem como para a necessidade de promover a sua erradicação na região do Baixo Alentejo.

A data limite de entrega de material a concurso é 5 de Abril.

Para mais informações sobre o regulamento contactar :

Anselmo José Prudêncio
Núcleo Distrital de Beja da REAPN
Telefone: 284325744 / 917175013
n.beja@reapn.org

ou visitar  www.pracadarepublicaembeja.net

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LendadoFogoA Fundação Eugénio de Almeida apresenta, de 21 de Janeiro a 23 de Maio, no Fórum Eugénio de Almeida, em Évora, uma selecção de obras de Paula Rego, pertencentes à Colecção Manuel de Brito.

A Exposição que vai estar patente no Fórum Eugénio de Almeida reúne 45 obras de Paula Rego dos anos 60 até 2009, abrangendo diversas fases da sua criação artística, e inclui colagens, objectos em pano, desenhos, ilustrações de livros, e outros trabalhos significativos das principais obras gráficas.

Paula Rego é um dos nomes maiores da Arte Contemporânea internacional. Com inúmeras exposições individuais e colectivas, Paula Rego já arrecadou diversos prémios nacionais e internacionais. A diversidade da sua obra plástica dificulta a catalogação da sua existência artística num único movimento. As suas obras aliam a ficção da representação à narrativa de pequenas “histórias”.

Reafirma-se, com esta exposição, o compromisso estratégico da Fundação Eugénio de Almeida e a sua aposta na divulgação e aproximação dos grandes nomes da Arte Contemporânea ao público de Évora.

Fonte: Fundação Eugénio de Almeida

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jazzfest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Para ganhar um dos livre-trânsito, basta estar atento às 6 perguntas que serão lançadas no blog da Revista Pormenores.

O primeiro a responder correctamente a cada pergunta será declarado vencedor.

As perguntas serão directamente relacionadas com a Revista Pormenores e com o JazzFest – recomendamos que tenham à mão a 1ª edição da Pormenores ou que consultem antecipadamente a página e o blog da Pormenores.

Funcionamento do Passatempo:

As perguntas referentes ao desafio do passatempo serão lançadas no blog da revista Pormenores – sempre às 16 horas – nas seguintes datas:

  • 1ª Pergunta – Dia 22 de Janeiro às 16h
  • 2ª Pergunta – Dia 29 de Janeiro às 16h
  • 3ª Pergunta – Dia 5 de Fevereiro às 16h
  • 4ª Pergunta – Dia 12 de Fevereiro às 16h
  • 5ª Pergunta – Dia 16 de Fevereiro às 16h
  • 6ª Pergunta – Dia 17 de Fevereiro às 16h

As respostas deverão ser enviadas para a redacção da Revista Pormenores através do e-mail: geral@pormenores.pt

Será considerada como vencedora, a primeira resposta correcta recebida pela redacção da Pormenores nesta caixa de correio.

Estejam atentos e sigam o Twitter da Pormenores, façam-se fãs ou juntem-se ao grupo da Pormenores no Facebook, para serem alertados na altura do lançamento de cada pergunta.

Boa Sorte!

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Após a edição do livro “Lugares Alentejanos na Literatura Portuguesa”, uma compilação de fotografias dos mais variados locais do Alentejo, anexados a pequenos textos clássicos da nossa literatura, a Associação Estação Imagem e a Câmara Municipal de Mora avançam para a 1ª Edição do Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem / Mora.

O galardão é destinado a fotojornalistas portugueses, incluindo os que residem no estrangeiro, estrangeiros moradores em Portugal e a fotojornalistas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e estrangeiros residentes nos PALOP.

O júri conta com destacados nomes do fotojornalismo mundial e é liderado pela Vice-Presidente do Departamento de Fotografia da Reuters e Presidente do Júri da edição 2010 do World Press Photo, Ayperi Karabuda.

Os concorrentes podem apresentar os seus trabalhos entre 1 de Fevereiro e 15 de Março. O júri avaliará os trabalhos a concurso na terceira semana de Abril.

A Associação Estação Imagem foi apresentada oficialmente em Setembro de 2007 e pretende criar um acervo municipal de fotografia e de fotojornalismo único no país.

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www.estacao-imagem.com

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Depois de se terem eleito as Novas Sete Maravilhas do Mundo e as Sete Maravilhas de Portugal em 2007, seguidas da eleição das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo em 2009, avança-se este ano para a eleição das Sete Maravilhas Naturais de Portugal.

A eleição deverá decorrer em Setembro deste ano, no entanto as candidaturas já se iniciaram e o Alentejo já apresentou várias candidaturas, sendo o distrito de Beja aquele que mais lugares colocou a concurso até agora.

O concurso considera sete categorias: Zonas Marinhas; Grutas e Cavernas; Praias e Falésias; Florestas e Matas; Grandes Relevos; Áreas Protegidas e Zona Aquáticas Não Marinhas.

Após um longo escrutínio levado a cabo por um vasto painel de especialistas, serão levadas apenas 21 candidaturas a concurso, três por cada uma das sete categorias, com um mínimo de uma candidatura por região.

A votação final é do publico e estará aberta até 7 de Setembro de 2010.

tabela de Candidaturas

Fonte: www.7maravilhas.sapo.pt

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A população aceitou mais uma vez o desafio da Câmara Municipal de Évora e participou activamente na campanha de reciclagem de papel e cartão durante a época natalícia.

A acção da população permitiu aos serviços camarários recolher, de forma selectiva, 93 400 kg de papel e cartão o que representa um aumento de 8% em comparação com a campanha levada a cabo no Natal de 2008, em que se havia recolhido um total de 87 601kg, valor que também ultrapassou os números do ano anterior que ficou pelos 35 000 kg.

A população eborense contribuiu desta forma para a preservação de 2000 árvores.

A campanha de reciclagem de 2008 permitiu ainda, à Câmara Municipal de Évora, oferecer cinco bicicletas adaptadas para pessoas portadoras de deficiência motora.

Esta é uma campanha da Câmara Municipal de Évora, com o apoio da GESAMB Gestão Ambiental e de Resíduos, e da Associação Comercial do Distrito de Évora que contou com o forte contributo de jovens oriundos das associações/grupos juvenis das freguesias rurais, através de acções de sensibilização porta-a-porta.

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postais.ai

O Auditório da Escola Superior de Educação de Portalegre recebe, na próxima quinta-feira dia 7 de Janeiro, o I Encontro de Cinema da ESE – IPPortalegre.
O evento é organizado pelo Clube de Cinema da ESEP e conta com a presença de Mário Augusto – Jornalista e Coordenador do Magazine 35 mm da SIC Noticias.
O encontro tem inicio pelas 11horas e estende-se até para lá das 16h00 seguindo o programa seguinte:

11.00 – Sessão de Abertura

11.15 –  Conferência

“Da imagem ao olhar: uma introdução à linguagem cinematográfica”
Professor Doutor Abílio Hernandez Cardoso
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

13.00 – Pausa para almoço

14.30 –  Conferência

“Nos bastidores de Hollywood”
Mário Augusto
Jornalista e Coordenador do Magazine de Cinema 35 mm na SIC Noticias

16.00 – Sessão de Encerramento

www.esep.pt/cinesep

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O Cendrev leva a cena no Teatro Garcia de Resende, no próximo dia 7 de Janeiro, a peça “O Fim” de António Patrício.

Adaptada de um clássico da Literatura Dramática portuguesa do Séc. XX publicado em 1909, “O Fim” é uma fábula teatral construída sobre o ambiente conturbado que se vivia um ano após a queda da monarquia em Portugal.

A peça tem encenação de Victor Zambujo e interpretação de Rui Nuno, Jorge Baião, Maria Marrafa, Rosário Gonzaga e Álvaro Corte-Real. “ O Fim” ficará em cena até 31 de Janeiro, de quarta a sábado às 21h30m e domingos às 16h00, no Teatro Garcia de Resende em Évora.

Na sequência da estreia da peça, o CENDREV promove no sábado seguinte, dia 9 de Janeiro pelas 18h30, o Colóquio “O Fim, de António Patrício, 100 anos depois”.

O colóquio pretende ser  uma oportunidade para prestar uma informal homenagem ao encenador e pedagogo de teatro Jorge Listopad, que foi o responsável pela descoberta para a cena desta importante obra dramática, tendo dirigido a primeira encenação d’ O FIM em 1971, na Casa da Comédia.

A moderação do Colóquio estará a cargo de  Armando Nascimento Rosa, dramaturgo e especialista na obra patriciana, e Rui Pina Coelho, crítico e autor de um estudo historiográfico sobre a Companhia da Casa da Comédia, e contará com a presença do homenageado Jorge Listopad. O painel de convidados conta ainda com outros encenadores que abordaram teatralmente esta peça.

www.cendrev.com

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A altura do ano remete-nos para balanços, redireccionamento de planos de acção, reforço de pontos positivos e correcção de erros, juntando um ano que termina a outro que começa.

Com o objectivo de ultrapassar as dificuldades de 2009 e começar renovados 2010, a equipa por detrás da Revista Pormenores reformula estratégias, procurando desta forma adaptar-se da melhor forma à realidade da região.

Com uma periodicidade que passa a bimestral, a apresentação dos temas escolhidos torna-se ainda mais cuidada e a escolha do público-alvo mais concisa.

A utilização das plataformas on-line passa também a fazer parte integrante da forma como a Pormenores continuará a chegar aos nossos leitores.

A maximização de todas as ferramentas ao nosso dispor – Blog, Twitter, Facebook, Youtube, Flickr, MySpace, Behance e LinkedIn – proporcionarão uma presença constante de conteúdos, actualizados frequentemente, e permitirão aos nossos leitores acompanhar o dia-a-dia do Alentejo.

Reconhecida a qualidade do trabalho efectuado dentro e fora de fronteiras, procuramos agora solidificar a estrutura empresarial por detrás da publicação.

Projectada para “sobreviver” com um baixo orçamento financeiro, a Revista Pormenores encontrou finalmente os parceiros certos que permitem a continuidade de uma publicação centrada na região Alentejo.

Sedeados no Alentejo e mantendo a distribuição nacional, procuramos dar uma visão dinâmica da região, longe dos estereótipos tantas vezes redutores e até negativos que os meios de comunicação nacional tentam fazer passar.

Por tudo isto, o regresso da Pormenores é uma realidade.

Esperamos poder corresponder às expectativas de todos os que acreditam em nós.

A Redacção Editorial
Alcides Parreira
Ângela Mendes
Paulo Barbosa

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Alcides Parreira y Paulo Barbosa dirigen desde Portalegre la revista ‘Pormenores‘, editada por Canto da Página-Comunicação e Serviços. Con una tirada de 5.000 ejemplares y distribución por todo el país, ‘Pormenores’ es, probablemente, la revista cultural más importante del Alentejo, con una amplia selección de temas y una perspectiva que mezcla sabiamente los contenidos locales o regionales con una puerta siempre abierta al exterior, con España en lugar significativo. El ideario de la publicación es claro, en este sentido: «Nos mueven los detalles. Las pequeñas cosas que pueden marcar la diferencia. La palabra exacta para una frase, la definición exacta para un concepto. El mundo actual se mueve a una velocidad vertiginosa. No siempre se puede estar atento a lo que pasa a nuestro alrededor. Por eso pretendemos llevar hasta usted nuestra región. El Alentejo es más que planicies doradas y tiene muchas historias que contar. Pero no sólo de palabras vive el hombre».

Entre los contenidos habituales de la publicación, editada a todo color y con un elegante diseño, destaca su atención a temas como la literatura, la economía, el turismo, la ecología o la historia, hábilmente mezclados con entrevistas a personajes de actualidad y con secciones fijas, que marcan la identidad de la revista. Pormenores es, desde esta perspectiva, una fuente inagotable de información para todas aquellas personas interesadas en la vida y la evolución del Alentejo, desde una visión que une lo social con lo cultural, en un sentido amplio. Sus últimos números, además, han tenido siempre presentes temas de la agenda española, como los refugiados de nuestra Guerra Civil o diferentes aspectos de cooperación transfronteriza. Con esta receta, Pormenores se convierte, como reza su subtítulo, en una interesante fórmula para ‘Conocer y comprender mejor el Alentejo‘. Probablemente su mayor virtud, su característica más profunda, es la enorme diversidad y el rigor de sus contenidos, que convierten su lectura en un sugerente ejercicio de conocimiento de una realidad cercana y llena de matices. Una puerta abierta (otra más) a la experiencia de cruzar la raya y dejarnos envolver por una cultura y una forma de ver la vida y el paso del tiempo que, a pesar de estar a nuestro lado, es con frecuencia profundamente diferente a la de los españoles. Por eso Portugal es el valor añadido natural a nuestra condición de extremeños, un privilegio que nunca dejará de acompañarnos en nuestro código identitario.

http://www.hoy.es/20091031/sociedad/pormenores-revista-cultural-importante-20091031.html

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Pormenores faz uma pausa

Depois de um arranque em força, a Pormenores vai fazer uma pausa, interrompendo a edição no mês de Setembro e voltando em Outubro, com a 5ª edição desta publicação mensal.

No entanto, não vamos ficar parados – preparamos um pacote especial – durante o mês de Setembro, lançaremos uma campanha que permitirá àqueles que não tiveram ainda a oportunidade de conhecer a Revista Pormenores adquirir as quatro edições por um preço especial.

pormenores(clicar na imagem para ver flyer maior)

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cartaz_ EvoraModa_blog

Fomos convidados para ser a Revista Oficial deste evento promovido pela Associação Comercial – Distrito de Évora, com o Apoio da Câmara Municipal de Évora e a Produção da Puríssimo Design – uma empresa também de Portalegre.

É com muito gosto que nos associamos a um evento que procura divulgar e promover o comércio tradicional.

A Pormenores estará presente com uma equipe de 6 fotógrafos e 2 jornalistas.

Na próxima quarta-feira, dia 9 de Setembro, às 22 horas, na Praça do Giraldo.

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iniciativa01

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A partir do minuto 31:30

Não é na televisão que nos sentimos mais à vontade. Notou-se nervosismo e trocaram-se conceitos.

Mas sobrevivemos.

Tudo somado, o balanço parece ser positivo.

Com uma baixa de luxo – uma gastroenterite não deixou a Ângela acompanhar o resto das filmagens nesse dia. Cá para nós, foi “performance anxiety”.

Com direito a B Fachada, Dave Mathews, e Mayra Andrade na banda sonora, fiquem a conhecer um pouco melhor uma pequena parte da equipe da Pormenores.

Pouco mais de 5 minutos não são suficientes para se passar a informação completa. Mas ficam aqui alguns pormenores.

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pormenores

Mais informações em www.pormenores.pt

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Capa 1º Número da Revista Pormenores

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