Jun
23
Apresentação da Revista na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide
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Jun
15
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Jun
9
“Mas a cidade não contém o seu passado, ela conta-o como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimões das escadas, cada segmento riscado por arranhões, entalhes, esfoladuras”
Italo Calvino, “As Cidades Invisíveis”
Há sinais de abandono evidentes, cafés e lojas sem vida, fachadas a apodrecer, o peso da inércia e da descrença pesando sobre o casario do velho coração da cidade. Os dias invernosos, a chuva, a humidade entranhada acentuam o ar lúgubre da vetusta Rua do Comércio, outrora artéria central da urbe, agora ameaçada por um fenómeno de esclerose mais vasto que vai debilitando toda uma região.
Somos do interior de um território, de um tempo, de um país que jamais se soube organizar como corpo coerente, nem mesmo em tempos de abundância quando à metrópole aportavam o oiro e a pimenta. Confiado na sua dimensão ultramarina e nos proventos das colónias, o Estado descurou qualquer ambição de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo que crescia desproporcionadamente. A explicação oportuna pertence a Rui Ramos, coordenador da novíssima “História de Portugal”. De acordo com o mesmo, “isso criou um poder político centrado em Lisboa, transformada quase em cidade-estado onde tudo se passava, à margem de um interior rural e pobre com que ninguém se preocupava”.
E aqui, nesta cidade encastrada no suave declinar da serra, porto de alegria por inventar, o peso da interioridade assume contornos particulares, de saturação, de enervamento, de falhanço colectivo, gerando uma atmosfera peculiar, com a sua nota de encanto funesto. Trocam-se sorrisos pouco claros, adia-se qualquer gesto de partilha calorosa, foge-se para Espanha, para Castelo Branco, para Lisboa, de modo a escapar à pequena representação, à farsa sem sentido dos dias convencionados e das rotinas replicadas sem alma.
Busca-se o pulsar forte de uma urbe, o gozo descomprometido, as luzes e o estrépito dos centros comerciais, e volta-se com o pequeno remorso de uma traição inconsequente, de um devaneio carecido de ousadia. O quotidiano retomado é apenas vagamente doloroso, repleto de rumores inconsequentes, de conversas banais sobre a actualidade mediática, que são o prenúncio de uma resistência já quebrada, de um retorno tolerante aos lugares de todos os dias.
Assim se vai escrevendo uma história de resignação, de desenvolvimento adiado, amordaçadas as almas por esta ambiência soturna de uma cidade que parece cada vez mais falhar a sua vocação como capital de um distrito, onde outros vão assumindo maior protagonismo.
A cidade sobrevive dificilmente, presa às memórias de um tempo onde a azáfama das fábricas, do pequeno comércio, dos serviços desenhavam um cenário tranquilizador, no qual não faltava, ainda, o bulício dos cafés como O Facha, O Central, O Alentejano e O Tarro (os mais velhos evocarão, porventura, O Plátano, O Alpendre, a inolvidável tasca do Marchão). Perderam-se traços identitários fortes, o Cinema no Crisfal é mera recordação, o Jardim da Corredoura foi impiedosamente trucidado, o Clube de Ténis, a Quinta da Saúde, o Colégio de Santo António jazem num limbo de esquecimento, entre muitos outros espaços que subsistem maltratados e desprezados.
Esta incapacidade para manter vivos e estimar símbolos basilares no plano da vivência colectiva, tem-se revelado como um dos factores mais desgostantes e desmobilizadores para muitos dos que vão teimando em ficar, presos ao apego de uma matriz indiscernível, de um perfume difuso de casas antiquíssimas. Para estes, restará sempre o pulsar nostálgico dos lugares, o alento de memórias percutidas desde o fundo de uma cidade que se debate entre a realidade e a lenda, como uma dessas “cidades invisíveis” descritas por Italo Calvino com minúcia poética.
Dou por mim a caminhar pelas mesmas ruas de sempre, na peugada de alguma coisa perdida ou por acontecer, fiel a uma cidade que é a minha, pelo que dela sei tanto quanto pelo que dela desconheço. Trata-se de uma busca circular, infecunda, pois no fundo os lugares, tanto quanto as pessoas, existem apenas enquanto passado reificado ou futuro em esboço, e o presente é essa ordem adiada a debater-se entre as realidades fantasmáticas da memória e do desejo.
Contra a evidente estratégia de asfixia imposta pelo poder central (veja-se, por exemplo, como o orçamento de estado do presente ano nos reduz à quase insignificância), contra a ineficácia das estratégias locais e os atavismos que nos afundam numa magoada melancolia, Portalegre persiste e vai fitando, recalcitrante, o futuro.
Há novos espaços de cultura, de encontro e de convívio, mas a continuada sangria populacional documentada pelas estatísticas gera inquietação. Há novos agentes de desenvolvimento e novas plataformas de intervenção, mas o centro histórico está a morrer aos poucos e o pequeno comércio é, cada vez mais, uma realidade acossada. Paira alguma incompreensão, quanto a opções que dificultam uma afirmação de valores culturais e históricos próprios. Falta, na mesma medida, um pensamento orientador que ataque as razões de isolamento e permita uma maior visibilidade e atractividade no contexto regional e transfronteiriço em que nos inserimos.
Socorro-me dos versos de Cesariny: “Faz falta por aqui uma grande razão”, uma razão que não seja a soma de pequenos interesses instalados, de egoísmos ressabiados, mas um impulso participado para romper a abulia e o medo de existir que, também por aqui, nos vai tolhendo a vontade.
Esta é, em todo o caso, uma terra para habitar sem fatalismos, na expectativa crua de que é feita a vida em qualquer lugar, tão semelhante afinal é o destino que nos empurra e nos molda. Num arrepio de horas irreais, contemplo-a vezes sem conta em busca de uma cintilação, de um contorno, de uma linha pulsante, e medito as múltiplas ramificações a que dá lugar na imaginação de todos os que a habitaram ou habitam. Tal como um poema é composto de palavras, uma cidade é composta de homens, homens que sonham diferentes cidades dentro da cidade.
Portalegre revelada por uma teoria poética de fractais, um segredo guardado demasiado tempo, um saber rarefeito, isto ou o silêncio acumulado dos muros, o escudo de cal defensiva, memórias presas num dúbio limiar de autenticidade.
Carlos Baptista
Colaborador da Revista Pormenores
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Jun
7
A crítica que se segue não é generalizada, mas está perigosamente perto da maioria, indo esta tomada de posição no sentido de evitar o definitivo avanço de práticas erradas, que, pela sua repetição, começam a ser apropriadas como correctas.
Reconhecendo as limitações que nos são impostas por uma região como a nossa, sejam elas económicas, sociais ou imaginárias, confesso-me incomodado por uma em particular, a dificuldade no acesso à informação.
Podendo isto partir de algum defeito ou egoísmo profissional, e que poderá não ser partilhado por toda a classe a trabalhar no Alentejo, não falo da informação recolhida junto do cidadão alentejano comum, esse que tantas vezes é acusado de estar demasiado estático face a esta modernidade em constante mutação.
Falo das principais fontes de informação existentes numa região como o Alentejo, entidades e instituições com dimensão para o ser, muitas delas ligadas de uma forma ou de outra ao Estado central. Volto a dizer, a crítica não é generalizada.
Mantidas em circuito fechado, parecem manter uma desconfiança vigilante face a tudo o que está rotulado como “imprensa”, acreditando ingenuamente, ou não tão ingenuamente quanto isso, que mantêm o canal aberto através dos seus gabinetes de comunicação e dos seus incontáveis press release.
Sem querer menosprezar a importância deste esforço em “informar” ou dos profissionais envolvidos, ele não encerra a responsabilidade – e obrigação – em dar acesso a aspectos que extrapolem aquilo que mais lhes convém difundir.
Esta abordagem comunicacional, e não informativa, cresce consoante a dimensão da fonte, deixando-se muitas vezes perder numa superficialidade que contamina inevitavelmente os meios de informação jornalísticos, principalmente os regionais.
Com a falta crescente de “notícia”, aliada a um estatuto de parente pobre de uma classe também ela centralizada – muito por culpa própria, diga-se -, este “fechar de torneira” por parte das instituições corrompe seriamente a génese jornalística que ajudou a fundar muitos destes jornais e rádios, empurrando-os cada vez mais para uma latente plasticidade e retirando-lhe credibilidade junto dos leitores.
Mesmo quando existe um esforço real em trabalhar de forma aprofundada temas da região, por meios da região, vêem à tona as agendas eternamente preenchidas, doenças súbitas ou férias intermináveis, esquivando-se desta forma a prestar declarações que, ao que parece, na sua opinião, ou são inconsequentes ou potencialmente comprometedoras.
Talvez se fosse um jornal de Lisboa… Pena é que poucos vão sendo os leitores alentejanos que os vão lendo. Eles, os maiores interessados.
Alcides Parreira
Director da Revista Pormenores
alcidesparreira@pormenores.pt
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Jun
1
O Inverno foi longo, frio e chuvoso. Pareceu-nos uma verdadeira eternidade.
Uns disseram que nunca tinham visto nada assim, outros afirmaram que foi um Inverno à antiga. Apresentam-se estatísticas, que dizem que este foi o Inverno mais chuvoso de sempre, e outros apontam estas súbitas mudanças como a face mais visível das alterações climáticas.
Da nossa parte, sabemos que as barragens se encheram e que os campos estão verdejantes como nunca. A Primavera sorri para nós com um esplendor inesperado. Valeu a pena, no final de contas, ter vivido dias tão cinzentos.
Parece que funciona assim, na natureza, como na vida. Devemos passar por ciclos cinzentos para que possamos compreender em pleno a dádiva das pequenas alegrias.
A Pormenores completa nesta edição um ano de vida. Com menos edições do que esperávamos, com um intervalo na publicação que não estava programado e com muitos dias cinzentos pelo meio.
Mas, por estes lados, o sol começa a brilhar timidamente, e as pequenas vitórias desta equipa fazem tudo valer a pena.
Há mesmo muito tempo que não se via bom tempo.
Parabéns à Pormenores. Aos colaboradores, aos assinantes, aos leitores, aos parceiros, aos curiosos que nos descobrem em todas as edições por esse país fora.
E parabéns a esta equipa. Que se deixou vencer em algumas “batalhas”, mas que não desistiu da “guerra” que considera essencial. Contribuir para a melhoria de qualidade da imprensa no Alentejo e para o desenvolvimento desta região.
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A 6ª edição da Pormenores está recheada, como já é habitual, de histórias deste nosso Alentejo. Difícil é escolher entre tantos temas interessantes e tantas “estórias” que nos entram pela redacção. Ainda mais, quando tantas pessoas de boa vontade se propõem ajudar nas mais variadas áreas. Desde a fotografia à ilustração, passando pela reportagem, é uma pena não termos espaço para publicar todas as propostas de colaboração que nos chegam. Há tanto talento na nossa região.
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No decorrer dos últimos meses, a Pormenores “instalou-se” confortavelmente na Internet.
O advento da tecnologia assim o dita e a Pormenores, para além do indispensável site – www.pormenores.pt- e do já rotineiro Blog - www.blog.pormenores.pt- está assiduamente no facebook e no twitter. Porque todos os dias há pormenores para divulgar e coisas a acontecer e, principalmente, porque precisamos de ouvir o nosso leitor. A Pormenores é também feita por si.
Visite-nos online, troque ideias com a redacção, conte-nos sobre o “seu Alentejo”.
Ângela Mendes angelamendes@pormenores.pt
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Abr
30
Antes da aventura da Pormenores, colaborei num jornal regional. Iniciei o percurso na mais ingrata das tarefas, a busca de publicidade.
Vi muitas vezes o descrédito e o enfado com que muitas pessoas me recebiam, vi como é difícil encher as páginas de um jornal com anúncios que ninguém quer fazer.
Evolui e passei para a gestão comercial, aí enfrentei outros “monstros”. Da busca infrutífera da publicidade porta-a-porta, junto do pequeno comerciante e das pequenas empresas da região, passei a lidar com organismos públicos, empresas de maior porte que nos ignoram e, principalmente, com agências de meios pouco interessadas nos números que temos para lhes mostrar.
Vi as contas que chegam a toda a hora, a gráfica, a segurança social, a renda das instalações, a luz, a conta astronómica do telefone, a inacessibilidade do porte pago e a falta de coisas tão simples como uma resma de papel. Porque é assim que vivem os jornais regionais – a lutar por se manter à tona de água a cada momento. A lutar contra o IVA das facturas que não lhes foram pagas, e das contas por saldar há meses, às vezes até anos.
Muitas vezes a viver da publicação de editais e outras obrigações públicas, estes órgãos de comunicação asfixiam à espera de um pagamento.
Depois são as vendas que baixam e as assinaturas que por falta de apoio, e em contra senso com a sua função, ficam mais caras ao leitor do que comprar o jornal no quiosque da esquina.
Mas vi também as pessoas que esperavam religiosamente o jornal de manhã junto ao quiosque e reclamavam pelo atraso da chegada, ou as senhoras que telefonavam a reclamar uma falta na página do horóscopo e as polémicas, o fervor que as pessoas da terra discutem aquilo que é seu e lhes toca.
Ninguém espera junto ao quiosque um jornal nacional, com a paixão com que espera as noticias da terra. Disso estou certa.
Portalegre tem sido uma terra profícua em vozes impressas, um jornal bissemanário – o único no país – e dois semanários. Um deles, o centenário Distrito de Portalegre.
Ontem, e após 126 anos de história, saiu para a rua o último número do Distrito de Portalegre.
Reformulado à pouco mais de um ano, a equipa liderada pelo P.e Nuno Folgado, tinha conseguido modernizar o “velhinho” jornal e diferenciá-lo dos moldes de um órgão de comunicação ligado à Igreja trazendo-o para o século XXI.
São os desígnios de uma economia em declínio. Os assinantes que se perdem com os anos e que as novas gerações não substituem, as páginas de publicidade que não chegam à redacção e as vendas em declínio nas bancas não deixam alternativa.
Infelizmente, já não bastam boas ideias, muita vontade e ainda mais trabalho para manter um projecto vivo.
A Revista Pormenores, havia encetado uma colaboração com o Distrito de Portalegre na ultima edição e era nossa intenção reforça-la nos próximos tempos.
Recebemos a notícia do encerramento do jornal com muita apreensão. É um momento triste para a comunicação social regional e ainda mais triste para o distrito de Portalegre.
É uma voz a menos na nossa comunidade, um decréscimo da nossa liberdade de escolha e na pluralidade de opiniões.
A todos quantos trabalharam para manter o Distrito de Portalegre vivo, o meu obrigado.
Em vez de até sempre, fica um até breve.
126 anos de história não se devem apagar assim.
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Abr
12
Na sua crónica do Expresso desta semana – a que deu o nome “O meu Alentejo” – Henrique Raposo declara que sentiu um daqueles “balázios metafísicos” ao folhear a Pormenores.
Embora seja apenas uma breve referência, estar entre os filmes de Michael Mann, Robert de Niro e Al Pacino, e entre frases como “É no Alentejo que me sinto em casa” e “É através do Alentejo que posso respeitar Portugal”, é motivo de orgulho para a equipa da Pormenores ter ajudado o cronista a encontrar a sua “terra”.
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Abr
8
O Bibliocafé Intensidez, em Évora, recebe no próximo dia 15 de Abril, pelas 21h30, a Tertulia ” As Mulheres na República”.
Inserida nas Comemorações do Centenário da República, a Tertúlia conta com a moderação da Professora Doutora Zília Osório de Castro e com a participação da Doutora Isabel Lousada, Dr.ª Natividade Monteiro, Dr. João Esteves, Professora Doutora Fernanda Henriques e Professora Doutora Maria Lúcia Brito de Moura.
Mais informações:
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Mar
18
A equipa da Pormenores vai estar por Évora no próximo sábado para falar sobre a 5ª edição da Pormenores e dar a conhecer o projecto ao público. Será uma pequena apresentação no bibliocafé Intensidez, pelas 22h.
Se estiverem por perto passem por lá!
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Fev
24
Revista Pormenores de regresso às bancas
Depois de um interregno de alguns meses, a Revista Pormenores volta esta semana ao activo, colocando na rua a sua 5ª edição. Anteriormente com uma periodicidade mensal, e depois de uma necessária reestruturação em parte dos seus moldes, passa a bimestral, colocando ainda mais ênfase no aprofundamento dos temas explorados.
Mantendo inalteradas as directrizes que estiveram na sua génese, tanto a nível deontológico como gráfico, procura nesta sua segunda “carga” assegurar a continuidade de um projecto que desde cedo tentou inovar e preencher um espaço vazio existente na imprensa alentejana.
Optando desde o início por dar uma cobertura por igual a todo o Alentejo, ambiciona alargar áreas de influência e de mútuo conhecimento, levando a região a todo o País.
Não obstante o reforço de um jornalismo atento e crítico, a principal abordagem permanece centrada no positivismo, em mostrar o que de melhor se tem e se faz num Alentejo tantas vezes ignorado e esquecido.
É essa a direcção que aponta o editorial desta edição de Fevereiro, onde se fala “dos que por cá ficam, dos que para cá voltam, dos que por cá andaram e nunca esqueceram (…) umas vezes bebendo e outras dando a beber”.
Apesar das dificuldades sentidas em todo o processo, a equipa por detrás da Revista Pormenores continua convicta da sua escolha inicial, a de ficar e apostar na região alentejana e nos que por cá decidem viver
.
Para além dos destaques pode ainda encontrar na Pormenores deste mês:
[Economia/Agricultura] 2015 e a recusa de um fim anunciado – o lento sangrar do sector leiteiro
[Cultura] “Trastes de 4 pés e assento de buínho
[Politica] Plano de Prevenção Anti-corrupção
[Saúde] Rede oncológica e as politicas de concentração
[História] Das beiras para o Alentejo
[Perfil] Maria Leal da Costa
[Turismo] Minas do Lousal
[Turismo / Perspectivas] Marvão: uma marca a registar
[Conhecer] Freguesia da Sé (Portalegre)
[Gentes] Mariana Campaniça
[Internet / Novas tecnologias] Portalegre Digital
[Arquitectura] Técnicas para a reabilitação de edifícios antigos
[Património] Ainda sai fumo branco pelo carrego – onde estão as paredes caiadas?
[Música] O regresso dos rebeldes (parte II)
[Ficção] Um maço de Winston
[Investigação cientifica] Práticas de gestão ambiental na administração pública
[Opinião] O Ano da Biodiversidade
[Dialectos] Ensaios e Tertúlias na Tasca do Mirra
[Portfólio] Paulo Moreira
[Agenda]
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Fev
5
A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.
Lançamos hoje a terceira pergunta do passatempo:
Quais os nomes de pelo menos dois dos quatro fotógrafos da Pormenores que fizeram fotografia na edição do JazzFest do ano passado?
Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt
Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.
Boa sorte!
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Fev
1
Foi encontrado o vencedor do 2º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.
Desta vez, foram precisos 11 minutos para nos chegar a resposta correcta: Nuno Catarino.
E o vencedor foi Ricardo Batista.
Parabéns!
Obrigado a todos os outros participantes.
Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.
Estejam atentos.
Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.
Participem!
Boa sorte a todos.
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Dez
22
A altura do ano remete-nos para balanços, redireccionamento de planos de acção, reforço de pontos positivos e correcção de erros, juntando um ano que termina a outro que começa.
Com o objectivo de ultrapassar as dificuldades de 2009 e começar renovados 2010, a equipa por detrás da Revista Pormenores reformula estratégias, procurando desta forma adaptar-se da melhor forma à realidade da região.
Com uma periodicidade que passa a bimestral, a apresentação dos temas escolhidos torna-se ainda mais cuidada e a escolha do público-alvo mais concisa.
A utilização das plataformas on-line passa também a fazer parte integrante da forma como a Pormenores continuará a chegar aos nossos leitores.
A maximização de todas as ferramentas ao nosso dispor – Blog, Twitter, Facebook, Youtube, Flickr, MySpace, Behance e LinkedIn – proporcionarão uma presença constante de conteúdos, actualizados frequentemente, e permitirão aos nossos leitores acompanhar o dia-a-dia do Alentejo.
Reconhecida a qualidade do trabalho efectuado dentro e fora de fronteiras, procuramos agora solidificar a estrutura empresarial por detrás da publicação.
Projectada para “sobreviver” com um baixo orçamento financeiro, a Revista Pormenores encontrou finalmente os parceiros certos que permitem a continuidade de uma publicação centrada na região Alentejo.
Sedeados no Alentejo e mantendo a distribuição nacional, procuramos dar uma visão dinâmica da região, longe dos estereótipos tantas vezes redutores e até negativos que os meios de comunicação nacional tentam fazer passar.
Por tudo isto, o regresso da Pormenores é uma realidade.
Esperamos poder corresponder às expectativas de todos os que acreditam em nós.
A Redacção Editorial
Alcides Parreira
Ângela Mendes
Paulo Barbosa
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Nov
4
Alcides Parreira y Paulo Barbosa dirigen desde Portalegre la revista ‘Pormenores‘, editada por Canto da Página-Comunicação e Serviços. Con una tirada de 5.000 ejemplares y distribución por todo el país, ‘Pormenores’ es, probablemente, la revista cultural más importante del Alentejo, con una amplia selección de temas y una perspectiva que mezcla sabiamente los contenidos locales o regionales con una puerta siempre abierta al exterior, con España en lugar significativo. El ideario de la publicación es claro, en este sentido: «Nos mueven los detalles. Las pequeñas cosas que pueden marcar la diferencia. La palabra exacta para una frase, la definición exacta para un concepto. El mundo actual se mueve a una velocidad vertiginosa. No siempre se puede estar atento a lo que pasa a nuestro alrededor. Por eso pretendemos llevar hasta usted nuestra región. El Alentejo es más que planicies doradas y tiene muchas historias que contar. Pero no sólo de palabras vive el hombre».
Entre los contenidos habituales de la publicación, editada a todo color y con un elegante diseño, destaca su atención a temas como la literatura, la economía, el turismo, la ecología o la historia, hábilmente mezclados con entrevistas a personajes de actualidad y con secciones fijas, que marcan la identidad de la revista. Pormenores es, desde esta perspectiva, una fuente inagotable de información para todas aquellas personas interesadas en la vida y la evolución del Alentejo, desde una visión que une lo social con lo cultural, en un sentido amplio. Sus últimos números, además, han tenido siempre presentes temas de la agenda española, como los refugiados de nuestra Guerra Civil o diferentes aspectos de cooperación transfronteriza. Con esta receta, Pormenores se convierte, como reza su subtítulo, en una interesante fórmula para ‘Conocer y comprender mejor el Alentejo‘. Probablemente su mayor virtud, su característica más profunda, es la enorme diversidad y el rigor de sus contenidos, que convierten su lectura en un sugerente ejercicio de conocimiento de una realidad cercana y llena de matices. Una puerta abierta (otra más) a la experiencia de cruzar la raya y dejarnos envolver por una cultura y una forma de ver la vida y el paso del tiempo que, a pesar de estar a nuestro lado, es con frecuencia profundamente diferente a la de los españoles. Por eso Portugal es el valor añadido natural a nuestra condición de extremeños, un privilegio que nunca dejará de acompañarnos en nuestro código identitario.
http://www.hoy.es/20091031/sociedad/pormenores-revista-cultural-importante-20091031.html
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Jun
12
http://eseprol.podOmatic.com/entry/2009-06-02T11_34_15-07_00
Os repórteres António Adão Farias e Guilherme Ferreira deslocaram-se às instalações da mais recente publicação portalegrense para entrevistar Alcides Parreira e Paulo Barbosa, ex-alunos da ESEP.
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Abr
9
A Revista Pormenores aposta numa publicação com conteúdos jornalísticos rigorosos, uma imagem gráfica cuidada e uma qualidade fotográfica elevada.
Contamos com vários especialistas nas mais variadas áreas, o que nos permite ambicionar oferecer uma publicação de referência.
Pormenores é uma revista mensal com artigos de fundo, maioritariamente grande reportagem de interesse cultural, social, económico, ambiental, entre outros.
Somos uma redacção jovem e empenhada em lançar no mercado uma publicação capaz de responder aos desafios do jornalismo actual.
A Revista Pormenores leva a região aos que nela vivem. No entanto, acreditamos que o Alentejo é merecedor de um interesse mais alargado, seja através dos muitos alentejanos espalhados pelo País, seja por uma ligação meramenente sentimental que vem ganhando força.
Nesse sentido, queremos estabelecer uma relação de proximidade que não é alcançada pelos órgãos de comunicação nacionais, trazendo a todos o que é de todos – uma informação concisa e verdadeira do Alentejo real.
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