Jun
27
“Estava-se na véspera de Ano Novo, em Paris, na noite em que ela mudou a miserável vida dele.” Ele é Voltaire. Ela é Gabrielle Émilie, Marquesa de Châtelet. Ambos se refugiam numa relação de amor e conhecimento. Foi sobre esta união histórica que Arthur Giron escreveu e ‘a bruxa TEATRO’ (‘abT’) se propôs a encenar. A estreia está marcada para 14 de Julho, nos antigos celeiros da Epac, à Rua do Eborim, em Évora.
Não é de hoje que esta companhia aposta na dramaturgia contemporânea nunca representada no nosso país para a levar à cena no espaço que ocupa no centro histórico de Évora. «Émilie e Voltaire» não foge a esta regra. Traduzido por António Henrique Conde, este texto tem estreia absoluta em Portugal e insere-se na lógica temática d‘a bruxa TEATRO’ para este ano, que versa sobre ‘Paixão e Política’.
Sessões de Cinema ao Ar-Livre :: de 27 Junho a 25 Julho :: Entrada Livre
Paralelamente à estreia da peça «Émilie e Voltaire», ‘a bruxa TEATRO’ apresenta uma série de sessões de cinema ao ar-livre, todas as segundas feiras às 21h30, de 27 Junho até ao final do mês de Julho. A entrada é gratuita e as sessões decorrem à frente do Teatro, nos ex-Celeiros da EPAC, Rua do Eborim, 16. Os filmes apresentados serão:
27 Junho – Marie Antoinette
04 Julho – Ligações Perigosas
11 Julho – Documentário “INSIDE JOB” de Charles Fergusson
18 Julho – Quills – As penas do Desejo
25 Julho – O Libertino
«Émilie e Voltaire»
Tanto Voltaire como Gabrielle Émilie, Marquesa de Châtelet, não poderiam ser figuras históricas mais ricas no que respeita a este tema. Viveram apaixonadamente durante 16 anos, em França, trocando o glamour de Paris pelo sossego de um “pequeno recanto na Champagne“, a fim de produzirem páginas de escritos literários e científicos.
Num tempo em que o Iluminismo ganha os seus fortes contornos, e a Revolução Francesa espreita, para o qual muito terá contribuido Voltaire com os seus panfletos políticos inflamados, ambos fogem aos guardas da Raínha para viverem intensamente uma história ímpar. Entre sedução, jogo, vícios de mentes elevadas, páginas espalhadas, paixão por café, filosofia, matemática, desejos insaciáveis e viagens fantásticas, este amor renasce agora em terras alentejanas.
Com Figueira Cid no papel de Voltaire (que assina também a encenação) e Mirró Pereira no papel de Émilie, o novo espectáculo d ‘a bruxa TEATRO’ conta ainda com Marta Inocentes na assistência de encenação, Pedro Fazenda na cenografia e figurinos, João Bacelar na sonoplastia e Henrique Martins no desenho de luz.
Évora, onde o céu é, garantidamente, mais claro, se descobre porque razão ‘Émilie e Voltaire’ prometem uma “chuva de meteoros“!
ESPECTÁCULOS: de Quarta a Sábado às 21h30 e Domingos às 16h00
Ficha Técnica:
Texto de Arthur Giron :::: Tradução de António Conde :::: Encenação de Figueira Cid :::: Assistência de Encenação de Marta Inocentes :::: Desenho de Luz Henrique Martins e Figueira Cid :::: Cenário e Figurinos de Pedro Fazenda :::: Mestra de Costura de Vicência Moreira :::: Sonoplastia de João Bacelar :::: Operação de Luz e Som de João Piteira :::: Produção d’a bruxa Teatro :::: Interpretação de Figueira Cid e Mirró Pereira
Contactos:a bruxa TEATRO :: Ex-Celeiros da EPAC, Rua do Eborim, 16, 7000-659 Évora
Tlf.: +351 266 747 047
abruxateatro@gmail.com
‘a bruxa TEATRO’ é financiada pelo Ministério da Cultura/DGArtes e apoio da Câmara Municipal de Évora
Para mais informações, pfv contactar: Cristina Carvalho
Assessoria de Imprensa
init4damusic@gmail.com
+ 351 93 826 24 66
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Nov
2
A ILHA DOS ESCRAVOS é um texto de meados do século XVIII, integrado naquilo que se considera a “trilogia social” do reportório do clássico francês.
Dois casais, de amos e criados, são atirados para uma ilha desconhecida, após trágica tempestade. Mantêm o comportamento social de cada uma das suas classes até que ficam a saber que, naquela ilha, as classes sociais estão invertidas: os servos são os senhores e estes, meros criados.
A observação de novos comportamentos leva, uns e outros, a reconhecerem erros anteriores e, por justiça, alterar os seus comportamentos de classe.
Encenação: José Mascarenhas
Interpretação: Adriano Bailadeira; José Mascarenhas; Susana Teixeira; Verónica Barata; Victor Pires.
Dramaturgia: José Mascarenhas
Cenografia e Figurinos: Sónia Tavares
Orquestrações: Paulo Félix
Sonoplastia: Hélio Pereira
Desenho de Luz: Armando Mafra
Mestra de Guarda-Roupa: Judite Batista
Design de Comunicação e Fotografia: Sónia Tavares
Secretariado e Marketing: Alexandra Janeiro e Rita Tavares
Manutenção do Espaço: Filomena Cova
Agradecimentos: Profª. Drª. Christine Zürbach, Prof. Luís Varela e Florinda Serigado.
M/12 anos
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Out
27
Dois astronautas convivem, depois de muitos anos, numa estação espacial farol recebendo e descodificando mensagens que provêm de todos os lados, tentando ser os receptores de qualquer tipo de mensagem que venha do exterior. O tempo passa, a vida continua na Terra mas, no espaço, tudo parece estar como sempre.
Dezoito anos de órbita fizeram com que estes personagens tenham desenvolvido uma vida virtual e umas personalidades ocultas. Entregues aos contactos por internet, as comunicações com a Terra são as únicas relações supostamente reais que estes dois homens têm no espaço, em microgravidade.
Mas os acontecimentos desencandeiam-se. O transtorno, completamente humano, faz com que nessa nave imóvel, estação farol, estes dois personagens relembrem, inconscientemente, a mesma história de Caim e Abel, a fundação do bem e do mal, mas, flutuando no espaço, não se sabe muito bem onde está o bem e onde está o mal.
Encenação: Luis Miguel González Cruz
Cenografia e Figurinos: Silvia de Marta
Desenho de Luz: Miguel Ángel Camacho
Interpretação: Ángel Solo, Daniel Martos, Jorge Baião, Maria Marrafa, Oren Moreno e Rosário Gonzaga
Antestreia em Espanha:
1, 2, 15 e 16 de Outubro – Centro Cultural el Torito, em Madrid
Estreia em Évora:
28 de Outubro, no Teatro Garcia de Resende
Em cena até 21 de Novembro
De Quarta a Sábado às 21h30, Domingos às 16h00
30 de Novembro:
Madrid
10 a 12 de Dezembro:
Saragoça
14 a 19 de Dezembro:
Barcelona
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Set
13
“Deixem Passar o Homem Invisível”, o último romance do escritor Rui Cardoso Martins, foi distinguido com o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores/Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (APE/DGLB)
Rui Cardoso Martins é também autor de “E Se Eu Gostasse Muito de Morrer” – um livro que, embora ficcional, conta muitas das peripécias que acompanharam o crescimento do escritor na Capital do Alto Alentejo – Portalegre.
A Revista Pormenores congratula-se por ter Rui Cardoso Martins em entrevista na 8ª edição que estará nas bancas nos próximos dias.
Na entrevista concedia a Alcides Parreira nos últimos dias de Agosto, Rui Cardoso Martins fala-nos do seu percurso enquanto jornalista e escritor e, apesar de ser uma conversa anterior ao prémio recebido hoje, não podia ser mais actual e pertinente.
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Jul
9
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Jun
28
CENDREV Apresenta novo espectáculo
Está em fase de conclusão uma nova produção do Cendrev que estreia no próximo dia 13 de Julho, às 22 horas, no Largo de S. Mamede, em pleno centro histórico da cidade de Évora. A companhia volta a apostar num espaço de ar livre com o objectivo de contribuir para a animação cultural das noites de verão da cidade e, simultaneamente, tocar franjas de público menos desperto para as actividades artísticas.
O espectáculo, pensado para este tipo de intervenção, é organizado a partir de textos de Ariano Suassuna, Januário de Oliveira (Mestre Ginu) e Gil Vicente.
“SE O MUNDO FOSSE BOM, O DONO MORAVA NELE” é o titulo deste novo espectáculo do Cendrev, titulo que, naturalmente, anuncia muito sobre a temática deste trabalho que se inspira no riquíssimo universo do teatro popular, recorrendo a diversas técnicas teatrais que se fundem com a trama musical que acompanha, ao vivo, todo o espectáculo.
Ariano Suassuna é uma referência incontornável da dramaturgia brasileira e afirma que a sua obra se baseia nos romances e histórias do nordeste. Quanto à forma e ao tratamento, há uma clara tendência para aproximar a sua obra dos autos de Gil Vicente e do teatro espanhol do sec.XVII. Também lhe encontramos algo em comum com a comédia dell’arte, tanto no desenvolvimento da acção como na concepção das personagens. Mestre Ginu foi um exemplo na arte de “brincar” com os bonecos (mamulengos), constituindo-se um desafio que nos transporta para o nosso próprio universo do teatro popular. A experiência desenvolvida na companhia em torno deste género de teatro não terá sido indiferente a este projecto teatral, onde a relação directa com o público e o lugar acontecem. Mestre Gil já foi referido e, como se trata de um espectáculo que também pretende falar do desconcerto do mundo, a sua presença era inevitável para explicar a marcha da sociedade que hoje, tal como ontem, privilegia o material e descura o espiritual.
O espectáculo ficará em cena de terça a sábado às 22 horas até dia 31 Julho e contará, para além do apoio do Ministério da Cultura, através da Direcção Geral das Artes, e da Câmara Municipal de Évora, com o apoio na divulgação da Junta de Freguesia de S. Mamede.
Informação disponibilizada pelo CENDREVArquivado em Agenda, Artes Plásticas, Comunidade, Contos, Cultura, Educação, Eventos, Ficção, Perspectivas, Sugestões, Teatro | Comente
Abr
20
Um jantar no meio dos livros, conversas com escritores, sessões de contos, exposições, musica e uma madrugada programada para “a malta dos 10 aos 14 anos”… Eis algumas das propostas que a Biblioteca Municipal de Beja apresenta aos seus utilizadores para festejar o Dia Mundial do Livro.
A 23 de Abril os contadores Liliana Cianneto e Luís Carmelo vão desdobrar-se em inúmeras sessões de contos na Biblioteca, nas freguesias rurais e escolas do concelho (ver programa).
Liliana Cianetto nasceu em Buenos Aires, é professora e autora de mais de trinta livros. Enquanto narradora tem participado em inúmeros festivais por todo o mundo. Cristina Taquelim, a contadora anfitriã, reconhece-lhe “o humor fino, a sua capacidade de brincar com os estereótipos e a capacidade de se contar…”.
Luís Carmelo, o “homem de sorriso brando”, “conta sentado, sereno, às vezes tímido, abraçando cada um dos que o escutam com o olhar… conta como quem respira…” relata-nos Cristina Taquelim em tom de convite para que não percamos o Luís de vista no dia 23.
O jornalista Pedro Beça Múrias apresentará, ao fim da tarde (19 horas), na cafetaria da BMB, o seu livro “Crónicas da Sala de Espera”. Com estas crónicas, redigidas inicialmente para o auditório do Rádio Clube Português, Beça Múrias pretende mostrar o dia-a-dia de um jornalista nas salas de hospitais, espaços que tão bem conhece e onde fez tratamentos para combater um cancro. Algumas destas crónicas foram apresentadas em directo no Rádio Clube a partir das salas de tratamento de quimioterapia, usando o braço que tinha livre para falar ao telefone.
Ao cair da noite de 23 de Abril a Biblioteca de Beja propõe aos seus utilizadores um jantar entre livros e escritores, mediante marcação prévia que pode ser efectuada junto da cafetaria. Mais tarde (21h30), depois de um café e dois dedos de conversa, José Pedro Fernandes conversa com o escritor José Eduardo Agualusa no espaço “Lugar do Autor” e, em seguida, António Barreto, figura incontornável do pensamento político e sociológico em Portugal apresentará o seu livro “Anos Difíceis”, editado pela Relógio d’Água.
Quando a madrugada chegar haverá cachupa para todos mas, antes, o trio Vira Lata propõe-nos uma viagem pela música latina e lusófona, na qual apresentará versões de Lenine, Sara Tavares, Buika e Tito Paris.
Festa “after hours” entre livros para os mais novos…
“Das 9 da noite às 9 da manhã … uma directa na Biblioteca” é o desafio que lançamos aos jovens dos 10 aos 14 anos. Munidos dos seus instrumentos musicais, pijamas, sacos cama e alguma paparoca os mais novos vão viver uma noite de aventura. Vamos criar, escutar, ler e descobrir os caminhos da palavra. A expressão dramática, a andar à solta pela Biblioteca, a narração oral, o cinema de animação ou os jogos de dinâmica de grupo são algumas das actividades propostas. A participação dos jovens nesta “directa” entre livros e muitos amigos está dependente de inscrição prévia que deve ser efectuada no sector infantil BMB.
Informação disponibilizada por C.M.Beja
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Abr
19
Será Évora uma cidade inspiradora para um escritor? Qual a tradição de restauro de livros e que tipo de livros se restauram em Évora? Como é vivida a edição na cidade? Estas e outras questões irão preencher o encontro “Conversas à Volta dos Livros”, promovido pelo Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.
O encontro, que se realiza no Salão dos Paços do Concelho da Autarquia, entre as 10h30 e as 18h30, tem entrada livre e destina-se a todos quantos se interessam por livros e pelo seu mundo, e pretende, de forma informal, abrir uma caixa de diálogo, entre os especialistas convidados e os participantes, tendo como pano de fundo a cidade de Évora e a sua região.
O programa do encontro segue, no horário indicado, os seguintes temas de debate, animados pelos respectivos oradores convidados: 10h30 – A ilustração, por Maria João Raimundo e António Couvinha (C.M.E.); 11h30 – A conservação, por Patrícia Barradas (Arquivaletras/BPE); 12h30 – O restauro, por Sandrine Barahona (Atelier Barahona); 14h30 – A fotografia, pelos fotógrafos António Carrapato e Paulo Nuno (Évora); 15h30 – A edição, por Manuel Silva Terra, como representante da Editora Licorne, antiga Casa do Sul (Évora); 16h30 – A tradução, por Joana Caspurro (Évora); 17h30 – A escrita, pelos escritores Maria Sarmento, Margarida Morgado e Manuel Silva Terra (Évora).
O Núcleo de Documentação da Divisão de Assuntos Culturais da Câmara de Évora, como biblioteca especializada do município, considera importante comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, celebrado a 23 de Abril, para assim contribuir para o enriquecimento e difusão da cultura local, nomeadamente através do incremento dos hábitos de leitura e da divulgação do livro.
Informação disponibilizada pela C.M.Évora
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Abr
9
A Revista Pormenores aposta numa publicação com conteúdos jornalísticos rigorosos, uma imagem gráfica cuidada e uma qualidade fotográfica elevada.
Contamos com vários especialistas nas mais variadas áreas, o que nos permite ambicionar oferecer uma publicação de referência.
Pormenores é uma revista mensal com artigos de fundo, maioritariamente grande reportagem de interesse cultural, social, económico, ambiental, entre outros.
Somos uma redacção jovem e empenhada em lançar no mercado uma publicação capaz de responder aos desafios do jornalismo actual.
A Revista Pormenores leva a região aos que nela vivem. No entanto, acreditamos que o Alentejo é merecedor de um interesse mais alargado, seja através dos muitos alentejanos espalhados pelo País, seja por uma ligação meramenente sentimental que vem ganhando força.
Nesse sentido, queremos estabelecer uma relação de proximidade que não é alcançada pelos órgãos de comunicação nacionais, trazendo a todos o que é de todos – uma informação concisa e verdadeira do Alentejo real.
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