Jun
23
Mais informação em http://www.escritanapaisagem.net/
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Jun
23
Apresentação da Revista na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide
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Jun
9
“Mas a cidade não contém o seu passado, ela conta-o como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimões das escadas, cada segmento riscado por arranhões, entalhes, esfoladuras”
Italo Calvino, “As Cidades Invisíveis”
Há sinais de abandono evidentes, cafés e lojas sem vida, fachadas a apodrecer, o peso da inércia e da descrença pesando sobre o casario do velho coração da cidade. Os dias invernosos, a chuva, a humidade entranhada acentuam o ar lúgubre da vetusta Rua do Comércio, outrora artéria central da urbe, agora ameaçada por um fenómeno de esclerose mais vasto que vai debilitando toda uma região.
Somos do interior de um território, de um tempo, de um país que jamais se soube organizar como corpo coerente, nem mesmo em tempos de abundância quando à metrópole aportavam o oiro e a pimenta. Confiado na sua dimensão ultramarina e nos proventos das colónias, o Estado descurou qualquer ambição de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo que crescia desproporcionadamente. A explicação oportuna pertence a Rui Ramos, coordenador da novíssima “História de Portugal”. De acordo com o mesmo, “isso criou um poder político centrado em Lisboa, transformada quase em cidade-estado onde tudo se passava, à margem de um interior rural e pobre com que ninguém se preocupava”.
E aqui, nesta cidade encastrada no suave declinar da serra, porto de alegria por inventar, o peso da interioridade assume contornos particulares, de saturação, de enervamento, de falhanço colectivo, gerando uma atmosfera peculiar, com a sua nota de encanto funesto. Trocam-se sorrisos pouco claros, adia-se qualquer gesto de partilha calorosa, foge-se para Espanha, para Castelo Branco, para Lisboa, de modo a escapar à pequena representação, à farsa sem sentido dos dias convencionados e das rotinas replicadas sem alma.
Busca-se o pulsar forte de uma urbe, o gozo descomprometido, as luzes e o estrépito dos centros comerciais, e volta-se com o pequeno remorso de uma traição inconsequente, de um devaneio carecido de ousadia. O quotidiano retomado é apenas vagamente doloroso, repleto de rumores inconsequentes, de conversas banais sobre a actualidade mediática, que são o prenúncio de uma resistência já quebrada, de um retorno tolerante aos lugares de todos os dias.
Assim se vai escrevendo uma história de resignação, de desenvolvimento adiado, amordaçadas as almas por esta ambiência soturna de uma cidade que parece cada vez mais falhar a sua vocação como capital de um distrito, onde outros vão assumindo maior protagonismo.
A cidade sobrevive dificilmente, presa às memórias de um tempo onde a azáfama das fábricas, do pequeno comércio, dos serviços desenhavam um cenário tranquilizador, no qual não faltava, ainda, o bulício dos cafés como O Facha, O Central, O Alentejano e O Tarro (os mais velhos evocarão, porventura, O Plátano, O Alpendre, a inolvidável tasca do Marchão). Perderam-se traços identitários fortes, o Cinema no Crisfal é mera recordação, o Jardim da Corredoura foi impiedosamente trucidado, o Clube de Ténis, a Quinta da Saúde, o Colégio de Santo António jazem num limbo de esquecimento, entre muitos outros espaços que subsistem maltratados e desprezados.
Esta incapacidade para manter vivos e estimar símbolos basilares no plano da vivência colectiva, tem-se revelado como um dos factores mais desgostantes e desmobilizadores para muitos dos que vão teimando em ficar, presos ao apego de uma matriz indiscernível, de um perfume difuso de casas antiquíssimas. Para estes, restará sempre o pulsar nostálgico dos lugares, o alento de memórias percutidas desde o fundo de uma cidade que se debate entre a realidade e a lenda, como uma dessas “cidades invisíveis” descritas por Italo Calvino com minúcia poética.
Dou por mim a caminhar pelas mesmas ruas de sempre, na peugada de alguma coisa perdida ou por acontecer, fiel a uma cidade que é a minha, pelo que dela sei tanto quanto pelo que dela desconheço. Trata-se de uma busca circular, infecunda, pois no fundo os lugares, tanto quanto as pessoas, existem apenas enquanto passado reificado ou futuro em esboço, e o presente é essa ordem adiada a debater-se entre as realidades fantasmáticas da memória e do desejo.
Contra a evidente estratégia de asfixia imposta pelo poder central (veja-se, por exemplo, como o orçamento de estado do presente ano nos reduz à quase insignificância), contra a ineficácia das estratégias locais e os atavismos que nos afundam numa magoada melancolia, Portalegre persiste e vai fitando, recalcitrante, o futuro.
Há novos espaços de cultura, de encontro e de convívio, mas a continuada sangria populacional documentada pelas estatísticas gera inquietação. Há novos agentes de desenvolvimento e novas plataformas de intervenção, mas o centro histórico está a morrer aos poucos e o pequeno comércio é, cada vez mais, uma realidade acossada. Paira alguma incompreensão, quanto a opções que dificultam uma afirmação de valores culturais e históricos próprios. Falta, na mesma medida, um pensamento orientador que ataque as razões de isolamento e permita uma maior visibilidade e atractividade no contexto regional e transfronteiriço em que nos inserimos.
Socorro-me dos versos de Cesariny: “Faz falta por aqui uma grande razão”, uma razão que não seja a soma de pequenos interesses instalados, de egoísmos ressabiados, mas um impulso participado para romper a abulia e o medo de existir que, também por aqui, nos vai tolhendo a vontade.
Esta é, em todo o caso, uma terra para habitar sem fatalismos, na expectativa crua de que é feita a vida em qualquer lugar, tão semelhante afinal é o destino que nos empurra e nos molda. Num arrepio de horas irreais, contemplo-a vezes sem conta em busca de uma cintilação, de um contorno, de uma linha pulsante, e medito as múltiplas ramificações a que dá lugar na imaginação de todos os que a habitaram ou habitam. Tal como um poema é composto de palavras, uma cidade é composta de homens, homens que sonham diferentes cidades dentro da cidade.
Portalegre revelada por uma teoria poética de fractais, um segredo guardado demasiado tempo, um saber rarefeito, isto ou o silêncio acumulado dos muros, o escudo de cal defensiva, memórias presas num dúbio limiar de autenticidade.
Carlos Baptista
Colaborador da Revista Pormenores
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Jun
7
A crítica que se segue não é generalizada, mas está perigosamente perto da maioria, indo esta tomada de posição no sentido de evitar o definitivo avanço de práticas erradas, que, pela sua repetição, começam a ser apropriadas como correctas.
Reconhecendo as limitações que nos são impostas por uma região como a nossa, sejam elas económicas, sociais ou imaginárias, confesso-me incomodado por uma em particular, a dificuldade no acesso à informação.
Podendo isto partir de algum defeito ou egoísmo profissional, e que poderá não ser partilhado por toda a classe a trabalhar no Alentejo, não falo da informação recolhida junto do cidadão alentejano comum, esse que tantas vezes é acusado de estar demasiado estático face a esta modernidade em constante mutação.
Falo das principais fontes de informação existentes numa região como o Alentejo, entidades e instituições com dimensão para o ser, muitas delas ligadas de uma forma ou de outra ao Estado central. Volto a dizer, a crítica não é generalizada.
Mantidas em circuito fechado, parecem manter uma desconfiança vigilante face a tudo o que está rotulado como “imprensa”, acreditando ingenuamente, ou não tão ingenuamente quanto isso, que mantêm o canal aberto através dos seus gabinetes de comunicação e dos seus incontáveis press release.
Sem querer menosprezar a importância deste esforço em “informar” ou dos profissionais envolvidos, ele não encerra a responsabilidade – e obrigação – em dar acesso a aspectos que extrapolem aquilo que mais lhes convém difundir.
Esta abordagem comunicacional, e não informativa, cresce consoante a dimensão da fonte, deixando-se muitas vezes perder numa superficialidade que contamina inevitavelmente os meios de informação jornalísticos, principalmente os regionais.
Com a falta crescente de “notícia”, aliada a um estatuto de parente pobre de uma classe também ela centralizada – muito por culpa própria, diga-se -, este “fechar de torneira” por parte das instituições corrompe seriamente a génese jornalística que ajudou a fundar muitos destes jornais e rádios, empurrando-os cada vez mais para uma latente plasticidade e retirando-lhe credibilidade junto dos leitores.
Mesmo quando existe um esforço real em trabalhar de forma aprofundada temas da região, por meios da região, vêem à tona as agendas eternamente preenchidas, doenças súbitas ou férias intermináveis, esquivando-se desta forma a prestar declarações que, ao que parece, na sua opinião, ou são inconsequentes ou potencialmente comprometedoras.
Talvez se fosse um jornal de Lisboa… Pena é que poucos vão sendo os leitores alentejanos que os vão lendo. Eles, os maiores interessados.
Alcides Parreira
Director da Revista Pormenores
alcidesparreira@pormenores.pt
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Jun
1
O Inverno foi longo, frio e chuvoso. Pareceu-nos uma verdadeira eternidade.
Uns disseram que nunca tinham visto nada assim, outros afirmaram que foi um Inverno à antiga. Apresentam-se estatísticas, que dizem que este foi o Inverno mais chuvoso de sempre, e outros apontam estas súbitas mudanças como a face mais visível das alterações climáticas.
Da nossa parte, sabemos que as barragens se encheram e que os campos estão verdejantes como nunca. A Primavera sorri para nós com um esplendor inesperado. Valeu a pena, no final de contas, ter vivido dias tão cinzentos.
Parece que funciona assim, na natureza, como na vida. Devemos passar por ciclos cinzentos para que possamos compreender em pleno a dádiva das pequenas alegrias.
A Pormenores completa nesta edição um ano de vida. Com menos edições do que esperávamos, com um intervalo na publicação que não estava programado e com muitos dias cinzentos pelo meio.
Mas, por estes lados, o sol começa a brilhar timidamente, e as pequenas vitórias desta equipa fazem tudo valer a pena.
Há mesmo muito tempo que não se via bom tempo.
Parabéns à Pormenores. Aos colaboradores, aos assinantes, aos leitores, aos parceiros, aos curiosos que nos descobrem em todas as edições por esse país fora.
E parabéns a esta equipa. Que se deixou vencer em algumas “batalhas”, mas que não desistiu da “guerra” que considera essencial. Contribuir para a melhoria de qualidade da imprensa no Alentejo e para o desenvolvimento desta região.
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A 6ª edição da Pormenores está recheada, como já é habitual, de histórias deste nosso Alentejo. Difícil é escolher entre tantos temas interessantes e tantas “estórias” que nos entram pela redacção. Ainda mais, quando tantas pessoas de boa vontade se propõem ajudar nas mais variadas áreas. Desde a fotografia à ilustração, passando pela reportagem, é uma pena não termos espaço para publicar todas as propostas de colaboração que nos chegam. Há tanto talento na nossa região.
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No decorrer dos últimos meses, a Pormenores “instalou-se” confortavelmente na Internet.
O advento da tecnologia assim o dita e a Pormenores, para além do indispensável site – www.pormenores.pt- e do já rotineiro Blog - www.blog.pormenores.pt- está assiduamente no facebook e no twitter. Porque todos os dias há pormenores para divulgar e coisas a acontecer e, principalmente, porque precisamos de ouvir o nosso leitor. A Pormenores é também feita por si.
Visite-nos online, troque ideias com a redacção, conte-nos sobre o “seu Alentejo”.
Ângela Mendes angelamendes@pormenores.pt
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Mai
20
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Abr
20
Um jantar no meio dos livros, conversas com escritores, sessões de contos, exposições, musica e uma madrugada programada para “a malta dos 10 aos 14 anos”… Eis algumas das propostas que a Biblioteca Municipal de Beja apresenta aos seus utilizadores para festejar o Dia Mundial do Livro.
A 23 de Abril os contadores Liliana Cianneto e Luís Carmelo vão desdobrar-se em inúmeras sessões de contos na Biblioteca, nas freguesias rurais e escolas do concelho (ver programa).
Liliana Cianetto nasceu em Buenos Aires, é professora e autora de mais de trinta livros. Enquanto narradora tem participado em inúmeros festivais por todo o mundo. Cristina Taquelim, a contadora anfitriã, reconhece-lhe “o humor fino, a sua capacidade de brincar com os estereótipos e a capacidade de se contar…”.
Luís Carmelo, o “homem de sorriso brando”, “conta sentado, sereno, às vezes tímido, abraçando cada um dos que o escutam com o olhar… conta como quem respira…” relata-nos Cristina Taquelim em tom de convite para que não percamos o Luís de vista no dia 23.
O jornalista Pedro Beça Múrias apresentará, ao fim da tarde (19 horas), na cafetaria da BMB, o seu livro “Crónicas da Sala de Espera”. Com estas crónicas, redigidas inicialmente para o auditório do Rádio Clube Português, Beça Múrias pretende mostrar o dia-a-dia de um jornalista nas salas de hospitais, espaços que tão bem conhece e onde fez tratamentos para combater um cancro. Algumas destas crónicas foram apresentadas em directo no Rádio Clube a partir das salas de tratamento de quimioterapia, usando o braço que tinha livre para falar ao telefone.
Ao cair da noite de 23 de Abril a Biblioteca de Beja propõe aos seus utilizadores um jantar entre livros e escritores, mediante marcação prévia que pode ser efectuada junto da cafetaria. Mais tarde (21h30), depois de um café e dois dedos de conversa, José Pedro Fernandes conversa com o escritor José Eduardo Agualusa no espaço “Lugar do Autor” e, em seguida, António Barreto, figura incontornável do pensamento político e sociológico em Portugal apresentará o seu livro “Anos Difíceis”, editado pela Relógio d’Água.
Quando a madrugada chegar haverá cachupa para todos mas, antes, o trio Vira Lata propõe-nos uma viagem pela música latina e lusófona, na qual apresentará versões de Lenine, Sara Tavares, Buika e Tito Paris.
Festa “after hours” entre livros para os mais novos…
“Das 9 da noite às 9 da manhã … uma directa na Biblioteca” é o desafio que lançamos aos jovens dos 10 aos 14 anos. Munidos dos seus instrumentos musicais, pijamas, sacos cama e alguma paparoca os mais novos vão viver uma noite de aventura. Vamos criar, escutar, ler e descobrir os caminhos da palavra. A expressão dramática, a andar à solta pela Biblioteca, a narração oral, o cinema de animação ou os jogos de dinâmica de grupo são algumas das actividades propostas. A participação dos jovens nesta “directa” entre livros e muitos amigos está dependente de inscrição prévia que deve ser efectuada no sector infantil BMB.
Informação disponibilizada por C.M.Beja
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Abr
19
Será Évora uma cidade inspiradora para um escritor? Qual a tradição de restauro de livros e que tipo de livros se restauram em Évora? Como é vivida a edição na cidade? Estas e outras questões irão preencher o encontro “Conversas à Volta dos Livros”, promovido pelo Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.
O encontro, que se realiza no Salão dos Paços do Concelho da Autarquia, entre as 10h30 e as 18h30, tem entrada livre e destina-se a todos quantos se interessam por livros e pelo seu mundo, e pretende, de forma informal, abrir uma caixa de diálogo, entre os especialistas convidados e os participantes, tendo como pano de fundo a cidade de Évora e a sua região.
O programa do encontro segue, no horário indicado, os seguintes temas de debate, animados pelos respectivos oradores convidados: 10h30 – A ilustração, por Maria João Raimundo e António Couvinha (C.M.E.); 11h30 – A conservação, por Patrícia Barradas (Arquivaletras/BPE); 12h30 – O restauro, por Sandrine Barahona (Atelier Barahona); 14h30 – A fotografia, pelos fotógrafos António Carrapato e Paulo Nuno (Évora); 15h30 – A edição, por Manuel Silva Terra, como representante da Editora Licorne, antiga Casa do Sul (Évora); 16h30 – A tradução, por Joana Caspurro (Évora); 17h30 – A escrita, pelos escritores Maria Sarmento, Margarida Morgado e Manuel Silva Terra (Évora).
O Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, como biblioteca especializada do município, considera importante comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, celebrado a 23 de Abril, para assim contribuir para o enriquecimento e difusão da cultura local, nomeadamente através do incremento dos hábitos de leitura e da divulgação do livro.
Informação disponibilizada pela C.M.Évora
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Abr
12
Na sua crónica do Expresso desta semana – a que deu o nome “O meu Alentejo” – Henrique Raposo declara que sentiu um daqueles “balázios metafísicos” ao folhear a Pormenores.
Embora seja apenas uma breve referência, estar entre os filmes de Michael Mann, Robert de Niro e Al Pacino, e entre frases como “É no Alentejo que me sinto em casa” e “É através do Alentejo que posso respeitar Portugal”, é motivo de orgulho para a equipa da Pormenores ter ajudado o cronista a encontrar a sua “terra”.
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Abr
5
O Clube das Republicas Mortas – “Pormenores”
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Abr
1
A equipa da Pormenores deseja a todos uma Boa Páscoa .
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Mar
31
A revista Ler do mês de Março, que fala maioritariamente de gastronomia e da inerente sociabilidade da mesa, faz nesta edição uma importante referência ao livro Alentejanando- Estórias e Sabores, da autoria de Joaquim Pulga, com prefácio José Carlos Albino.
Joaquim Pulga é nosso colaborador e tem-nos presenteado com deliciosas receitas na secção de gastronomia da Pormenores.
Apesar de na ultima edição esta secção não ter sido publicada, está prometido o regresso na 6ª edição da Pormenores, já no próximo mês de Abril.
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Mar
30
A Quinta do Barrieiro foi distinguida, durante o 1º Congresso de Turismo do Alentejo, com o prémio Qualificação da Oferta. Receberam ainda menções honrosas nesta categoria o Hotel Mar d’Ar e o Évora Hotel.
A Quinta do Barrieiro, um espaço de turismo rural no concelho de Marvão, é um dos parceiros da Revista Pormenores, pelo que o prémio que agora recebeu, deixa também toda a nossa equipa bastante feliz.
Sendo parceira da Pormenores num esforço continuo de melhorar a imagem e a oferta de qualidade da nossa região, a Quinta do Barrieiro oferece um exemplar da Pormenores a todos os seus visitantes.
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Mar
30
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Mar
25
A capa da Pormenores passou a estar presente no site Jornais & Revistas na secção cultura e Lazer.
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Mar
22
O vinho Monte da Penha merece hoje destaque no jornal Oje.
Para ler aqui Monte da Penha
Ou aqui Jornal Oje
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Fev
24
Revista Pormenores de regresso às bancas
Depois de um interregno de alguns meses, a Revista Pormenores volta esta semana ao activo, colocando na rua a sua 5ª edição. Anteriormente com uma periodicidade mensal, e depois de uma necessária reestruturação em parte dos seus moldes, passa a bimestral, colocando ainda mais ênfase no aprofundamento dos temas explorados.
Mantendo inalteradas as directrizes que estiveram na sua génese, tanto a nível deontológico como gráfico, procura nesta sua segunda “carga” assegurar a continuidade de um projecto que desde cedo tentou inovar e preencher um espaço vazio existente na imprensa alentejana.
Optando desde o início por dar uma cobertura por igual a todo o Alentejo, ambiciona alargar áreas de influência e de mútuo conhecimento, levando a região a todo o País.
Não obstante o reforço de um jornalismo atento e crítico, a principal abordagem permanece centrada no positivismo, em mostrar o que de melhor se tem e se faz num Alentejo tantas vezes ignorado e esquecido.
É essa a direcção que aponta o editorial desta edição de Fevereiro, onde se fala “dos que por cá ficam, dos que para cá voltam, dos que por cá andaram e nunca esqueceram (…) umas vezes bebendo e outras dando a beber”.
Apesar das dificuldades sentidas em todo o processo, a equipa por detrás da Revista Pormenores continua convicta da sua escolha inicial, a de ficar e apostar na região alentejana e nos que por cá decidem viver
.
Para além dos destaques pode ainda encontrar na Pormenores deste mês:
[Economia/Agricultura] 2015 e a recusa de um fim anunciado – o lento sangrar do sector leiteiro
[Cultura] “Trastes de 4 pés e assento de buínho
[Politica] Plano de Prevenção Anti-corrupção
[Saúde] Rede oncológica e as politicas de concentração
[História] Das beiras para o Alentejo
[Perfil] Maria Leal da Costa
[Turismo] Minas do Lousal
[Turismo / Perspectivas] Marvão: uma marca a registar
[Conhecer] Freguesia da Sé (Portalegre)
[Gentes] Mariana Campaniça
[Internet / Novas tecnologias] Portalegre Digital
[Arquitectura] Técnicas para a reabilitação de edifícios antigos
[Património] Ainda sai fumo branco pelo carrego – onde estão as paredes caiadas?
[Música] O regresso dos rebeldes (parte II)
[Ficção] Um maço de Winston
[Investigação cientifica] Práticas de gestão ambiental na administração pública
[Opinião] O Ano da Biodiversidade
[Dialectos] Ensaios e Tertúlias na Tasca do Mirra
[Portfólio] Paulo Moreira
[Agenda]
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Fev
23
O novo site do Portalegre Digital foi lançado hoje com novo design e novas funcionalidades.
Passem por www.portalegredigital.pt e deixem os vossos contributos ao novo Portal Regional do Portalegre Distrito Digital.
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Fev
12
A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.
Lançamos hoje a quarta pergunta do passatempo:
A crónica assinada pelo Nuno Catarino, na edição da Pormenores onde se foca o JazzFest de 2009, é acompanhada por uma ilustração. Qual o nome do ilustrador?
Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt
Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.
Boa sorte!
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Fev
8
Foi encontrado o vencedor do 3º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.
Novo Record: desta vez, foram precisos apenas 7 minutos para nos chegarem duas das quatro respostas correctas: Celso Miranda, José Eduardo Real, Luís Vintém ou Paulo Moreira.
E o vencedor foi Ricardo Pires.
Parabéns!
Obrigado a todos os outros participantes.
Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.
Estejam atentos.
Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.
Participem!
Boa sorte a todos.
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Fev
5
A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.
Lançamos hoje a terceira pergunta do passatempo:
Quais os nomes de pelo menos dois dos quatro fotógrafos da Pormenores que fizeram fotografia na edição do JazzFest do ano passado?
Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt
Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.
Boa sorte!
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Fev
1
Foi encontrado o vencedor do 2º livre-trânsito para o JazzFest de Portalegre deste ano.
Desta vez, foram precisos 11 minutos para nos chegar a resposta correcta: Nuno Catarino.
E o vencedor foi Ricardo Batista.
Parabéns!
Obrigado a todos os outros participantes.
Na próxima 6ª feira, nova pergunta, nova oferta.
Estejam atentos.
Respondam correctamente à questão enviando email para geral@pormenores.pt e habilitem-se a um dos seis livre-trânsito para o JazzFest 2010 que temos para oferecer.
Participem!
Boa sorte a todos.
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Jan
25
É este o mote para o projecto que foi apresentado à imprensa no passado fim-de-semana, durante as comemorações dos 112 anos da restauração do concelho de Marvão.
O conceito desenvolvido pela EVOL é bastante ambicioso na que toca à projecção do concelho e consequente desenvolvimento. A marca Marvão surge para fomentar a dinamização das actividades económicas, turísticas e culturais existentes no concelho, potenciando a criação de oportunidades para a comunidade residente em Marvão.
Sob a marca Marvão, pretende-se aglutinar todas as necessidades de comunicação do município. Nas palavras do Eng.º Vítor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal de Marvão, “… A marca “MARVÃO” representa todas as qualidades e virtudes do território e da comunidade que o caracteriza. Mais do que um símbolo, uma bandeira ou uma aplicação, esta será sim Marvão, Beirã, Portagem, Santo António das Areias, São Salvador da Aramenha e todas as terras, aglomerados urbanos e lugares do Município…”.
Como elemento gráfico foi escolhida a Guarita com o céu como pano de fundo.
Segundo a André Rocha da EVOL, o logo é inspirado em “uma imagem retida na primeira visita à Vila, sede de um território que esta mesma Guarita abraça com o olhar (…). O cinza quente tenta com isso transmitir o peso patrimonial, e o azul enquadrar a riqueza dos mananciais de água deste Território.”
Será esta a imagem que assegurará a coerência formal e conceptual da toda a comunicação interna e externa do município.
A ocasião foi ainda aproveitada para o lançamento da sub-marca Marvão: Bom gosto. Este cunho estará ligado às já habituais semanas gastronómicas do concelho de Marvão, a começar já com as Comidas D’ Azeite, a decorrer entre 6 e 20 de Fevereiro.
Para além dos elementos apresentados no passado fim-de-semana, a marca Marvão pretende ainda implementar um portal onde esteja disponível toda a informação sobre o concelho, iniciativas ao nível do turismo, eventos, informações úteis a potenciais investidores, apresentação de parceiros, entre outras. Para além deste novo portal, o já existente site do município sofrerá modificações.
A criação de um Guia do Munícipe e um Boletim Municipal/Cultural com um roteiro interno para os seus habitantes onde seja divulgada a vida do município está também programada.
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Jan
22
A Revista Pormenores, em parceria com o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, lança um Passatempo que oferece 6 livre-trânsito aos seus leitores para a edição do VIII JazzFest, a decorrer entre os dias 18 e 27 de Fevereiro.
Lançamos hoje a primeira pergunta do passatempo:
Qual foi o músico que participou na edição do JazzFest de 2009, e que foi também entrevistado para a secção Perfil, na primeira edição da Revista Pormenores?
Para participar basta responder por email para: geral@pormenores.pt
Será considerada vencedora a primeira resposta correcta recebida pela redacção nesta caixa de correio.
Boa sorte!
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Jan
13
Após a edição do livro “Lugares Alentejanos na Literatura Portuguesa”, uma compilação de fotografias dos mais variados locais do Alentejo, anexados a pequenos textos clássicos da nossa literatura, a Associação Estação Imagem e a Câmara Municipal de Mora avançam para a 1ª Edição do Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem / Mora.
O galardão é destinado a fotojornalistas portugueses, incluindo os que residem no estrangeiro, estrangeiros moradores em Portugal e a fotojornalistas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e estrangeiros residentes nos PALOP.
O júri conta com destacados nomes do fotojornalismo mundial e é liderado pela Vice-Presidente do Departamento de Fotografia da Reuters e Presidente do Júri da edição 2010 do World Press Photo, Ayperi Karabuda.
Os concorrentes podem apresentar os seus trabalhos entre 1 de Fevereiro e 15 de Março. O júri avaliará os trabalhos a concurso na terceira semana de Abril.
A Associação Estação Imagem foi apresentada oficialmente em Setembro de 2007 e pretende criar um acervo municipal de fotografia e de fotojornalismo único no país.
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Dez
22
A altura do ano remete-nos para balanços, redireccionamento de planos de acção, reforço de pontos positivos e correcção de erros, juntando um ano que termina a outro que começa.
Com o objectivo de ultrapassar as dificuldades de 2009 e começar renovados 2010, a equipa por detrás da Revista Pormenores reformula estratégias, procurando desta forma adaptar-se da melhor forma à realidade da região.
Com uma periodicidade que passa a bimestral, a apresentação dos temas escolhidos torna-se ainda mais cuidada e a escolha do público-alvo mais concisa.
A utilização das plataformas on-line passa também a fazer parte integrante da forma como a Pormenores continuará a chegar aos nossos leitores.
A maximização de todas as ferramentas ao nosso dispor – Blog, Twitter, Facebook, Youtube, Flickr, MySpace, Behance e LinkedIn – proporcionarão uma presença constante de conteúdos, actualizados frequentemente, e permitirão aos nossos leitores acompanhar o dia-a-dia do Alentejo.
Reconhecida a qualidade do trabalho efectuado dentro e fora de fronteiras, procuramos agora solidificar a estrutura empresarial por detrás da publicação.
Projectada para “sobreviver” com um baixo orçamento financeiro, a Revista Pormenores encontrou finalmente os parceiros certos que permitem a continuidade de uma publicação centrada na região Alentejo.
Sedeados no Alentejo e mantendo a distribuição nacional, procuramos dar uma visão dinâmica da região, longe dos estereótipos tantas vezes redutores e até negativos que os meios de comunicação nacional tentam fazer passar.
Por tudo isto, o regresso da Pormenores é uma realidade.
Esperamos poder corresponder às expectativas de todos os que acreditam em nós.
A Redacção Editorial
Alcides Parreira
Ângela Mendes
Paulo Barbosa
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Nov
4
Alcides Parreira y Paulo Barbosa dirigen desde Portalegre la revista ‘Pormenores‘, editada por Canto da Página-Comunicação e Serviços. Con una tirada de 5.000 ejemplares y distribución por todo el país, ‘Pormenores’ es, probablemente, la revista cultural más importante del Alentejo, con una amplia selección de temas y una perspectiva que mezcla sabiamente los contenidos locales o regionales con una puerta siempre abierta al exterior, con España en lugar significativo. El ideario de la publicación es claro, en este sentido: «Nos mueven los detalles. Las pequeñas cosas que pueden marcar la diferencia. La palabra exacta para una frase, la definición exacta para un concepto. El mundo actual se mueve a una velocidad vertiginosa. No siempre se puede estar atento a lo que pasa a nuestro alrededor. Por eso pretendemos llevar hasta usted nuestra región. El Alentejo es más que planicies doradas y tiene muchas historias que contar. Pero no sólo de palabras vive el hombre».
Entre los contenidos habituales de la publicación, editada a todo color y con un elegante diseño, destaca su atención a temas como la literatura, la economía, el turismo, la ecología o la historia, hábilmente mezclados con entrevistas a personajes de actualidad y con secciones fijas, que marcan la identidad de la revista. Pormenores es, desde esta perspectiva, una fuente inagotable de información para todas aquellas personas interesadas en la vida y la evolución del Alentejo, desde una visión que une lo social con lo cultural, en un sentido amplio. Sus últimos números, además, han tenido siempre presentes temas de la agenda española, como los refugiados de nuestra Guerra Civil o diferentes aspectos de cooperación transfronteriza. Con esta receta, Pormenores se convierte, como reza su subtítulo, en una interesante fórmula para ‘Conocer y comprender mejor el Alentejo‘. Probablemente su mayor virtud, su característica más profunda, es la enorme diversidad y el rigor de sus contenidos, que convierten su lectura en un sugerente ejercicio de conocimiento de una realidad cercana y llena de matices. Una puerta abierta (otra más) a la experiencia de cruzar la raya y dejarnos envolver por una cultura y una forma de ver la vida y el paso del tiempo que, a pesar de estar a nuestro lado, es con frecuencia profundamente diferente a la de los españoles. Por eso Portugal es el valor añadido natural a nuestra condición de extremeños, un privilegio que nunca dejará de acompañarnos en nuestro código identitario.
http://www.hoy.es/20091031/sociedad/pormenores-revista-cultural-importante-20091031.html
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Out
6
Apesar de todas as opiniões elogiosas e positivas face ao resultado final da Revista Pormenores, este projecto editorial exclusivamente alentejano – ainda só com quatro números nas bancas – vê-se obrigado a parar e a repensar a sua estratégia de futuro.
Resultado mais visível do trabalho de uma equipa jovem – e bastante pequena -, a Pormenores procurou preencher um espaço vazio, levando ao País uma outra noção do Alentejo, contrária aos estereótipos usualmente associados à região, aprofundando e incentivando o conhecimento em torno da mesma.
Alheios às opiniões negativistas que adivinham para o Alentejo um futuro pouco prometedor, contrariámos a tendência de décadas, preterindo os grandes centros urbanos e fixando-nos no interior. Apostámos numa região que consideramos a nossa, onde queremos viver e contribuir.
Não obstante o empenho e o esforço revelado por nós, é impossível sobrevivermos sozinhos. Os números que chegaram ao público foram financiados quase totalmente por nós. A angariação de publicidade tem-se demonstrado infrutífera junto do tecido empresarial da região e temos encontrado resistência por parte do sector público.
Sem o respaldo de nenhum grupo económico por detrás, as condições para continuar nestes termos são praticamente nulas, o que – para nosso desalento – nos obriga a repensar todo o projecto, estando mesmo em cima da mesa a sua continuidade.
Para evitar tal cenário, estamos de momento a desenvolver vários esforços, em diversas direcções, com o objectivo de encontrar os parceiros necessários para levar adiante a Revista Pormenores, recusando-nos a aceitar que este é um projecto inviável, especialmente quando o mesmo foi idealizado para funcionar com valores bastante abaixo de projectos do mesmo tipo.
Como resultado de tudo isto, até estarem reunidas todas as condições que consideramos necessárias à continuidade da revista, somos obrigados a fazer uma interrupção na sua saída para os leitores.
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Set
2
Fomos convidados para ser a Revista Oficial deste evento promovido pela Associação Comercial – Distrito de Évora, com o Apoio da Câmara Municipal de Évora e a Produção da Puríssimo Design – uma empresa também de Portalegre.
É com muito gosto que nos associamos a um evento que procura divulgar e promover o comércio tradicional.
A Pormenores estará presente com uma equipe de 6 fotógrafos e 2 jornalistas.
Na próxima quarta-feira, dia 9 de Setembro, às 22 horas, na Praça do Giraldo.
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Abr
27
Verdade ou Consequência, tomo IV
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