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A 7ª edição da Revista Pormenores estará nas bancas no próximo sábado, dia 17 de Julho.

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estação imagem

As reportagens vencedoras do Prémio de Fotojornalismo Estação Imagem/ Câmara Municipal de Mora são alvo de uma exposição cuja inauguração decorre a 10 de Julho no Pavilhão Municipal de Mora, ocasião para o lançamento do catálogo alusivo ao único prémio de fotojornalismo existente em Portugal.

A mostra reúne os trabalhos do 1º Prémio, Paulo Pimenta (Público) e dos restantes galardoados: na categoria de Notícias Ricardo Meireles (agência Via Visuais) e Nélson Garrido (Jornal Público); na categoria Vida Quotidiana João Carvalho Pina (colectivo Kameraphoto) Nacho Doce (agência Reuters) e Nelson dÁires (colectivo Kameraphoto); Guillaume Pazat (colectivo Kameraphoto) na categoria Retrato; em Artes e Espectáculo Gonçalo Rosa da Silva (editor da revista Visão); na categoria Ambiente. Nuno Ferreira (colaborador permanente do jornal Correio da Manhã e correspondente em Viseu da agência Lusa); no Desporto Jorge Monteiro (agência GestiFoot Media); e na categoria especial 2009: Ano de Eleições, Nelson d´Aires (colectivo Kameraphoto). Nesta primeira edição Estação Imagem I Mora, concorreram 191 fotógrafos profissionais, com mais de 600 reportagens.

O júri internacional que avaliou as obras foi constituído por Aypery Ecer (vice-presidente para a fotografia da agência Reuteurs, e que foi a presidente do júri do World Press Photo deste ano), Daphné Anglès (coordenador para a Europa da fotografia do diário norte-americano New York Times), Magdalena Herrera (directora de fotografia da revista francesa Geo) e Francesco Zizola (fotojornalista da agência Noor, distinguido oito vezes no World Press Photo).

A Estação Imagem é uma associação sem fins lucrativos dedicada ao estudo e promoção da imagem, com particular enfoque na fotografia documental. Criada em Mora e elegendo o Alentejo como campo de acção, a Estação Imagem propõe-se dar um contributo activo à luta contra a desertificação e o isolamento da região.

—        SÁBADO, DIA 10 DE JULHO DE 2010, ÀS 16H30

—        PAVILHÃO MUNICIPAL DE EXPOSIÇÕES DE MORA

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cartaz DIA DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PORTALEGREx

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Apresentação da Revista na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide

castelo de vide

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fotocmcv274058534b6c40c14ed3dEstaremos no próximo sábado, dia 19  pelas 17 horas, na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide, para falar um pouco do nosso projecto Revista Pormenores e em especial da 6ª edição que se encontra nas bancas.

Será uma excelente oportunidade para trocar ideias com a equipa da Pormenores, conhecer melhor o projecto e os seus objectivos e para nos falar do “seu  Alentejo”.

Poderá também adquirir a 6ª edição da Revista Pormenores ou completar a sua colecção com números que já não estão nas bancas.

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Mas a cidade não contém o seu passado, ela conta-o como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimões das escadas, cada segmento riscado por arranhões, entalhes, esfoladuras

Italo Calvino, “As Cidades Invisíveis”

Há sinais de abandono evidentes, cafés e lojas sem vida, fachadas a apodrecer, o peso da inércia e da descrença pesando sobre o casario do velho coração da cidade. Os dias invernosos, a chuva, a humidade entranhada acentuam o ar lúgubre da vetusta Rua do Comércio, outrora artéria central da urbe, agora ameaçada por um fenómeno de esclerose mais vasto que vai debilitando toda uma região.

Somos do interior de um território, de um tempo, de um país que jamais se soube organizar como corpo coerente, nem mesmo em tempos de abundância quando à metrópole aportavam o oiro e a pimenta. Confiado na sua dimensão ultramarina e nos proventos das colónias, o Estado descurou qualquer ambição de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo que crescia desproporcionadamente. A explicação oportuna pertence a Rui Ramos, coordenador da novíssima “História de Portugal”. De acordo com o mesmo, “isso criou um poder político centrado em Lisboa, transformada quase em cidade-estado onde tudo se passava, à margem de um interior rural e pobre com que ninguém se preocupava”.

E aqui, nesta cidade encastrada no suave declinar da serra, porto de alegria por inventar, o peso da interioridade assume contornos particulares, de saturação, de enervamento, de falhanço colectivo, gerando uma atmosfera peculiar, com a sua nota de encanto funesto. Trocam-se sorrisos pouco claros, adia-se qualquer gesto de partilha calorosa, foge-se para Espanha, para Castelo Branco, para Lisboa, de modo a escapar à pequena representação, à farsa sem sentido dos dias convencionados e das rotinas replicadas sem alma.

Busca-se o pulsar forte de uma urbe, o gozo descomprometido, as luzes e o estrépito dos centros comerciais, e volta-se com o pequeno remorso de uma traição inconsequente, de um devaneio carecido de ousadia. O quotidiano retomado é apenas vagamente doloroso, repleto de rumores inconsequentes, de conversas banais sobre a actualidade mediática, que são o prenúncio de uma resistência já quebrada, de um retorno tolerante aos lugares de todos os dias.

Assim se vai escrevendo uma história de resignação, de desenvolvimento adiado, amordaçadas as almas por esta ambiência soturna de uma cidade que parece cada vez mais falhar a sua vocação como capital de um distrito, onde outros vão assumindo maior protagonismo.

A cidade sobrevive dificilmente, presa às memórias de um tempo onde a azáfama das fábricas, do pequeno comércio, dos serviços desenhavam um cenário tranquilizador, no qual não faltava, ainda, o bulício dos cafés como O Facha, O Central, O Alentejano e O Tarro (os mais velhos evocarão, porventura, O Plátano, O Alpendre, a inolvidável tasca do Marchão). Perderam-se traços identitários fortes, o Cinema no Crisfal é mera recordação, o Jardim da Corredoura foi impiedosamente trucidado, o Clube de Ténis, a Quinta da Saúde, o Colégio de Santo António jazem num limbo de esquecimento, entre muitos outros espaços que subsistem maltratados e desprezados.

Esta incapacidade para manter vivos e estimar símbolos basilares no plano da vivência colectiva, tem-se revelado como um dos factores mais desgostantes e desmobilizadores para muitos dos que vão teimando em ficar, presos ao apego de uma matriz indiscernível, de um perfume difuso de casas antiquíssimas. Para estes, restará sempre o pulsar nostálgico dos lugares, o alento de memórias percutidas desde o fundo de uma cidade que se debate entre a realidade e a lenda, como uma dessas “cidades invisíveis” descritas por Italo Calvino com minúcia poética.

Dou por mim a caminhar pelas mesmas ruas de sempre, na peugada de alguma coisa perdida ou por acontecer, fiel a uma cidade que é a minha, pelo que dela sei tanto quanto pelo que dela desconheço. Trata-se de uma busca circular, infecunda, pois no fundo os lugares, tanto quanto as pessoas, existem apenas enquanto passado reificado ou futuro em esboço, e o presente é essa ordem adiada a debater-se entre as realidades fantasmáticas da memória e do desejo.

Contra a evidente estratégia de asfixia imposta pelo poder central (veja-se, por exemplo, como o orçamento de estado do presente ano nos reduz à quase insignificância), contra a ineficácia das estratégias locais e os atavismos que nos afundam numa magoada melancolia, Portalegre persiste e vai fitando, recalcitrante, o futuro.

Há novos espaços de cultura, de encontro e de convívio, mas a continuada sangria populacional documentada pelas estatísticas gera inquietação. Há novos agentes de desenvolvimento e novas plataformas de intervenção, mas o centro histórico está a morrer aos poucos e o pequeno comércio é, cada vez mais, uma realidade acossada. Paira alguma incompreensão, quanto a opções que dificultam uma afirmação de valores culturais e históricos próprios. Falta, na mesma medida, um pensamento orientador que ataque as razões de isolamento e permita uma maior visibilidade e atractividade no contexto regional e transfronteiriço em que nos inserimos.

Socorro-me dos versos de Cesariny: “Faz falta por aqui uma grande razão”, uma razão que não seja a soma de pequenos interesses instalados, de egoísmos ressabiados, mas um impulso participado para romper a abulia e o medo de existir que, também por aqui, nos vai tolhendo a vontade.

Esta é, em todo o caso, uma terra para habitar sem fatalismos, na expectativa crua de que é feita a vida em qualquer lugar, tão semelhante afinal é o destino que nos empurra e nos molda. Num arrepio de horas irreais, contemplo-a vezes sem conta em busca de uma cintilação, de um contorno, de uma linha pulsante, e medito as múltiplas ramificações a que dá lugar na imaginação de todos os que a habitaram ou habitam. Tal como um poema é composto de palavras, uma cidade é composta de homens, homens que sonham diferentes cidades dentro da cidade.

Portalegre revelada por uma teoria poética de fractais, um segredo guardado demasiado tempo, um saber rarefeito, isto ou o silêncio acumulado dos muros, o escudo de cal defensiva, memórias presas num dúbio limiar de autenticidade.

Carlos Baptista
Colaborador da Revista Pormenores

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A crítica que se segue não é generalizada, mas está perigosamente perto da maioria, indo esta tomada de posição no sentido de evitar o definitivo avanço de práticas erradas, que, pela sua repetição, começam a ser apropriadas como correctas.

Reconhecendo as limitações que nos são impostas por uma região como a nossa, sejam elas económicas, sociais ou imaginárias, confesso-me incomodado por uma em particular, a dificuldade no acesso à informação.

Podendo isto partir de algum defeito ou egoísmo profissional, e que poderá não ser partilhado por toda a classe a trabalhar no Alentejo, não falo da informação recolhida junto do cidadão alentejano comum, esse que tantas vezes é acusado de estar demasiado estático face a esta modernidade em constante mutação.

Falo das principais fontes de informação existentes numa região como o Alentejo, entidades e instituições com dimensão para o ser, muitas delas ligadas de uma forma ou de outra ao Estado central. Volto a dizer, a crítica não é generalizada.

Mantidas em circuito fechado, parecem manter uma desconfiança vigilante face a tudo o que está rotulado como “imprensa”, acreditando ingenuamente, ou não tão ingenuamente quanto isso, que mantêm o canal aberto através dos seus gabinetes de comunicação e dos seus incontáveis press release.

Sem querer menosprezar a importância deste esforço em “informar” ou dos profissionais envolvidos, ele não encerra a responsabilidade – e obrigação – em dar acesso a aspectos que extrapolem aquilo que mais lhes convém difundir.

Esta abordagem comunicacional, e não informativa, cresce consoante a dimensão da fonte, deixando-se muitas vezes perder numa superficialidade que contamina inevitavelmente os meios de informação jornalísticos, principalmente os regionais.

Com a falta crescente de “notícia”, aliada a um estatuto de parente pobre de uma classe também ela centralizada – muito por culpa própria, diga-se -, este “fechar de torneira” por parte das instituições corrompe seriamente a génese jornalística que ajudou a fundar muitos destes jornais e rádios, empurrando-os cada vez mais para uma latente plasticidade e retirando-lhe credibilidade junto dos leitores.

Mesmo quando existe um esforço real em trabalhar de forma aprofundada temas da região, por meios da região, vêem à tona as agendas eternamente preenchidas, doenças súbitas ou férias intermináveis, esquivando-se desta forma a prestar declarações que, ao que parece, na sua opinião, ou são inconsequentes ou potencialmente comprometedoras.

Talvez se fosse um jornal de Lisboa… Pena é que poucos vão sendo os leitores alentejanos que os vão lendo. Eles, os maiores interessados.

Alcides Parreira
Director da Revista Pormenores
alcidesparreira@pormenores.pt

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Dal Polo all’Equatore_1_Yervant Gianikian e Angela Ricci Lucchi

Programa da décima edição do Doc´s Kingdom
Dedicado à Imagem-Arquivo o seminário terá a presença e filmes de Hartmut Bitomsky, Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi, Edgardo Cozarinsky e Susana de Sousa Dias

Uma primeira apresentação do último filme que o realizador argentino Edgardo Cozarinsky ainda está a produzir, bem como quatro filmes de Hartmut Bitomsky, director da Academia de Cinema e Televisão de Berlim desde 2006, ou Frammenti Elettrici N. 6 – Diario 1989. Dancing In The Dark, o último filme da dupla de cineastas italiana Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi são apenas alguns dos filmes que os participantes da décima edição do Doc´s Kingdom poderão ver e discutir com os realizadores.

De 16 a 20 de Junho, e tendo como mote A Imagem-Arquivo, Serpa volta a receber o seminário que é já uma referência no mundo do documentário. Nesta edição estarão presentes os realizadores Hartmut Bitomsky (Alemanha), Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi (Itália), Edgardo Cozarinsky (Argentina) e Susana de Sousa Dias (Portugal) e serão exibidos catorze filmes destes realizadores.

A programação dia-a-dia segue abaixo e um Dossier de Imprensa com toda a informação sobre o Doc´s Kingdom 2010 (incluindo sinopses dos filmes)  em anexo.

Fotografias para download aqui http://www.sendspace.com/file/168vp4

PROGRAMAÇÃO DOC´S KINGDOM 2010

16 Junho – QUARTA-FEIRA

21h00 – Sessão de abertura
Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi

Dal Polo All’ Equatore
,1986, 101’ /Do Pólo ao Equador

17 Junho – QUINTA-FEIRA
10h00 – Hartmut Bitomsky

Deutschlandbilder
, 1983, 60’/ Imagens da Alemanha

+
Edgardo Cozarinsky

La guerre d’un seul homme
, 1982, 105’/A Guerra de um Só Homem


15h00 – Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi

Io Ricordo
, 1997, 11’/Eu Recordo
Uomini, anni, vita
, 1990, 70’/Homens, anos, vida

16h50 – Susana de Sousa Dias
48,
2009, 93’

19h00 – Debate

18 Junho – SEXTA-FEIRA
10h00
Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi
Nocturne
,1997, 18’/ Nocturno
Frammenti Elettrici N. 6 – Diario 1989. Dancing In The Dark
, 2009, 60’
Ghiro Ghiro Tondo
, 2007, 62’

14h30 – Hartmut Bitomsky
Staub
, 2007, 90’

16h30 – Debate

19 Junho – SÁBADO
10h00 – Edgardo Cozarinsky

Boulevards du Crépuscule
, 1992, 65’
Trabalho em curso / work in progress, 60’

12h30 – Debate

15h00 – Hartmut Bitomsky
Das Kino und der Tod
, 1988, 46’/O Cinema e a Morte
Das Kino und der Wind und die Photographie
, 1991, 56’/O Cinema, o Vento e a Fotografia

17h20 – Debate

19h00 – Debate final

20 Junho – DOMINGO
10h30 –
O Cinema, Cem Anos de Juventude
Programa de iniciação ao cinema, apresentado pela Associação Os Filhos de Lumière. Inclui a exibição de filmes realizados no ano corrente por alunos da Escola Secundária de Serpa.

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O Inverno foi longo, frio e chuvoso. Pareceu-nos uma verdadeira eternidade.

Uns disseram que nunca tinham visto nada assim, outros afirmaram que foi um Inverno à antiga. Apresentam-se estatísticas, que dizem que este foi o Inverno mais chuvoso de sempre, e outros apontam estas súbitas mudanças como a face mais visível das alterações climáticas.

Da nossa parte, sabemos que as barragens se encheram e que os campos estão verdejantes como nunca. A Primavera sorri para nós com um esplendor inesperado. Valeu a pena, no final de contas, ter vivido dias tão cinzentos.

Parece que funciona assim, na natureza, como na vida. Devemos passar por ciclos cinzentos para que possamos compreender em pleno a dádiva das pequenas alegrias.

A Pormenores completa nesta edição um ano de vida. Com menos edições do que esperávamos, com um intervalo na publicação que não estava programado e com muitos dias cinzentos pelo meio.

Mas, por estes lados, o sol começa a brilhar timidamente, e as pequenas vitórias desta equipa fazem tudo valer a pena.

Há mesmo muito tempo que não se via bom tempo.

Parabéns à Pormenores. Aos colaboradores, aos assinantes, aos leitores, aos parceiros, aos curiosos que nos descobrem em todas as edições por esse país fora.

E parabéns a esta equipa. Que se deixou vencer em algumas “batalhas”, mas que não desistiu da “guerra” que considera essencial. Contribuir para a melhoria de qualidade da imprensa no Alentejo e para o desenvolvimento desta região.

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A 6ª edição da Pormenores está recheada, como já é habitual, de histórias deste nosso Alentejo. Difícil é escolher entre tantos temas interessantes e tantas “estórias” que nos entram pela redacção. Ainda mais, quando tantas pessoas de boa vontade se propõem ajudar nas mais variadas áreas. Desde a fotografia à ilustração, passando pela reportagem, é uma pena não termos espaço para publicar todas as propostas de colaboração que nos chegam. Há tanto talento na nossa região.

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No decorrer dos últimos meses, a Pormenores “instalou-se” confortavelmente na Internet.

O advento da tecnologia assim o dita e a Pormenores, para além do indispensável site – www.pormenores.pt-  e do já rotineiro Blog  - www.blog.pormenores.pt-  está assiduamente no facebook e no twitter. Porque todos os dias há pormenores para divulgar e coisas a acontecer e, principalmente, porque precisamos de ouvir o nosso leitor. A Pormenores é também feita por si.

Visite-nos online, troque ideias com a redacção, conte-nos sobre o “seu Alentejo”.

Ângela Mendes
angelamendes@pormenores.pt

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“As crianças e jovens em risco nas notícias” é o tema da segunda sessão dos Seminários de Média e Sociedade que a Área Científica de Jornalismo, Comunicação e Tecnologias de Informação da Escola Superior de Educação de Portalegre (ESEP) está a organizar.

A sessão decorrerá no auditório da ESEP no dia 19 de Maio pelas 15 horas e contará com as presenças de Lídia Marôpo, investigadora do Centro de Investigação de Media e Jornalismo e que tem trabalhado a forma como as jornalistas noticiam os temas relacionados com as crianças e jovens; Maria José Martins, professora na ESEP que apresentará uma comunicação intitulada: “A influência dos média no comportamento da criança” e Helena Castro, Presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Portalegre.

Esta sessão, a última no presente ano lectivo, será moderada pela professora Sónia Lamy.

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Paulo Pimenta, reportar fotográfico do jornal Público, foi o vencedor do ESTAÇÃO IMAGEM I MORA, o único prémio de fotojornalismo actualmente existente em Portugal.

Os vencedores foram anunciados no sábado, 24 de Abril, pelo júri internacional, reunido em Mora durante quatro dias, constituído por Aypery Ecer (vice-presidente para a fotografia da agência Reuteurs, e que foi a presidente do júri do World Press Photo deste ano), Daphné Anglès (coordenador para a Europa da fotografia do diário norte-americano New York Times), Magdalena Herrera (directora de fotografia da revista francesa Geo) e Francesco Zizola (fotojornalista da agência Noor, distinguido oito vezes no World Press Photo).

A cerimónia de entrega dos prémios decorreu no Auditório do Parque de Feiras de Mora e, Aypery Ecer sublinhou a importância dos concursos nacionais e regionais de fotojornalismo na renovação da fotografia, chamando a atenção dos repórteres para os assuntos locais. Frisou ainda o facto deste prémio “distinguir reportagens, e não fotografias individuais, e como é cada vez mais importante os jornalistas trabalharem os assuntos em profundidade”.

Nesta primeira edição ESTAÇÃO IMAGEM I MORA, concorreram 191 fotógrafos profissionais, com mais de 600 reportagens. Prémio que contou com a parceria da Câmara Municipal de Mora e ainda com o apoio nos media da agência Lusa e da RTP.

Os vencedores do prémio internacional de fotojornalismo Estação Imagem / C.M.Mora:

Na categoria de Notícias o primeiro classificado foi Ricardo Meireles (agência Via Visuais) e o segundo foi Nélson Garrido (Jornal Público); na categoria Vida Quotidiana João Carvalho Pina (colectivo Kameraphoto) ficou em primeiro, enquanto Nacho Doce (agência Reuters) em segundo e Nelson dÁires (colectivo Kameraphoto) em terceiro; Guillaume Pazat ( colectivo Kameraphoto) venceu na categoria Retrato; em Artes e Espectáculo o prémio foi entregue a Gonçalo Rosa da Silva (editor da revista Visão); na categoria Ambiente, Nuno Ferreira foi o premiado (colaborador permanente do jornal Correio da Manhã e correspondente em Viseu da agência Lusa);

No Desporto destacou-se Jorge Monteiro (agência GestiFoot Media); e na categoria especial 2009: Ano de Eleições, venceu Nelson d´Aires (colectivo Kameraphoto).

Ainda nesta cerimónia, Joao Carvalho Pina recebeu uma bolsa de 5000 euros para desenvolver um projecto documental sobre o que aconteceu às unidades colectivas de produção (UCP) constituídas no Alentejo depois da revolução de 1974.

A Estação Imagem é uma associação sem fins lucrativos dedicada ao estudo e promoção da imagem, com particular enfoque na fotografia documental. Criada em Mora e elegendo o Alentejo como campo de acção, a Estação Imagem propõe-se dar um contributo activo à luta contra a desertificação e o isolamento da região.

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conversas a volta dos livros

Será  Évora uma cidade inspiradora para um escritor? Qual a tradição de restauro de livros e que tipo de livros se restauram em Évora? Como é vivida a edição na cidade? Estas e outras questões irão preencher o encontro “Conversas à Volta dos Livros”, promovido pelo Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.

O encontro, que se realiza no Salão dos Paços do Concelho da Autarquia, entre as 10h30 e as 18h30, tem entrada livre e destina-se a todos quantos se interessam por livros e pelo seu mundo, e pretende, de forma informal, abrir uma caixa de diálogo, entre os especialistas convidados e os participantes, tendo como pano de fundo a cidade de Évora e a sua região.

O programa do encontro segue, no horário indicado, os seguintes temas de debate, animados pelos respectivos oradores convidados: 10h30 – A ilustração, por Maria João Raimundo e António Couvinha (C.M.E.); 11h30 – A conservação, por Patrícia Barradas (Arquivaletras/BPE); 12h30 – O restauro, por Sandrine Barahona (Atelier Barahona); 14h30 – A fotografia, pelos fotógrafos António Carrapato e Paulo Nuno (Évora); 15h30 – A edição, por Manuel Silva Terra, como representante da Editora Licorne, antiga Casa do Sul (Évora); 16h30 – A tradução, por Joana Caspurro (Évora); 17h30 – A escrita, pelos escritores Maria Sarmento, Margarida Morgado e Manuel Silva Terra (Évora).

O Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, como biblioteca especializada do município, considera importante comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, celebrado a 23 de Abril, para assim contribuir para o enriquecimento e difusão da cultura local, nomeadamente através do incremento dos hábitos de leitura e da divulgação do livro.

Informação disponibilizada pela C.M.Évora

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image001O Instituto Politécnico de Portalegre dá continuidade ao Ciclo de Conferências de Senadores, “A República e o Mundo”, no próximo dia 28 de Abril, pelas 18 horas, no auditório dos Serviços Centrais (Praça do Município – Portalegre). O conferencista convidado é o Professor Doutor José Veiga Simão.

O Ciclo de Conferências de Senadores é uma iniciativa do Instituto Politécnico de Portalegre, integrada nas comemorações do centenário da República. O objectivo é proporcionar uma reflexão conjunta sobre o percurso que nos trouxe até ao Portugal de hoje, através da vivência de “senadores”.

A entrada nas conferências é livre e extensível a todos os interessados.

Sobre o conferencista

O Professor Doutor José Veiga Simão nasceu em 1929 na Guarda. Foi em Coimbra e na sua Universidade que em 1951 se licenciou em Ciências Físico-Químicas e que em 1961 foi seu Professor catedrático, após o doutoramento em Física Nuclear que realizou na Universidade de Cambridge em 1957.

Entre 1963 e 1970 foi Reitor da Universidade de Lourenço Marques, em Moçambique.

Mas é fundamentalmente a partir de 1970 que a sua vida profissional ganha outra dimensão, passando, a partir daí, a ser um professor universitário com grandes responsabilidades políticas, responsabilidades que manteve ao longo de três décadas.

De 1970 a 1974 foi Ministro da Educação Nacional, tendo ficado ligado a reformas profundas no sistema educativo português. A “Reforma Veiga Simão”, como ainda hoje é conhecida aquela etapa reformista da educação, assentou, por um lado, em pressupostos de “educação de todos os portugueses” e de “democratização do ensino” e, por outro lado, em projectos concretos de reforma do sistema escolar e de linhas gerais de reforma do ensino superior.

Após o 25 de Abril de 1974, assume, entre outros, os seguintes cargos públicos: é Embaixador de Portugal na ONU (1974-1975), Presidente do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (1978-1983 e 1985-1992), Ministro da Indústria e Energia, após ter sido eleito deputado (1983-1985) e Ministro da Defesa Nacional (1997-1999).

José Veiga Simão, um trajecto de vida ímpar: um aluno extraordinário, um professor universitário brilhante, um cidadão e um político com forte comprometimento social.

Informação disponibilizada pelo Instituto Politécnico de Portalegre

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Assinaturas Abril 10 blog

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henrique raposo
Na sua crónica do Expresso desta semana – a que deu o nome “O meu Alentejo” – Henrique Raposo declara que sentiu um daqueles “balázios metafísicos” ao folhear a Pormenores.

Embora seja apenas uma breve referência, estar entre os filmes de Michael Mann, Robert de Niro e Al Pacino, e entre  frases como “É no Alentejo que me sinto em casa” e “É através do Alentejo que posso respeitar Portugal”, é motivo de orgulho para a equipa da Pormenores ter ajudado o cronista a encontrar a sua “terra”.

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p10final

Portugal é a mais antiga nação da Europa e foi conhecido antigamente pelo nome de Lusitânia.

Tendo como referência a história de Portugal, a UNITED PHOTO PRESS lança o concurso internacional de 20 mil euros em prémios PORTUGAL 2010.

O concurso internacional PORTUGAL 2010 é aberto a todos os profissionais e amadores, nacionais e estrangeiros.
Integra fotografia, video por telémovel, escrita criativa e pintura interligando as 4 áreas e várias categorias nos trabalhos apresentados.

Surge desta forma a fusão de vários temas em fotografia, video, escrita criativa e pintura que passam pela construção de uma contracultura na arte Portuguesa; não exactamente no sentido radical de ruptura com a realidade social mas num sentido em que, precisamente, a partir dessa realidade mixada nas áreas, supostamente indiferente e perversamente domesticada, se afirma o olhar irónico, crítico ou redentor dos autores através dos temas a concurso do PORTUGAL 2010, que tem como sub-tema Portugal no Mundo, alargando infinitamente a realização e produção dos trabalhos no exterior.

Os trabalhos seleccionados serão apresentados em exposições nacionais e internacionais, finalizando o concurso com o livro PORTUGAL 2010.

Ler o Regulamento aqui.

Por cada inscrição será doado €1 ao FREE TIBET Portugal

O concurso tem apoio da Revista Pormenores.

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clube das republicas mortas

O Clube das Republicas Mortas – “Pormenores”

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A revista Ler do mês de Março, que fala maioritariamente de gastronomia e da inerente sociabilidade da mesa, faz nesta edição uma importante referência ao livro Alentejanando- Estórias e Sabores, da autoria de Joaquim Pulga, com prefácio José Carlos Albino.

Joaquim Pulga é nosso colaborador e tem-nos presenteado com deliciosas receitas na secção de gastronomia da Pormenores.

Apesar de na ultima edição esta secção não ter sido publicada, está prometido o regresso na 6ª edição da Pormenores, já no próximo mês de Abril.


ler de março


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A Revista Pormenores associa-se à UNITED PHOTO PRESS* no lançamento do concurso Internacional de Fotografia, Vídeo, Escrita criativa e Pintura.
O regulamento do concurso sairá a 2 de Abril e vamos falar dele por aqui.
FLYERP10 - Contactos
*ONG internacional privada sem fins lucrativos, recruta voluntários para potenciar actividades na área da comunicação social, desenvolve projectos promovendo as boas práticas éticas, culturais e ambientais, em áreas tão vastas como a fotografia e o fotojornalismo, promovendo publicações literárias e acções comunitárias nacionais e internacionais. www.unitedphotopress.com.

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O Bibliocafé Intensidez recebeu-nos este sábado para uma pequena apresentação da 5ª edição da Pormenores.

O espaço é sóbrio e acolhedor e encheu-se por completo numa noite de sábado bastante agradável.

Foi uma conversa bastante informal onde se trocaram algumas ideias sobre a imprensa regional e se esclareceram pontos essenciais sobre o Projecto Revista Pormenores.

Agradecemos a presença do público e, principalmente, a forma calorosa com que fomos recebidos pela Ana e pelo David, numa livraria diferente cujo espaço de refeições a equipa da Pormenores recomenda vivamente!*

* O bolo de chocolate com gelado é absolutamente divinal.

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A equipa da Pormenores vai estar por Évora no próximo sábado para falar sobre a 5ª edição da Pormenores e dar a conhecer o projecto ao público. Será uma pequena apresentação no bibliocafé Intensidez, pelas 22h.

Se estiverem por perto passem por lá!

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O projecto Recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, é o vencedor do Prémio Vasco Vilalva para a recuperação e valorização do património de 2009.

Das nove candidaturas este foi o projecto escolhido por unanimidade, devido à «grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional».

O Prémio Vasco Vilalva no valor de 50 mil euros é atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian, e pretende distinguir projectos de grande mérito na defesa do património.

A cerimónia de entrega decorrerá  amanhã pelas 11horas, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede – Quinta dos Olhos d’Água, em Marvão.

MUSEU AMMAIAMais informação em Fundação Calouste Gulbenkian

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Revista Pormenores de regresso às bancas

Depois de um interregno de alguns meses, a Revista Pormenores volta esta semana ao activo, colocando na rua a sua 5ª edição. Anteriormente com uma periodicidade mensal, e depois de uma necessária reestruturação em parte dos seus moldes, passa a bimestral, colocando ainda mais ênfase no aprofundamento dos temas explorados.

Mantendo inalteradas as directrizes que estiveram na sua génese, tanto a nível deontológico como gráfico, procura nesta sua segunda “carga” assegurar a continuidade de um projecto que desde cedo tentou inovar e preencher um espaço vazio existente na imprensa alentejana.

Optando desde o início por dar uma cobertura por igual a todo o Alentejo, ambiciona alargar áreas de influência e de mútuo conhecimento, levando a região a todo o País.

Não obstante o reforço de um jornalismo atento e crítico, a principal abordagem permanece centrada no positivismo, em mostrar o que de melhor se tem e se faz num Alentejo tantas vezes ignorado e esquecido.

É essa a direcção que aponta o editorial desta edição de Fevereiro, onde se fala “dos que por cá ficam, dos que para cá voltam, dos que por cá andaram e nunca esqueceram (…) umas vezes bebendo e outras dando a beber”.

Apesar das dificuldades sentidas em todo o processo, a equipa por detrás da Revista Pormenores continua convicta da sua escolha inicial, a de ficar e apostar na região alentejana e nos que por cá decidem viver

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destaques


Para além dos destaques pode ainda encontrar na Pormenores deste mês:

[Economia/Agricultura] 2015 e a recusa de um fim anunciado – o lento sangrar do sector leiteiro

[Cultura] “Trastes de 4 pés e assento de buínho

[Politica] Plano de Prevenção Anti-corrupção

[Saúde] Rede oncológica e as politicas de concentração

[História] Das beiras para o Alentejo

[Perfil] Maria Leal da Costa

[Turismo] Minas do Lousal

[Turismo / Perspectivas] Marvão: uma marca a registar

[Conhecer] Freguesia da Sé (Portalegre)

[Gentes] Mariana Campaniça

[Internet / Novas tecnologias] Portalegre Digital

[Arquitectura] Técnicas para a reabilitação de edifícios antigos

[Património] Ainda sai fumo branco pelo carrego – onde estão as paredes caiadas?

[Música] O regresso dos rebeldes (parte II)

[Ficção] Um maço de Winston

[Investigação cientifica] Práticas de gestão ambiental na administração pública

[Opinião] O Ano da Biodiversidade

[Dialectos] Ensaios e Tertúlias na Tasca do Mirra

[Portfólio] Paulo Moreira

[Agenda]

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O novo site do Portalegre Digital foi lançado hoje  com novo design e novas funcionalidades.

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Passem por www.portalegredigital.pt e deixem os vossos contributos ao novo Portal Regional do Portalegre Distrito Digital.

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A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a sexta e última pergunta do passatempo:

Em que dias decorreu o JazzFest do ano Passado?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a quinta pergunta do passatempo:

Quem coordenou a entrevista a Gianluca Petrella na primeira edição da Revista Pormenores?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a quarta pergunta do passatempo:

A crónica assinada pelo Nuno Catarino, na edição da Pormenores onde se foca o JazzFest de 2009, é acompanhada por uma ilustração. Qual o nome do ilustrador?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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Está oficalmente aberta a semana de paginação. A 5ª edição da Pormenores começa a ganhar forma.

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revistacidadedeevora8A Câmara Municipal de Évora convida a população a assistir à apresentação do Boletim Cultural “A Cidade de Évora”, Nº 8, que tem lugar no próximo dia 11 de Fevereiro, pelas 18 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Este boletim apresenta cerca de três dezenas de artigos, onde é privilegiado o tratamento de temáticas relacionadas com o património de Évora e do Alto Alentejo por investigadores e técnicos, nomeadamente das áreas da História, Arqueologia, História da Arte, Ciências Documentais e Literatura.

Ao longo de mais de 700 páginas vamos tomando conhecimento de realidades tão distintas e que estimulam a nossa curiosidade como os mais recentes trabalhos realizados na Anta da Velada das Éguas, as Mourarias e as Judiarias de Évora, o drama da Travessa do Pão Bolorento, a obra do Aqueduto da Água da Prata, o carro da água de Évora, o Colégio dos Meninos do Coro da Sé de Évora, a Sé e as Igrejas do Espírito Santo e de Santa Marta, passando pela ligação de Florbela Espanca e de Eça de Queirós a Évora, até às argamassas decorativas de Évora e Portalegre, entre diversos outros assuntos de relevante interesse.

São essencialmente um conjunto de estudos que oferecem uma reflexão e conhecimento mais aprofundado sobre assuntos de grande importância para o Concelho e região, com a particularidade de apresentarem também um leque considerável de dados inéditos que importa conhecer para uma melhor compreensão de um passado marcado por uma inigualável riqueza patrimonial que ainda hoje exerce uma visível influência sobre o nosso presente e constitui uma considerável mais valia para toda a região.

Informação Disponibilizada por C.M. Évora

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cabeçalho -JazzFest

Foi encontrado o vencedor do 3º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.

Novo Record: desta vez, foram precisos apenas 7 minutos para nos chegarem duas das quatro respostas correctas: Celso Miranda, José Eduardo Real, Luís Vintém ou Paulo Moreira.

E o vencedor foi Ricardo Pires.

Parabéns!

Obrigado a todos os outros participantes.

Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.

Estejam atentos.

Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.

Participem!

Boa sorte a todos.

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cabeçalho -JazzFest

A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a terceira pergunta do passatempo:

Quais os nomes de pelo menos dois dos quatro fotógrafos da Pormenores que fizeram fotografia na edição do JazzFest do ano passado?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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cabeçalho -JazzFest

Foi encontrado o vencedor do 2º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.

Desta vez, foram precisos 11 minutos para nos chegar a resposta correcta: Nuno Catarino.

E o vencedor foi Ricardo Batista.

Parabéns!

Obrigado a todos os outros participantes.

Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.

Estejam atentos.

Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.

Participem!

Boa sorte a todos.

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Depois de nos terem sido dedicados alguns minutos no programa “Iniciativa” de 30 de Agosto de 2009, voltamos a ser mencionados, “ao de leve”, numa peça sobre projectos no interior do país, e sobre pessoas que optam por viver fora dos grandes centros urbanos.

O programa será exibido hoje às 19:00, na RTP2.

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A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.

Lançamos hoje a primeira pergunta do passatempo:

Qual foi o músico que participou na edição do JazzFest de 2009, e que foi também entrevistado para a secção Perfil, na primeira edição da Revista Pormenores?

Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt

Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.

Boa sorte!

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A altura do ano remete-nos para balanços, redireccionamento de planos de acção, reforço de pontos positivos e correcção de erros, juntando um ano que termina a outro que começa.

Com o objectivo de ultrapassar as dificuldades de 2009 e começar renovados 2010, a equipa por detrás da Revista Pormenores reformula estratégias, procurando desta forma adaptar-se da melhor forma à realidade da região.

Com uma periodicidade que passa a bimestral, a apresentação dos temas escolhidos torna-se ainda mais cuidada e a escolha do público-alvo mais concisa.

A utilização das plataformas on-line passa também a fazer parte integrante da forma como a Pormenores continuará a chegar aos nossos leitores.

A maximização de todas as ferramentas ao nosso dispor – Blog, Twitter, Facebook, Youtube, Flickr, MySpace, Behance e LinkedIn – proporcionarão uma presença constante de conteúdos, actualizados frequentemente, e permitirão aos nossos leitores acompanhar o dia-a-dia do Alentejo.

Reconhecida a qualidade do trabalho efectuado dentro e fora de fronteiras, procuramos agora solidificar a estrutura empresarial por detrás da publicação.

Projectada para “sobreviver” com um baixo orçamento financeiro, a Revista Pormenores encontrou finalmente os parceiros certos que permitem a continuidade de uma publicação centrada na região Alentejo.

Sedeados no Alentejo e mantendo a distribuição nacional, procuramos dar uma visão dinâmica da região, longe dos estereótipos tantas vezes redutores e até negativos que os meios de comunicação nacional tentam fazer passar.

Por tudo isto, o regresso da Pormenores é uma realidade.

Esperamos poder corresponder às expectativas de todos os que acreditam em nós.

A Redacção Editorial
Alcides Parreira
Ângela Mendes
Paulo Barbosa

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Alcides Parreira y Paulo Barbosa dirigen desde Portalegre la revista ‘Pormenores‘, editada por Canto da Página-Comunicação e Serviços. Con una tirada de 5.000 ejemplares y distribución por todo el país, ‘Pormenores’ es, probablemente, la revista cultural más importante del Alentejo, con una amplia selección de temas y una perspectiva que mezcla sabiamente los contenidos locales o regionales con una puerta siempre abierta al exterior, con España en lugar significativo. El ideario de la publicación es claro, en este sentido: «Nos mueven los detalles. Las pequeñas cosas que pueden marcar la diferencia. La palabra exacta para una frase, la definición exacta para un concepto. El mundo actual se mueve a una velocidad vertiginosa. No siempre se puede estar atento a lo que pasa a nuestro alrededor. Por eso pretendemos llevar hasta usted nuestra región. El Alentejo es más que planicies doradas y tiene muchas historias que contar. Pero no sólo de palabras vive el hombre».

Entre los contenidos habituales de la publicación, editada a todo color y con un elegante diseño, destaca su atención a temas como la literatura, la economía, el turismo, la ecología o la historia, hábilmente mezclados con entrevistas a personajes de actualidad y con secciones fijas, que marcan la identidad de la revista. Pormenores es, desde esta perspectiva, una fuente inagotable de información para todas aquellas personas interesadas en la vida y la evolución del Alentejo, desde una visión que une lo social con lo cultural, en un sentido amplio. Sus últimos números, además, han tenido siempre presentes temas de la agenda española, como los refugiados de nuestra Guerra Civil o diferentes aspectos de cooperación transfronteriza. Con esta receta, Pormenores se convierte, como reza su subtítulo, en una interesante fórmula para ‘Conocer y comprender mejor el Alentejo‘. Probablemente su mayor virtud, su característica más profunda, es la enorme diversidad y el rigor de sus contenidos, que convierten su lectura en un sugerente ejercicio de conocimiento de una realidad cercana y llena de matices. Una puerta abierta (otra más) a la experiencia de cruzar la raya y dejarnos envolver por una cultura y una forma de ver la vida y el paso del tiempo que, a pesar de estar a nuestro lado, es con frecuencia profundamente diferente a la de los españoles. Por eso Portugal es el valor añadido natural a nuestra condición de extremeños, un privilegio que nunca dejará de acompañarnos en nuestro código identitario.

http://www.hoy.es/20091031/sociedad/pormenores-revista-cultural-importante-20091031.html

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Apesar de todas as opiniões elogiosas e positivas face ao resultado final da Revista Pormenores, este projecto editorial exclusivamente alentejano – ainda só com quatro números nas bancas – vê-se obrigado a parar e a repensar a sua estratégia de futuro.

Resultado mais visível do trabalho de uma equipa jovem – e bastante pequena -, a Pormenores procurou preencher um espaço vazio, levando ao País uma outra noção do Alentejo, contrária aos estereótipos usualmente associados à região, aprofundando e incentivando o conhecimento em torno da mesma.

Alheios às opiniões negativistas que adivinham para o Alentejo um futuro pouco prometedor, contrariámos a tendência de décadas, preterindo os grandes centros urbanos e fixando-nos no interior. Apostámos numa região que consideramos a nossa, onde queremos viver e contribuir.

Não obstante o empenho e o esforço revelado por nós, é impossível sobrevivermos sozinhos. Os números que chegaram ao público foram financiados quase totalmente por nós. A angariação de publicidade tem-se demonstrado infrutífera junto do tecido empresarial da região e temos encontrado resistência por parte do sector público.

Sem o respaldo de nenhum grupo económico por detrás, as condições para continuar nestes termos são praticamente nulas, o que – para nosso desalento – nos obriga a repensar todo o projecto, estando mesmo em cima da mesa a sua continuidade.

Para evitar tal cenário, estamos de momento a desenvolver vários esforços, em diversas direcções, com o objectivo de encontrar os parceiros necessários para levar adiante a Revista Pormenores, recusando-nos a aceitar que este é um projecto inviável, especialmente quando o mesmo foi idealizado para funcionar com valores bastante abaixo de projectos do mesmo tipo.

Como resultado de tudo isto, até estarem reunidas todas as condições que consideramos necessárias à continuidade da revista, somos obrigados a fazer uma interrupção na sua saída para os leitores.

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Fomos convidados para ser a Revista Oficial deste evento promovido pela Associação Comercial – Distrito de Évora, com o Apoio da Câmara Municipal de Évora e a Produção da Puríssimo Design – uma empresa também de Portalegre.

É com muito gosto que nos associamos a um evento que procura divulgar e promover o comércio tradicional.

A Pormenores estará presente com uma equipe de 6 fotógrafos e 2 jornalistas.

Na próxima quarta-feira, dia 9 de Setembro, às 22 horas, na Praça do Giraldo.

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http://eseprol.podOmatic.com/entry/2009-06-02T11_34_15-07_00

Os repórteres António Adão Farias e Guilherme Ferreira deslocaram-se às instalações da mais recente publicação portalegrense para entrevistar Alcides Parreira e Paulo Barbosa, ex-alunos da ESEP.

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Jornalista da SIC desde 1992, Pedro Coelho está actualmente à frente da rúbrica “Grande Repórter” da estação de Carnaxide.

Com um percurso  que nasce no jornalismo de proximidade, passa pela rádio, imprensa escrita e televisão, é aluno e docente, jornalista premiado e antigo membro do Sindicato da classe.

Sem se esconder atrás de subterfúgios ou respostas evasivas, revela uma opinião bastante crítica do panorama jornalístico actual, apontando defeitos e virtudes, mostrando-se convicto de estarmos perante um período de ruptura e de redefinição do papel do jornalismo na sociedade global.

Fomos entrevistá-lo no castelo da sua terra natal, Montemor-o-Novo.

Entrevista: Alcides Parreira / Fotos: Aminah Nunes

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A Revista Pormenores aposta numa publicação com conteúdos jornalísticos rigorosos, uma imagem gráfica cuidada e uma qualidade fotográfica elevada.

Contamos com vários especialistas nas mais variadas áreas, o que nos permite ambicionar oferecer uma publicação de referência.

Pormenores é uma revista mensal com artigos de fundo, maioritariamente grande reportagem de interesse cultural, social, económico, ambiental, entre outros.

Somos uma redacção jovem e empenhada em lançar no mercado uma publicação capaz de responder aos desafios do jornalismo actual.

A Revista Pormenores leva a região aos que nela vivem. No entanto, acreditamos que o Alentejo é merecedor de um interesse mais alargado, seja através dos muitos alentejanos espalhados pelo País, seja por uma ligação meramenente sentimental que vem ganhando força.

Nesse sentido, queremos estabelecer uma relação de proximidade que não é alcançada pelos órgãos de comunicação nacionais, trazendo a todos o que é de todos – uma informação concisa e verdadeira do Alentejo real.

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