Jun
24
O Museu de Évora, todas as quintas-feiras, entre 24 de Junho e 23 de Setembro, mantém-se aberto até às 22 horas, sempre com uma visita guiada ou uma conferência pelas 20 horas. Para animar as conversas, ao cair da noite, servimos um refresco no pátio do Museu. O programa segue em anexo e as inscrições, com um limite máximo de 30 participantes, podem ser feitas por telefone 266 702 604 ou através do e-mail mevora@imc-ip.pt.
Arquivado em Agenda, Arqueologia, Artes Plásticas, Breves, Compreender, Comunidade, Cultura, Desvendar, História, Património, Sugestões, Turismo | Comente
Jun
11
A Câmara Municipal de Portalegre, em parceria com a Associação Comercial de Portalegre e com o apoio da Turismo do Alentejo E.R.T. e da TRIURBIR (Triângulo Urbano Ibérico Raiano), promove e apoia, mais uma vez, os arraiais dos Santos Populares organizados pelas diferentes entidades do Concelho de Portalegre, que decorrem de 11 a 29 de Junho. A tradição está de volta à zona histórica e comercial da Cidade durante o mês de Junho, os Santos Populares festejam-se em Portalegre com ruas enfeitadas com manjericos, balões e bandeirolas, com altares, cascatas, mastros, rua engalanadas e as afamadas marchas populares. Há sardinha assada e bailaricos. Há flores de papel na lapela, há quermesses, a tradicional queima da boneca e muito divertimento. São cerca de 40 arraiais que prometem animar as noites da Cidade de Portalegre. Há semelhança de anos anteriores, decorrerá também o concurso de fotografia, Arraial Fotográfico 2010, para que fiquem registados os melhores momentos destas festas e um Concurso de Quadras Populares. Os regulamentos destes concursos encontram-se disponíveis no Posto de Turismo de Portalegre e em www.cm-portalegre.pt. Segundo Adelaide Teixeira, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Portalegre, “A Cidade de Portalegre sempre teve a tradição de festejar os Santos Populares e este ano apostámos, mais uma vez nestes festejos para dinamizar quer a zona histórica, quer a zona de comércio tradicional da nossa cidade. Ao longo do mês de Junho vai haver animação e divertimento também nas restantes freguesias rurais com a actuação de grupos musicais e várias sardinhadas organizadas por diversas colectividades, associações culturais e por restaurantes da cidade. Temos a certeza que se vai repetir o sucesso de anos anteriores ”
SANTOS POPULARES EM PORTALEGRE
2010
Santo António – dia 13 de Junho
São João – dia 24 de Junho
São Pedro – dia 29 de Junho
Actividades
Altares, fogueiras, cascatas, queima da boneca, quermesses, bailes populares, marchas populares, ruas engalanadas, decoração da Rua do Comércio, sardinhada e muita animação.
ARRAIAL DE SANTO ANTÓNIO
11 de Junho
Bairro do Atalaião
Baile com o Duo Fernando Alves
Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão
Largo de S. Francisco.
Baile com o Organista Nuno José
Organização: CerciPortalegre
Átrio da Igreja de Santo António dos Assentos
Baile com o Organista Vítor Realinho
Organização: Paróquia da Sé
12 de Junho
Rua do Comércio
15h00 – Actuação do Grupo “Adufeiras de Monsanto”
Largo Frederico Laranjo
Actuação da Brigada OCAL (Música Popular) e sardinhadas servidas pelo Restaurante S. Mamede e Café Central
Organização: Comissão de Rua
Largo José Duro
Baile com o organista Jacinto Peixeiro e sardinhada servida pelo Restaurante Escondidinho
Organização: Comissão de Rua
Largo da Misericórdia
Baile com o DJ Nuno Crespo
Sardinhadas servidas pelo Restaurante O Cavalinho e pelo Café Vitória
Internato de Santo António
Baile com o Trio João, Pedro e Andreia
Organização: Internato de Santo António e Junta de Freguesia da Sé
Largo de S. Francisco
Baile com o Duo Fernando Alves
Organização: CerciPortalegre
Átrio da Igreja de Santo António dos Assentos
Desfile da Marcha de Vila Nova
Baile com o Organista João Cortes
Organização: Paróquia da Sé
Rua Heliodoro Salgado
Organização: Casa Mano a Mano de José Manuel Estorninho
Largo do Rossio das Carreiras
Baile com o Duo Paulo Salgueiro e demonstração de sevilhanas pela Escola Silvina Candeias
Organização: Junta de Freguesia
Largo da Igreja de S. Julião
Baile com o Organista Nuno José
Organização: Centro Cultural Desportivo e Recreativo de S. Julião
13 de Junho
Átrio da Igreja de Santo António dos Assentos
Arraial de Santo António
21h30 – Actuação do Coro Infantil dos Assentos
Baile com Tiago Afonso
Organização: Paróquia da Sé
Rua Heliodoro Salgado
Organização: Casa Mano a Mano de José Manuel Estorninho
ARRAIAL DE S. JOÃO
17 de Junho
Recinto de Entrada do Lar de S. Domingos – Fortios
Baile com o Duo Pedro e Pedro
Actuação do Rancho Folclórico Infantil dos Fortios
Organização: Associação dos Amigos da Terceira Idade dos Fortios
18 de Junho
Bairro do Atalaião
Baile com o organista Nuno José e desfile das Marchas de Lisboa
Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão
19 de Junho
Largo Jaime Belém
Organização: Centro Popular dos Trabalhadores dos Assentos
Largo da Casa do Povo
Organização: Associação de Jovens do Reguengo
Largo da Misericórdia
Actuação do Grupo Folclórico e Cultural da Boavista
Complexo Desportivo da Urra
Sardinhada e Demonstração de Sevilhanas pela Escola Silvina Candeias
Organização: Junta de Freguesia da Urra
23 de Junho
22h00 – Desfile da marcha popular da Vila Nova com a colaboração do Grupo de Cantares O Semeador
Trajecto: Café Alentejano – rua do comércio – Largo da Misericórdia – Largo Frederico Laranjo – rua 5 de Outubro – Largo José Duro – Largo José Lourinho – Rossio
Rua Heliodoro Salgado
Organização: Casa Mano a Mano de José Manuel Estorninho
Largo Frederico Laranjo
Baile com João Gomes e sardinhadas servidas pelo Restaurante S. Mamede e Café Central
Organização: Comissão de Rua
Largo José Duro
Baile com o organista Vítor Realinho e sardinhada servida pelo Restaurante Escondidinho
Organização: Comissão de Rua
Largo da Misericórdia
Baile com João Cortes
Sardinhada servida pelo Restaurante O Cavalinho e pelo Café Vitória
24 de Junho
Bairro do Atalaião
Baile com o organista Nuno José
Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão
Santa Casa da Misericórdia – Av. da Liberdade
Baile com o Duo Fernando Alves
Organização: Santa Casa da Misericórdia
25 de Junho
Largo de S. Francisco
Baile com João Cortes
Organização: CerciPortalegre
26 de Junho
Bairro do Atalaião
Baile com o Duo FM e desfile das Marchas de Lisboa
Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão
Largo Jaime Belém
Baile com João Cortes
Organização: Centro Popular dos Trabalhadores dos Assentos
Largo da Casa do Povo
Sardinhada e Marchas Populares pelo Grupo de Ginástica Sénior
Organização: Centro de Bem – Estar do Reguengo
Largo do Monte Carvalho
Sardinhada e Baile
Organização: Comissão de Festas da Ribeira de Nisa
ARRAIAL DE S. PEDRO
28 de Junho
Rua Heliodoro Salgado
Organização: Casa Mano a Mano
Largo Frederico Laranjo
Baile com Fernando Alves e sardinhadas servidas pelo Restaurante S. Mamede e Café Central
Organização: Comissão de Rua
Largo José Duro
Baile com o organista João Carlos e sardinhada servida pelo Restaurante Escondidinho
Organização: Comissão de Rua
Largo da Misericórdia
Baile com João Cortes
Sardinhadas servidas pelo Restaurante O Cavalinho e pelo Café Vitória
29 de Junho
Largo Frederico Laranjo
21h30 – Actuação dos Grupos “Sons do Campo” e “Nave Longa”
Largo do Rossio da Alagoa
Actuação do Grupo de Cantares Canto d’Alagoa
Organização: Associação Desportiva da Alagoa e Grupo de Cantares Canto d’Alagoa
Informação disponibilizada pela C.M.Portalegre
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Compreender, Comunidade, Comércio Tradicional, Cultura, Eventos, Gastronomia, História, Património, Perspectivas, Sugestões | 1 Comentário
Jun
9
“Mas a cidade não contém o seu passado, ela conta-o como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimões das escadas, cada segmento riscado por arranhões, entalhes, esfoladuras”
Italo Calvino, “As Cidades Invisíveis”
Há sinais de abandono evidentes, cafés e lojas sem vida, fachadas a apodrecer, o peso da inércia e da descrença pesando sobre o casario do velho coração da cidade. Os dias invernosos, a chuva, a humidade entranhada acentuam o ar lúgubre da vetusta Rua do Comércio, outrora artéria central da urbe, agora ameaçada por um fenómeno de esclerose mais vasto que vai debilitando toda uma região.
Somos do interior de um território, de um tempo, de um país que jamais se soube organizar como corpo coerente, nem mesmo em tempos de abundância quando à metrópole aportavam o oiro e a pimenta. Confiado na sua dimensão ultramarina e nos proventos das colónias, o Estado descurou qualquer ambição de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo que crescia desproporcionadamente. A explicação oportuna pertence a Rui Ramos, coordenador da novíssima “História de Portugal”. De acordo com o mesmo, “isso criou um poder político centrado em Lisboa, transformada quase em cidade-estado onde tudo se passava, à margem de um interior rural e pobre com que ninguém se preocupava”.
E aqui, nesta cidade encastrada no suave declinar da serra, porto de alegria por inventar, o peso da interioridade assume contornos particulares, de saturação, de enervamento, de falhanço colectivo, gerando uma atmosfera peculiar, com a sua nota de encanto funesto. Trocam-se sorrisos pouco claros, adia-se qualquer gesto de partilha calorosa, foge-se para Espanha, para Castelo Branco, para Lisboa, de modo a escapar à pequena representação, à farsa sem sentido dos dias convencionados e das rotinas replicadas sem alma.
Busca-se o pulsar forte de uma urbe, o gozo descomprometido, as luzes e o estrépito dos centros comerciais, e volta-se com o pequeno remorso de uma traição inconsequente, de um devaneio carecido de ousadia. O quotidiano retomado é apenas vagamente doloroso, repleto de rumores inconsequentes, de conversas banais sobre a actualidade mediática, que são o prenúncio de uma resistência já quebrada, de um retorno tolerante aos lugares de todos os dias.
Assim se vai escrevendo uma história de resignação, de desenvolvimento adiado, amordaçadas as almas por esta ambiência soturna de uma cidade que parece cada vez mais falhar a sua vocação como capital de um distrito, onde outros vão assumindo maior protagonismo.
A cidade sobrevive dificilmente, presa às memórias de um tempo onde a azáfama das fábricas, do pequeno comércio, dos serviços desenhavam um cenário tranquilizador, no qual não faltava, ainda, o bulício dos cafés como O Facha, O Central, O Alentejano e O Tarro (os mais velhos evocarão, porventura, O Plátano, O Alpendre, a inolvidável tasca do Marchão). Perderam-se traços identitários fortes, o Cinema no Crisfal é mera recordação, o Jardim da Corredoura foi impiedosamente trucidado, o Clube de Ténis, a Quinta da Saúde, o Colégio de Santo António jazem num limbo de esquecimento, entre muitos outros espaços que subsistem maltratados e desprezados.
Esta incapacidade para manter vivos e estimar símbolos basilares no plano da vivência colectiva, tem-se revelado como um dos factores mais desgostantes e desmobilizadores para muitos dos que vão teimando em ficar, presos ao apego de uma matriz indiscernível, de um perfume difuso de casas antiquíssimas. Para estes, restará sempre o pulsar nostálgico dos lugares, o alento de memórias percutidas desde o fundo de uma cidade que se debate entre a realidade e a lenda, como uma dessas “cidades invisíveis” descritas por Italo Calvino com minúcia poética.
Dou por mim a caminhar pelas mesmas ruas de sempre, na peugada de alguma coisa perdida ou por acontecer, fiel a uma cidade que é a minha, pelo que dela sei tanto quanto pelo que dela desconheço. Trata-se de uma busca circular, infecunda, pois no fundo os lugares, tanto quanto as pessoas, existem apenas enquanto passado reificado ou futuro em esboço, e o presente é essa ordem adiada a debater-se entre as realidades fantasmáticas da memória e do desejo.
Contra a evidente estratégia de asfixia imposta pelo poder central (veja-se, por exemplo, como o orçamento de estado do presente ano nos reduz à quase insignificância), contra a ineficácia das estratégias locais e os atavismos que nos afundam numa magoada melancolia, Portalegre persiste e vai fitando, recalcitrante, o futuro.
Há novos espaços de cultura, de encontro e de convívio, mas a continuada sangria populacional documentada pelas estatísticas gera inquietação. Há novos agentes de desenvolvimento e novas plataformas de intervenção, mas o centro histórico está a morrer aos poucos e o pequeno comércio é, cada vez mais, uma realidade acossada. Paira alguma incompreensão, quanto a opções que dificultam uma afirmação de valores culturais e históricos próprios. Falta, na mesma medida, um pensamento orientador que ataque as razões de isolamento e permita uma maior visibilidade e atractividade no contexto regional e transfronteiriço em que nos inserimos.
Socorro-me dos versos de Cesariny: “Faz falta por aqui uma grande razão”, uma razão que não seja a soma de pequenos interesses instalados, de egoísmos ressabiados, mas um impulso participado para romper a abulia e o medo de existir que, também por aqui, nos vai tolhendo a vontade.
Esta é, em todo o caso, uma terra para habitar sem fatalismos, na expectativa crua de que é feita a vida em qualquer lugar, tão semelhante afinal é o destino que nos empurra e nos molda. Num arrepio de horas irreais, contemplo-a vezes sem conta em busca de uma cintilação, de um contorno, de uma linha pulsante, e medito as múltiplas ramificações a que dá lugar na imaginação de todos os que a habitaram ou habitam. Tal como um poema é composto de palavras, uma cidade é composta de homens, homens que sonham diferentes cidades dentro da cidade.
Portalegre revelada por uma teoria poética de fractais, um segredo guardado demasiado tempo, um saber rarefeito, isto ou o silêncio acumulado dos muros, o escudo de cal defensiva, memórias presas num dúbio limiar de autenticidade.
Carlos Baptista
Colaborador da Revista Pormenores
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Blogosfera, Compreender, Comunidade, Cultura, História, Imprensa, Internet, Jornalismo, Opinião, Perspectivas, Pormenores | Comente
Jun
4
Circuito circular de 12 km aproximadamente
Partida – Igreja dos Galegos
8 horas (hora portuguesa) – Migas do Contrabandista com café da chocolateira
8.15 – Inscrições de última hora
9.00 – Início do Percurso Internacional do Contrabando do Café
13.00 – Chegada à Igreja dos Galegos
Almoço convívio (pré inscrição e pré pagamento)
Inscrições (entre as 9 e as 16horas)
245909138
963 168 087
email: antonio.garraio@cm-marvao.pt
Arquivado em Actualidade, Agenda, Ambiente, Compreender, Comunidade, Cultura, Desporto, Desvendar, Eventos, Geografia, Hedonismos, História, Sugestões, Turismo | Comente
Mai
27
De 3 a 13 de Junho 2010 o Centro Histórico de Arraiolos transforma-se em centro de exposição, por excelência, para o “Tapete de Arraiolos”.
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Artes Plásticas, Comunidade, Comércio Tradicional, Cultura, Design, Economia, Eventos, História, Património, Produto, Turismo | Comente
Mai
20
Arquivado em Actualidade, Agenda, Comunidade, Cultura, Educação, Eventos, Gastronomia, Geografia, História, Imprensa, Património, Turismo | Comente
Abr
20
Um jantar no meio dos livros, conversas com escritores, sessões de contos, exposições, musica e uma madrugada programada para “a malta dos 10 aos 14 anos”… Eis algumas das propostas que a Biblioteca Municipal de Beja apresenta aos seus utilizadores para festejar o Dia Mundial do Livro.
A 23 de Abril os contadores Liliana Cianneto e Luís Carmelo vão desdobrar-se em inúmeras sessões de contos na Biblioteca, nas freguesias rurais e escolas do concelho (ver programa).
Liliana Cianetto nasceu em Buenos Aires, é professora e autora de mais de trinta livros. Enquanto narradora tem participado em inúmeros festivais por todo o mundo. Cristina Taquelim, a contadora anfitriã, reconhece-lhe “o humor fino, a sua capacidade de brincar com os estereótipos e a capacidade de se contar…”.
Luís Carmelo, o “homem de sorriso brando”, “conta sentado, sereno, às vezes tímido, abraçando cada um dos que o escutam com o olhar… conta como quem respira…” relata-nos Cristina Taquelim em tom de convite para que não percamos o Luís de vista no dia 23.
O jornalista Pedro Beça Múrias apresentará, ao fim da tarde (19 horas), na cafetaria da BMB, o seu livro “Crónicas da Sala de Espera”. Com estas crónicas, redigidas inicialmente para o auditório do Rádio Clube Português, Beça Múrias pretende mostrar o dia-a-dia de um jornalista nas salas de hospitais, espaços que tão bem conhece e onde fez tratamentos para combater um cancro. Algumas destas crónicas foram apresentadas em directo no Rádio Clube a partir das salas de tratamento de quimioterapia, usando o braço que tinha livre para falar ao telefone.
Ao cair da noite de 23 de Abril a Biblioteca de Beja propõe aos seus utilizadores um jantar entre livros e escritores, mediante marcação prévia que pode ser efectuada junto da cafetaria. Mais tarde (21h30), depois de um café e dois dedos de conversa, José Pedro Fernandes conversa com o escritor José Eduardo Agualusa no espaço “Lugar do Autor” e, em seguida, António Barreto, figura incontornável do pensamento político e sociológico em Portugal apresentará o seu livro “Anos Difíceis”, editado pela Relógio d’Água.
Quando a madrugada chegar haverá cachupa para todos mas, antes, o trio Vira Lata propõe-nos uma viagem pela música latina e lusófona, na qual apresentará versões de Lenine, Sara Tavares, Buika e Tito Paris.
Festa “after hours” entre livros para os mais novos…
“Das 9 da noite às 9 da manhã … uma directa na Biblioteca” é o desafio que lançamos aos jovens dos 10 aos 14 anos. Munidos dos seus instrumentos musicais, pijamas, sacos cama e alguma paparoca os mais novos vão viver uma noite de aventura. Vamos criar, escutar, ler e descobrir os caminhos da palavra. A expressão dramática, a andar à solta pela Biblioteca, a narração oral, o cinema de animação ou os jogos de dinâmica de grupo são algumas das actividades propostas. A participação dos jovens nesta “directa” entre livros e muitos amigos está dependente de inscrição prévia que deve ser efectuada no sector infantil BMB.
Informação disponibilizada por C.M.Beja
Arquivado em Actualidade, Agenda, Breves, Compreender, Comunidade, Contos, Cultura, Educação, Ensino, Eventos, História, Ilustração, Imprensa, Literatura | 1 Comentário
Abr
19
Será Évora uma cidade inspiradora para um escritor? Qual a tradição de restauro de livros e que tipo de livros se restauram em Évora? Como é vivida a edição na cidade? Estas e outras questões irão preencher o encontro “Conversas à Volta dos Livros”, promovido pelo Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.
O encontro, que se realiza no Salão dos Paços do Concelho da Autarquia, entre as 10h30 e as 18h30, tem entrada livre e destina-se a todos quantos se interessam por livros e pelo seu mundo, e pretende, de forma informal, abrir uma caixa de diálogo, entre os especialistas convidados e os participantes, tendo como pano de fundo a cidade de Évora e a sua região.
O programa do encontro segue, no horário indicado, os seguintes temas de debate, animados pelos respectivos oradores convidados: 10h30 – A ilustração, por Maria João Raimundo e António Couvinha (C.M.E.); 11h30 – A conservação, por Patrícia Barradas (Arquivaletras/BPE); 12h30 – O restauro, por Sandrine Barahona (Atelier Barahona); 14h30 – A fotografia, pelos fotógrafos António Carrapato e Paulo Nuno (Évora); 15h30 – A edição, por Manuel Silva Terra, como representante da Editora Licorne, antiga Casa do Sul (Évora); 16h30 – A tradução, por Joana Caspurro (Évora); 17h30 – A escrita, pelos escritores Maria Sarmento, Margarida Morgado e Manuel Silva Terra (Évora).
O Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, como biblioteca especializada do município, considera importante comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, celebrado a 23 de Abril, para assim contribuir para o enriquecimento e difusão da cultura local, nomeadamente através do incremento dos hábitos de leitura e da divulgação do livro.
Informação disponibilizada pela C.M.Évora
Arquivado em Actualidade, Agenda, Breves, Compreender, Comunidade, Contos, Cultura, Desvendar, Educação, Ensino, Ficção, Fotografia, História, Ilustração, Imprensa, Jornalismo, Literatura, Património, Perspectivas, Pormenores | Comente
Abr
15
O Instituto Politécnico de Portalegre dá continuidade ao Ciclo de Conferências de Senadores, “A República e o Mundo”, no próximo dia 28 de Abril, pelas 18 horas, no auditório dos Serviços Centrais (Praça do Município – Portalegre). O conferencista convidado é o Professor Doutor José Veiga Simão.
O Ciclo de Conferências de Senadores é uma iniciativa do Instituto Politécnico de Portalegre, integrada nas comemorações do centenário da República. O objectivo é proporcionar uma reflexão conjunta sobre o percurso que nos trouxe até ao Portugal de hoje, através da vivência de “senadores”.
A entrada nas conferências é livre e extensível a todos os interessados.
Sobre o conferencista
O Professor Doutor José Veiga Simão nasceu em 1929 na Guarda. Foi em Coimbra e na sua Universidade que em 1951 se licenciou em Ciências Físico-Químicas e que em 1961 foi seu Professor catedrático, após o doutoramento em Física Nuclear que realizou na Universidade de Cambridge em 1957.
Entre 1963 e 1970 foi Reitor da Universidade de Lourenço Marques, em Moçambique.
Mas é fundamentalmente a partir de 1970 que a sua vida profissional ganha outra dimensão, passando, a partir daí, a ser um professor universitário com grandes responsabilidades políticas, responsabilidades que manteve ao longo de três décadas.
De 1970 a 1974 foi Ministro da Educação Nacional, tendo ficado ligado a reformas profundas no sistema educativo português. A “Reforma Veiga Simão”, como ainda hoje é conhecida aquela etapa reformista da educação, assentou, por um lado, em pressupostos de “educação de todos os portugueses” e de “democratização do ensino” e, por outro lado, em projectos concretos de reforma do sistema escolar e de linhas gerais de reforma do ensino superior.
Após o 25 de Abril de 1974, assume, entre outros, os seguintes cargos públicos: é Embaixador de Portugal na ONU (1974-1975), Presidente do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (1978-1983 e 1985-1992), Ministro da Indústria e Energia, após ter sido eleito deputado (1983-1985) e Ministro da Defesa Nacional (1997-1999).
José Veiga Simão, um trajecto de vida ímpar: um aluno extraordinário, um professor universitário brilhante, um cidadão e um político com forte comprometimento social.
Informação disponibilizada pelo Instituto Politécnico de Portalegre
Arquivado em (RE)Conhecer, Agenda, Breves, Compreender, Comunidade, Cultura, Desvendar, Educação, Ensino, Eventos, História, Jornalismo, Património, Perspectivas, Pormenores | Comente
Abr
15
Na véspera do 36º aniversário da Revolução dos Cravos o cantor António Zambujo volta a subir ao palco do Teatro Municipal de Beja. Desta vez Zambujo vem presentear-nos com as novas sonoridades do seu terceiro álbum.
“GUIA” é o mais recente projecto do cantor bejense, tendo o seu lançamento ocorrido já este mês de Abril. António Zambujo é o guia nesta sua estrada, que é a do Fado, passa pelo Cante Alentejano, sempre visitando outras influências musicais. Afinal, o Fado também pode ser contemporâneo.
No espectáculo do dia 24 de Abril serão interpretados originais de compositores e letristas nacionais e brasileiros tais como Vinicius de Moraes, Márcio Faraco, Pierre Aderne Rodrigo Maranhão, Ricardo Cruz, o próprio Zambujo, João Gil, João Monge, Aldina Duarte, José Agualusa, Maria do Rosário Pedreira, Pedro Luís entre outros.
De assinalar que o espectáculo de António Zambujo foi seleccionado entre os 10 Melhores Concertos Internacionais do ano 2009 no Brasil pela Secção de Cultura do Jornal “O Globo”.
Festa popular e actividades desportivas no Parque da Cidade, a 25 de Abril
O Parque da Cidade acolherá a festa programada para o dia 25 de Abril. A programação começa logo de manhã, pelas 9 horas, altura em que está agendada a concentração para a iniciativa “Caminhar pela Liberdade” com dois percursos (de 4 e 8 Kms).
Durante a manhã estão programadas demonstrações de judo, radiomodelismo, karaté, ginástica rítmica e acrobática e kayak-polo. À espera dos mais pequenos estarão os técnicos da Casa do Lago com propostas de actividades que passam pela pintura de rosto, pintura livre e massas para moldar.
Uma tarde popular vai encher de alegria o Parque da Cidade no dia 25. Estão agendadas as actuações do grupo Improvisos ao Sul e de Ruben Baião, a partir das 16 horas. Para as 18 horas está programada a chegada a Beja da Estafeta Nacional – Pobreza e Exclusão: Eu Passo!
Ainda integrada nas comemorações do 25 de Abril destacamos a exposição “Um olhar sobre o 25 de Abril”, patente ao público na Casa da Cultura de Beja, entre os dias 19 e 30 de Abril. Esta retrospectiva de época é organizada pela Universidade Sénior de Beja.
Por outro lado, no Centro Social do Lidador decorrerá, no dia 24, mais uma edição do projecto “O Cante das Mulheres”. A partir das 15 horas está programa a actuação do Grupo Coral Feminino “Rosas de Abril”.
Gabinete de Informação e Relações Públicas
Câmara Municipal de Beja
Beja celebra 25 de Abril ao som de “GUIA”
Na véspera do 36º aniversário da Revolução dos Cravos o cantor António Zambujo volta a subir ao palco do Teatro Municipal de Beja. Desta vez Zambujo vem presentear-nos com as novas sonoridades do seu terceiro álbum.
“GUIA” é o mais recente projecto do cantor bejense, tendo o seu lançamento ocorrido já este mês de Abril. António Zambujo é o guia nesta sua estrada, que é a do Fado, passa pelo Cante Alentejano, sempre visitando outras influências musicais. Afinal, o Fado também pode ser contemporâneo.
No espectáculo do dia 24 de Abril serão interpretados originais de compositores e letristas nacionais e brasileiros tais como Vinicius de Moraes, Márcio Faraco, Pierre Aderne Rodrigo Maranhão, Ricardo Cruz, o próprio Zambujo, João Gil, João Monge, Aldina Duarte, José Agualusa, Maria do Rosário Pedreira, Pedro Luís entre outros.
De assinalar que o espectáculo de António Zambujo foi seleccionado entre os 10 Melhores Concertos Internacionais do ano 2009 no Brasil pela Secção de Cultura do Jornal “O Globo”.
Festa popular e actividades desportivas no Parque da Cidade, a 25 de Abril
O Parque da Cidade acolherá a festa programada para o dia 25 de Abril. A programação começa logo de manhã, pelas 9 horas, altura em que está agendada a concentração para a iniciativa “Caminhar pela Liberdade” com dois percursos (de 4 e 8 Kms).
Durante a manhã estão programadas demonstrações de judo, radiomodelismo, karaté, ginástica rítmica e acrobática e kayak-polo. À espera dos mais pequenos estarão os técnicos da Casa do Lago com propostas de actividades que passam pela pintura de rosto, pintura livre e massas para moldar.
Uma tarde popular vai encher de alegria o Parque da Cidade no dia 25. Estão agendadas as actuações do grupo Improvisos ao Sul e de Ruben Baião, a partir das 16 horas. Para as 18 horas está programada a chegada a Beja da Estafeta Nacional – Pobreza e Exclusão: Eu Passo!
Ainda integrada nas comemorações do 25 de Abril destacamos a exposição “Um olhar sobre o 25 de Abril”, patente ao público na Casa da Cultura de Beja, entre os dias 19 e 30 de Abril. Esta retrospectiva de época é organizada pela Universidade Sénior de Beja.
Por outro lado, no Centro Social do Lidador decorrerá, no dia 24, mais uma edição do projecto “O Cante das Mulheres”. A partir das 15 horas está programa a actuação do Grupo Coral Feminino “Rosas de Abril”.
Gabinete de Informação e Relações Públicas
Câmara Municipal de Beja
Para mais informações contactar, por favor:
Presidente CMB – Jorge Pulido Valente – Tlm: 96 834 26 50
ou Vereador Miguel Góis – Tlm: 96 582 32 88
Arquivado em Actualidade, Agenda, Breves, Comunidade, Cultura, Eventos, História, Música, Pormenores | Comente
Abr
12
Na sua crónica do Expresso desta semana – a que deu o nome “O meu Alentejo” – Henrique Raposo declara que sentiu um daqueles “balázios metafísicos” ao folhear a Pormenores.
Embora seja apenas uma breve referência, estar entre os filmes de Michael Mann, Robert de Niro e Al Pacino, e entre frases como “É no Alentejo que me sinto em casa” e “É através do Alentejo que posso respeitar Portugal”, é motivo de orgulho para a equipa da Pormenores ter ajudado o cronista a encontrar a sua “terra”.
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Blogosfera, Breves, Cinema, Compreender, Comunidade, Cultura, Desvendar, Educação, Ensino, Geografia, História, Imprensa, Internet, Jornalismo, Música, Opinião, Perfil, Perspectivas, Pormenores, Turismo | Comente
Abr
12
O Município de Serpa associa-se ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios no dia 18 de Abril, que este ano tem como tema o património associado à actividade agrícola, com visitas guiadas: uma visita “mirada” pela paisagem histórica desde o Alto de S. Gens e uma “viagem” pelo trabalho agrícola no Museu Etnográfico de Serpa (vem programação adiante).
A actividade agrícola testemunha há milénios a evolução das sociedades humanas, seus ambientes naturais, culturas e paisagens, e tem conduzido à transformação gradual de espaços naturais e áreas selvagens através da aplicação de conhecimentos tradicionais e científicos.
Desta actividade resulta um conjunto de testemunhos que constituem um importante e valioso património que importa conhecer e salvaguardar e cuja sustentabilidade urge garantir. Deste universo patrimonial constam elementos tão diversos quanto paisagens cultivadas ou transformadas, acervos museográficos de alfaias agrícolas, produção científica e tecnológica, arquitectura vernacular, saberes e sabores, usos e costumes.
Programação de dia 18 de Abril
11h00 Visita “mirada” desde o Alto de S. Gens/Ermida de Nossa senhora de Guadalupe
Objectivo: interpretação do território desde o ponto de observação privilegiado do Altinho/Alto de S. Gens, a partir do qual se conversará sobre a paisagem antiga e sobre as formas de exploração agrícola ao longo dos tempos.
Inscrições/informações: Gabinete do Património Arquitectónico e Arqueológico (telef. 284 540 270)
15h00 Visita guiada ao Museu Etnográfico de Serpa
Objectivo: explicação sobre a exploração agrícola em época contemporânea partindo dos objectos utilizados, conjugada com a partilha de experiências de pessoas ligadas ao trabalho do campo.
Inscrições/informações: Museu Etnográfico de Serpa (telef. 284 540 120)
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Arqueologia, Arquitectura, Breves, Compreender, Comunidade, Cultura, Demografia, Desvendar, Eventos, Fotografia, Hedonismos, História, Património, Perspectivas, Pormenores | Comente
Abr
9
A Câmara Municipal de Portalegre realiza de 23 a 25 de Abril, no Convento de Santa Clara, a X Edição da Feira de Doçaria Conventual de Portalegre.
Ao longo de 3 dias vão estar, em Portalegre, doceiros de todo o país e estrangeiro com os melhores doces conventuais, baseados em receitas ancestrais e doces e licores provenientes de conventos espanhóis, franceses, alemães e italianos.
Leite Serafim, Manjar Branco, Lampreia de Amêndoa e Ovos, Barrigas de Freira, Fartes e Queijinhos do Céu são alguns dos doces conventuais que prometem adoçar a boca aos muitos visitantes que irão passar por este certame. A Feira de Doçaria Conventual de Portalegre constitui um marco entre as diversas Feiras de Doçaria Conventual – quer pelo papel de relevo que Portalegre assume na origem histórica e geográfica de importantes doces conventuais, quer pelo facto de já ter sido solicitada a protecção deste nome como Indicação Geográfica.
A X Feira da Doçaria Conventual de Portalegre será inaugurada dia 23 de Abril pelas 18h e durante a cerimónia de inauguração e recepção aos visitantes, a Qualifica (Associação Nacional de Municípios e de Produtores para a Valorização e Qualificação dos Produtos Tradicionais Portugueses) irá dar a conhecer numa Prova de Produtos Tradicionais Portugueses, outros produtos de Portalegre, como enchidos, queijos, panificação e vinhos, contando com a colaboração da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e dos seus alunos.
Até 25 de Abril, o Convento de Santa Clara será palco não só de uma mostra impressionante de doces conventuais, um salão de chá, livraria, como de diversas actividades e momentos de animação:
- Laboratórios de Gosto onde se provam e se conhecem os doces Conventuais. Organizados pela Qualifica (Associação Nacional de Municípios e de Produtores para a Valorização e Qualificação dos Produtos Tradicionais Portugueses) e mediante inscrição, os Laboratórios do Gosto, permitem aos visitantes deste certame serem conduzidos na prova de pequenas quantidades dos doces expostos, sendo-lhes explicados os ingredientes, o modo de preparação diferenciado e a origem geográfica e história associadas a cada doce.
- Doces Criações Gastronómicas apresentadas em cozinha ao vivo pelas Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e pela Universidade Laboral de Cáceres. “Doces Criações” pressupõe a criação de pequenos doces recorrendo a varias técnicas de pastelaria que os visitantes poderão executar em suas casas. (serão distribuídas fichas técnicas das receitas)
- “Atelier de Pastelaria – Mãos à Obra” pela Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e pela Universidade Laboral de Cáceres. Nesta actividade serão criados doces com participação efectiva dos visitantes. Serão também trabalhados aspectos relacionados com empratamento e decoração de doces.
- Concurso de Doçaria “O Melhor Doce Conventual” presidido pela Confraria Gastronómica do Norte Alentejano com a participação da Eng. Ana Soeiro e da Eng. Antonieta Quinta Queimada em representação da Qualifica, do Chef José Júlio Vintém e Chef Luis de Matos como Júris e, alunos de cozinha e alunos de restaurante da EHTP, dando apoio ao serviço dos doces aos elementos do Júri.
- Atelier infantil “Mãos na Massa”, com a presença do Chef Chakall e coordenado pelo Serviço Educativo do Museu da Tapeçaria de Portalegre Guy Fino, este atelier pretende sensibilizar as crianças dos 4 aos 10 anos para o património cultural e gastronómico promovendo o conhecimento sobre os doces conventuais no espaço e ambiente do Convento de Santa Clara. Aprendendo a fazer “Bolachinhas do Convento”, as crianças exploram o mundo dos sentidos: ouvem os sons, mexem na farinha, vêem as cores e formas, cheiram e provam os seus doces.
- Apresentação do Livro Doçaria Conventual para Mentes Pecaminosas com Manuel Gonçalves da Silva numa conversa animada entre doces e pecados.
- Exposição de peças relacionadas com o mundo da Doçaria que pretende dar a conhecer ao público o património museológico de algumas estruturas culturais da cidade – Museu Municipal e Casa-Museu José Régio, complementadas por peças de colecções particulares com link urbano para a Exposição “José Régio em Portalegre” no Castelo de Portalegre
- Momentos musicais Com o Coro Infantil dos Assentos e Banda Euterpe, entre outros.
- Animação Cultural no âmbito da parceria com o Triurbir a cargo das cidades de Cáceres, Plasencia e Castelo Branco
O horário de funcionamento da X feira de Doçaria Conventual de Portalegre é das 11h00 às 22h nos dias 23 e 24 de Abril e das 11h00 às 20h no dia 25 de Abril. O preço de entrada na feira é de 1€ e reverte a favor da Liga Portuguesa contra o Cancro e a favor da CerciPortalegre.
Acerca do Convento de Santa Clara
O Convento de Santa Clara foi fundado pela Rainha D. Leonor Teles em 1376, no local onde o Rei D. Fernando possuía um palácio.
Ao longo do tempo foi sucessivamente reconstruído e acrescentado.
Nos séculos XV e XVI foram alterados os claustros e outras dependências tendo sofrido ainda várias modificações no século XVIII.
Do antigo convento do Século XIV, existe parte do claustro térreo, com dois tramos formados por arcos ogivais.
No centro do claustro existe uma fonte triangular em mármore do período tardo – barroco. Outro pormenor digno de nota é uma fonte de mergulho, situada junto à entrada do Claustro. A torre de alvenaria e janelas de adufas que encimam a Igreja são pormenores interessantes que embelezam este conjunto.
As clarissas dedicavam-se à confecção de iguarias que tornaram Portalegre famosa pelos seus doces conventuais, como a lampreia de ovos, o toucinho-do-céu, os mimos, o manjar branco, os pastéis de Santa Clara, o Queijo Dourado, os fartes o presunto doce, o leite serafim e as miniaturas de amêndoa.
Informação disponibilizada pela C.M. de Portalegre
Arquivado em Actualidade, Agenda, Breves, Compreender, Comunidade, Comércio Tradicional, Cultura, Eventos, Gastronomia, Hedonismos, História, Património, Pormenores | Comente
Abr
8
O Bibliocafé Intensidez, em Évora, recebe no próximo dia 15 de Abril, pelas 21h30, a Tertulia ” As Mulheres na República”.
Inserida nas Comemorações do Centenário da República, a Tertúlia conta com a moderação da Professora Doutora Zília Osório de Castro e com a participação da Doutora Isabel Lousada, Dr.ª Natividade Monteiro, Dr. João Esteves, Professora Doutora Fernanda Henriques e Professora Doutora Maria Lúcia Brito de Moura.
Mais informações:
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Breves, Compreender, Comunidade, Cultura, Desvendar, Educação, Ensino, História, Internet, Literatura, Opinião, Património, Perspectivas, Pormenores | Comente
Abr
5
Portugal é a mais antiga nação da Europa e foi conhecido antigamente pelo nome de Lusitânia.
Tendo como referência a história de Portugal, a UNITED PHOTO PRESS lança o concurso internacional de 20 mil euros em prémios PORTUGAL 2010.
O concurso internacional PORTUGAL 2010 é aberto a todos os profissionais e amadores, nacionais e estrangeiros.
Integra fotografia, video por telémovel, escrita criativa e pintura interligando as 4 áreas e várias categorias nos trabalhos apresentados.
Surge desta forma a fusão de vários temas em fotografia, video, escrita criativa e pintura que passam pela construção de uma contracultura na arte Portuguesa; não exactamente no sentido radical de ruptura com a realidade social mas num sentido em que, precisamente, a partir dessa realidade mixada nas áreas, supostamente indiferente e perversamente domesticada, se afirma o olhar irónico, crítico ou redentor dos autores através dos temas a concurso do PORTUGAL 2010, que tem como sub-tema Portugal no Mundo, alargando infinitamente a realização e produção dos trabalhos no exterior.
Os trabalhos seleccionados serão apresentados em exposições nacionais e internacionais, finalizando o concurso com o livro PORTUGAL 2010.
Ler o Regulamento aqui.
Por cada inscrição será doado €1 ao FREE TIBET Portugal
O concurso tem apoio da Revista Pormenores.
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Artes Plásticas, Blogosfera, Cinema, Compreender, Comunidade, Cultura, Design, Desvendar, Economia, Educação, Ensino, Ficção, Fotografia, História, Ilustração, Jornalismo, Literatura, Música, Novas Tecnologias, Património, Perfil, Perspectivas, Pormenores | 5 Comentários
Mar
29
A Câmara Municipal de Castelo de Vide vai promover, de 29 de Março a 4 de Abril, a Semana do Sarapatel.
Durante esse período, a população terá à disposição variados tipos de Sarapatel (menu tradicional da Páscoa), bem como outros pratos típicos da época, distribuídos por 15 restaurantes castelo-videnses.
A lista dos restaurantes aderentes pode ser consultada em: http://www.cm-castelo-vide.pt/docs/doccmcv2261155204bacd9606a434.pdf
Ao mesmo tempo e durante o mesmo período, decorre também a Semana Gastronómica do Borrego, iniciativa da Turismo do Alentejo E.R.T. que abrange toda a região alentejana.
Desta feita, serão nove os restaurantes castelo-videnses a oferecer na sua ementa pratos que contemplam a carne de borrego.
Informação disponibilizada pela C. M. de Castelo de Vide
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Breves, Comunidade, Comércio Tradicional, Cultura, Desvendar, Economia, Gastronomia, Hedonismos, História, Património, Sugestões | Comente
Mar
8
O projecto Recuperação e valorização das ruínas romanas da Cidade de Ammaia, promovido pela Fundação Cidade de Ammaia, é o vencedor do Prémio Vasco Vilalva para a recuperação e valorização do património de 2009.
Das nove candidaturas este foi o projecto escolhido por unanimidade, devido à «grande relevância histórica, patrimonial e técnico-científica do projecto de recuperação e valorização de um sítio arqueológico ímpar no panorama nacional».
O Prémio Vasco Vilalva no valor de 50 mil euros é atribuído anualmente pela Fundação Calouste Gulbenkian, e pretende distinguir projectos de grande mérito na defesa do património.
A cerimónia de entrega decorrerá amanhã pelas 11horas, no Auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede – Quinta dos Olhos d’Água, em Marvão.
Mais informação em Fundação Calouste Gulbenkian
Arquivado em (RE)Conhecer, Agenda, Arqueologia, Arquitectura, Breves, Ciência, Compreender, Comunidade, Cultura, Educação, Eventos, História, Jornalismo, Perspectivas, Pormenores | Comente
Fev
8
A Câmara Municipal de Évora convida a população a assistir à apresentação do Boletim Cultural “A Cidade de Évora”, Nº 8, que tem lugar no próximo dia 11 de Fevereiro, pelas 18 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Este boletim apresenta cerca de três dezenas de artigos, onde é privilegiado o tratamento de temáticas relacionadas com o património de Évora e do Alto Alentejo por investigadores e técnicos, nomeadamente das áreas da História, Arqueologia, História da Arte, Ciências Documentais e Literatura.
Ao longo de mais de 700 páginas vamos tomando conhecimento de realidades tão distintas e que estimulam a nossa curiosidade como os mais recentes trabalhos realizados na Anta da Velada das Éguas, as Mourarias e as Judiarias de Évora, o drama da Travessa do Pão Bolorento, a obra do Aqueduto da Água da Prata, o carro da água de Évora, o Colégio dos Meninos do Coro da Sé de Évora, a Sé e as Igrejas do Espírito Santo e de Santa Marta, passando pela ligação de Florbela Espanca e de Eça de Queirós a Évora, até às argamassas decorativas de Évora e Portalegre, entre diversos outros assuntos de relevante interesse.
São essencialmente um conjunto de estudos que oferecem uma reflexão e conhecimento mais aprofundado sobre assuntos de grande importância para o Concelho e região, com a particularidade de apresentarem também um leque considerável de dados inéditos que importa conhecer para uma melhor compreensão de um passado marcado por uma inigualável riqueza patrimonial que ainda hoje exerce uma visível influência sobre o nosso presente e constitui uma considerável mais valia para toda a região.
Informação Disponibilizada por C.M. Évora
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Arqueologia, Arquitectura, Breves, Ciência, Compreender, Comunidade, Cultura, Desvendar, Educação, Ensino, Eventos, Geografia, História, Jornalismo, Literatura, Património, Perspectivas, Turismo | Comente
Nov
4
Alcides Parreira y Paulo Barbosa dirigen desde Portalegre la revista ‘Pormenores‘, editada por Canto da Página-Comunicação e Serviços. Con una tirada de 5.000 ejemplares y distribución por todo el país, ‘Pormenores’ es, probablemente, la revista cultural más importante del Alentejo, con una amplia selección de temas y una perspectiva que mezcla sabiamente los contenidos locales o regionales con una puerta siempre abierta al exterior, con España en lugar significativo. El ideario de la publicación es claro, en este sentido: «Nos mueven los detalles. Las pequeñas cosas que pueden marcar la diferencia. La palabra exacta para una frase, la definición exacta para un concepto. El mundo actual se mueve a una velocidad vertiginosa. No siempre se puede estar atento a lo que pasa a nuestro alrededor. Por eso pretendemos llevar hasta usted nuestra región. El Alentejo es más que planicies doradas y tiene muchas historias que contar. Pero no sólo de palabras vive el hombre».
Entre los contenidos habituales de la publicación, editada a todo color y con un elegante diseño, destaca su atención a temas como la literatura, la economía, el turismo, la ecología o la historia, hábilmente mezclados con entrevistas a personajes de actualidad y con secciones fijas, que marcan la identidad de la revista. Pormenores es, desde esta perspectiva, una fuente inagotable de información para todas aquellas personas interesadas en la vida y la evolución del Alentejo, desde una visión que une lo social con lo cultural, en un sentido amplio. Sus últimos números, además, han tenido siempre presentes temas de la agenda española, como los refugiados de nuestra Guerra Civil o diferentes aspectos de cooperación transfronteriza. Con esta receta, Pormenores se convierte, como reza su subtítulo, en una interesante fórmula para ‘Conocer y comprender mejor el Alentejo‘. Probablemente su mayor virtud, su característica más profunda, es la enorme diversidad y el rigor de sus contenidos, que convierten su lectura en un sugerente ejercicio de conocimiento de una realidad cercana y llena de matices. Una puerta abierta (otra más) a la experiencia de cruzar la raya y dejarnos envolver por una cultura y una forma de ver la vida y el paso del tiempo que, a pesar de estar a nuestro lado, es con frecuencia profundamente diferente a la de los españoles. Por eso Portugal es el valor añadido natural a nuestra condición de extremeños, un privilegio que nunca dejará de acompañarnos en nuestro código identitario.
http://www.hoy.es/20091031/sociedad/pormenores-revista-cultural-importante-20091031.html
Arquivado em (RE)Conhecer, Actualidade, Artes Plásticas, Blogosfera, Compreender, Comunidade, Cultura, Design, Desvendar, Economia, Educação, Ensino, Entrevista, Fotografia, Gastronomia, Geografia, Hedonismos, História, Ilustração, Imprensa, Internet, Jornalismo, Literatura, Música, Opinião, Perspectivas, Pormenores, Sugestões, Turismo | Comente
Jul
29
Da localidade de Evoramonte, concelho de Estremoz, partiu para a Europa uma nova ideia: assinalar os Sítios da Paz, locais onde foram subscritos os tratados que colocaram um ponto final em algumas das guerras mais importantes do velho continente.
Depois de algumas derrotas decisivas, as forças de D. Miguel, refugiaram-se no Alentejo, último reduto de uma causa praticamente perdida. É em Evoramonte, local onde D. Miguel se tinha refugiado, que é assinado o armistício, colocando fim às hostilidades e levando a uma rendição incondicional dos derrotados.
Arquivado em História | Comente
Jul
10
As muitas origens do Povo Alentejano
Integrado na parte mais a sul da Península Ibérica, o Alentejo esteve desde cedo no centro desta miscigenação cultural e biológica. Por vezes obrigado a assumir um lugar de destaque devido às suas características específicas, trouxe-nos até aos dias de hoje elementos oriundos de várias origens.
Texto: Alcides Parreira
Ilustração: Teresa Ponte e Miguel Furtado
Arquivado em Capa, História, Ilustração | Comente
Jun
4
Ainda se vivem as aspirações, o sonho de uma sociedade equitativa, livre das doenças parasitárias tão intrinsecamente humanas? Ainda persiste a ingenuidade dos que tentam levar continuamente à prática utopias de papel? Ou sangraram todos nas planícies de Espanha?
Texto: Alcides Parreira
Fotografia: Aminah Nunes
Arquivado em Fotografia, História | Comente
Abr
9
A “arquitectura da morte” ergue-se, aqui e ali, na sua ociosidade centenária, nos outeiros vigilantes perto das povoações alentejanas.
Dois amantes da arqueologia fizeram um levantamento das forcas que ainda restam no distrito de Portalegre e colocaram-no em livro.
As histórias e os cultos que gravitam à sua volta são imensos e a crueldade da justiça – e injustiça – de então faz-no ver até que ponto evoluímos.
Mas só conhecendo o passado se compreende o presente.
Ilustração de Teresa Ponte e Miguel Furtado
Arquivado em (RE)Conhecer, Arqueologia, Compreender, Cultura, História, Ilustração, Património | Comente
Abr
9
São tradições ancestrais que perduram até hoje. Uma rara mistura entre o religioso e o profano que criou, nesta bela vila do Alto Alentejo, uma maneira única de encarar momentos religiosos como a Páscoa.
Mas a passagem da comunidade judaica por Castelo de Vide deixou muito mais que festividades religiosas.
Levantamos um pouco do véu nesta reportagem em que fomos, na companhia de Carolino Tapadejo, descobrir os segredos da coexistência de Cristãos e Judeus nas terras de Castelo de Vide.
Arquivado em (RE)Conhecer, Comunidade, Cultura, História, Património | Comente
Abr
9
A Revista Pormenores aposta numa publicação com conteúdos jornalísticos rigorosos, uma imagem gráfica cuidada e uma qualidade fotográfica elevada.
Contamos com vários especialistas nas mais variadas áreas, o que nos permite ambicionar oferecer uma publicação de referência.
Pormenores é uma revista mensal com artigos de fundo, maioritariamente grande reportagem de interesse cultural, social, económico, ambiental, entre outros.
Somos uma redacção jovem e empenhada em lançar no mercado uma publicação capaz de responder aos desafios do jornalismo actual.
A Revista Pormenores leva a região aos que nela vivem. No entanto, acreditamos que o Alentejo é merecedor de um interesse mais alargado, seja através dos muitos alentejanos espalhados pelo País, seja por uma ligação meramenente sentimental que vem ganhando força.
Nesse sentido, queremos estabelecer uma relação de proximidade que não é alcançada pelos órgãos de comunicação nacionais, trazendo a todos o que é de todos – uma informação concisa e verdadeira do Alentejo real.
Arquivado em (O)Culto da Personalidade, (RE)Conhecer, Actualidade, Agenda, Ambiente, Arqueologia, Arquitectura, Artes Plásticas, Astronomia, Blogosfera, Breves, Cinema, Ciência, Compreender, Comunidade, Comércio Tradicional, Contos, Cultura, Demografia, Design, Desporto, Desvendar, Ecologia, Economia, Educação, Ensino, Entrevista, Eventos, Ficção, Filosofia, Fotografia, Gastronomia, Geografia, Hedonismos, História, Ilustração, Internet, Jornalismo, Literatura, Matemática, Música, Novas Tecnologias, Opinião, Património, Perspectivas, Psicologia, Saúde, Sugestões, Turismo | 2 Comentários









´






