No próximo dia 4 de Julho, a Fundação Abreu Callado associa-se à comemoração o Dia do Vinho com a realização de provas de vinhos gratuitas (na sua Loja de Vinho em Benavila) e na compra de qualquer vinho engarrafado (excepto Bag-in-box). Todos os clientes beneficiarão do sistema promocional ”Leve 6 Pague 5” (Em caixas de 6 garrafas).
Tanto as “provas”, como os preços especiais praticados no Dia do Vinho serão válidos na Loja da Fundação, em Benavila, que estará em funcionamento das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às18h00 e estão abertas a todos os visitantes.

Comunicado dia do vinho10

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Estreia do “Colheita” e novo “Garrafeira”

ACB_new_46Um Colheita Tinto 2008, um Colheita Branco 2009 e um Garrafeira Tinto 2006 são as boas novas da gama Montes Claros que agora chegam ao mercado

A Adega Cooperativa de Borba acaba de ampliar e enriquecer a sua gama Montes Claros com a estreia de um novo produto denominado “Colheita” (branco e tinto), que passa a marcar a entrada na gama, reforçando em simultâneo o produto “Garrafeira”, agora com um novo tinto de 2006.

“A crescente importância da marca Montes Claros no canal horeca determinou esta opção de alargarmos a gama com um novo produto que complementasse o Reserva e o Garrafeira já existentes”, explica Manuel Rocha, novo CEO da Adega Cooperativa de Borba, salientando que, com o lançamento dos novos “Colheita” tinto e branco, “torna-se possível alargar, de forma considerável, a base de acesso à mais prestigiada gama de produtos da Adega”.

Para além do Montes Claros Garrafeira Tinto 2006, que surge como legítimo herdeiro do super-premiado Garrafeira 2005 (medalha de ouro no Concurso Mundial de Bruxelas 2009, entre outras distinções), a aposta do momento assenta nos novíssimos Montes Claros Colheita Tinto 2008 e Branco 2009, dois DOC Alentejo que recorrem às melhores parcelas das vinhas dos associados da Cooperativa, devidamente certificadas para a produção de Vinho DOC Alentejo – sub-região de Borba.

“Estamos perante dois vinhos dignos da marca Montes Claros, produzidos com uvas seleccionadas de qualidade e a pensar no gosto de um alargado número de consumidores”, sustenta Óscar Gato, enólogo da Adega Cooperativa de Borba, para quem a gama Montes Claros fica agora mais coerente e mais bem adaptada à procura do nosso mercado.

Montes Claros Colheita: o novo acesso à gama

O Montes Claros Colheita Tinto 2008 é um DOC Alentejo é um vinho que junta uvas das castas Aragonez, Castelão e Alfrocheiro que fermentaram a temperatura controlada de 25 a 28 graus, tendo estagiado, após a fermentação maloláctica, 12 meses em depósitos de inox e três meses em madeira de carvalho antes do engarrafamento, apresentando um teor alcoólico de 13,5%.

Com uma cor granada e um aroma a frutos vermelhos maduros e ligeira especiaria, este tinto apresenta na boca um sabor macio e equilibrado, taninos suaves, frutados e condimentados, revelando-se ideal para acompanhar peixes gordos assados, carnes vermelhas grelhadas e queijos de pasta mole.

O Montes Claros Colheita Branco 2009 resulta das castas Roupeiro, Tamarez e Antão Vaz, tendo as uvas sido objecto de uma maceração pelicular de 12 horas antes da fermentação em cubas de inox com temperatura controlada a 18 graus, com posterior estabilização por frio e filtração. Para defender o carácter frutado e a juventude do vinho, o engarrafamento foi realizado em pleno Inverno.

Este branco, com um teor alcoólico de 13,5%, apresenta uma acentuada limpidez e uma cor citrina de limão maduro, com um aroma intenso a sugerir frutos tropicais e frutos secos. Equilibrado na boca, revela uma evidente sensação de frescura, de juventude, um sabor frutado maduro e um palato persistente.

Estes novíssimos Colheita têm o preço recomendado de €3.50.

Garrafeira 2006: um digno topo de gama

Quanto ao Garrafeira 2006, sucessor legítimo dos estreante Garrafeira 2005,trata-se de um tinto elaborado a partir de uma selecção prévia de vinhas velhas instaladas em solos de xisto, com controlo rigoroso de produção por hectare e recorrendo às castas Trincadeira, Aragonez e Tinta Caiada. A fermentação maloláctica ocorreu em barricas de primeira utilização de carvalho francês, americano e castanho, seguindo-se um estágio de 12 meses nas mesmas barricas a anteceder um estágio final em cave de 30 meses em garrafa.

De cor granada profunda e aspecto límpido, este Garrafeira apresenta um teor alcoólico de 14% e uma boa intensidade aromática, destacando-se as notas de frutos vermelhos em compota, café, chocolate e especiarias. Com taninos silvestres, mas suaves e encorpados, este tinto DOC Alentejo oferece um final muito prolongado, elegante e persistente. Em suma: um digno topo de gama.

Cada uma das 6500 garrafas produzidas tem o preço recomendado de €12.50.

Sobre a Adega de Borba

Fundada em 1955, a Adega de Borba produz anualmente 1 milhão de caixas de 9 litros, sendo um dos dez maiores produtores nacionais do seu sector. Os seus vinhos provêm de 2.200 hectares de vinha situada numa das melhores sub-regiões vitícolas do Alentejo, Borba. Foi distinguida com o estatuto de PME Líder e Excelência em 2009, tendo sido também a primeira empresa do sector em Portugal a obter a certificação ISO 9001:2008 e ISO 22000:2005, com implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar. Entre aas suas Marcas, destacam-se o Adega de Borba DOC, um dos vinhos mais vendidos em Portugal no seu segmento, o icónico Adega de Borba “Rótulo de Cortiça” Reserva, uma Marca com mais de 45 anos que se impôs como uma das referências no Alentejo, o histórico Montes Claros, uma Marca que remonta a 1945 e uma das primeiras a distinguir-se pela sua qualidade singular em Portugal, o  Convento da Vila, que tem sido largamente reconhecido pela sua óptima relação preço/qualidade, e a recente gama de monovarietais sob a denominação de Senses.

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Para mais informações contactar por favor:
Lift Consulting:
Nelson Veiga /Suzana Pereira – 214 666 500
nelson.veiga@lift.com.pt / suzana.pereira@lift.com.pt

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Dia 2 de Julho pelas 19h, no Atelier Design 77′83, em Portalegre, vai ter lugar a apresentação do Livro “Desculpas para Cozinhar” da Fotógrafa e Designer Cristina Vaz.

O projecto “Desculpas para Cozinhar” começou por ser um projecto académico para a finalização do curso profissional de fotografia do IPF Porto, mas ao ser divulgado na internet e em todas as redes sociais do momento, em 3 meses,  acabou por ser um sucesso com mais de 1300 downloads grátis realizados e mais de 700 fãs no facebook.

Baseado num conceito original de disposição de ingredientes com suas respectivas fotografias, este livro faz com que a pessoa mais inexperiente entre na cozinha e consiga cozinhar. É a usabilidade deste livro que faz com que aumente essa acessibilidade.

Mas não se iludam porque este livro não é um livro de receitas, é um livro de fotografia. Também tem receitas fáceis, simples e rápidas de confeccionar, mas o seu objectivo é mostrar e divulgar o trabalho fotográfico da autora que, apesar de viver actualmente no Porto nasceu e viveu em Portalegre até aos 27 anos.

A autora não gosta de cozinhar, mas tem uma paixão: Fotografar comida!

Assim, estão todos convidados para passarem no Atelier Design 77′83, levarem um ou dois amigos, petiscarem uma ou duas receitas do livro, darem um ou dois dedos de conversa e passarem um óptimo fim de tarde e final da semana.

Para mais informações contactar:

77′83 Atelier de Design, Lda.Vera Barradas › 919 758 909
email: mail@7783design.com

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CENDREV Apresenta novo espectáculo

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Está em fase de conclusão uma nova produção do Cendrev que estreia no próximo dia 13 de Julho, às 22 horas, no Largo de S. Mamede, em pleno centro histórico da cidade de Évora. A companhia volta a apostar num espaço de ar livre com o objectivo de contribuir para a animação cultural das noites de verão da cidade e, simultaneamente, tocar franjas de público menos desperto para as actividades artísticas.

O espectáculo, pensado para este tipo de intervenção, é organizado a partir de textos de Ariano Suassuna, Januário de Oliveira (Mestre Ginu) e Gil Vicente.

“SE O MUNDO FOSSE BOM, O DONO MORAVA NELE” é o titulo deste novo espectáculo do Cendrev, titulo que, naturalmente, anuncia muito sobre a temática deste trabalho que se inspira no riquíssimo universo do teatro popular, recorrendo a diversas técnicas teatrais que se fundem com a trama musical que acompanha, ao vivo, todo o espectáculo.

Ariano Suassuna é uma referência incontornável da dramaturgia brasileira e afirma que a sua obra se baseia nos romances e histórias do nordeste. Quanto à forma e ao tratamento, há uma clara tendência para aproximar a sua obra dos autos de Gil Vicente e do teatro espanhol do sec.XVII. Também lhe encontramos algo em comum com a comédia dell’arte, tanto no desenvolvimento da acção como na concepção das personagens. Mestre Ginu foi um exemplo na arte de “brincar” com os bonecos (mamulengos), constituindo-se um desafio que nos transporta para o nosso próprio universo do teatro popular. A experiência desenvolvida na companhia em torno deste género de teatro não terá sido indiferente a este projecto teatral, onde a relação directa com o público e o lugar acontecem. Mestre Gil já foi referido e, como se trata de um espectáculo que também pretende falar do desconcerto do mundo, a sua presença era inevitável para explicar a marcha da sociedade que hoje, tal como ontem, privilegia o material e descura o espiritual.

O espectáculo ficará em cena de terça a sábado às 22 horas até dia 31 Julho e contará, para além do apoio do Ministério da Cultura, através da Direcção Geral das Artes, e da Câmara Municipal de Évora, com o apoio na divulgação da Junta de Freguesia de S. Mamede.

Informação disponibilizada pelo CENDREV

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cartaz DIA DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PORTALEGREx

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cartaz

“ECLIPS”, é uma banda composta por 8 elementos, a residir em Portalegre.
É um projecto que foi abraçado em Setembro de 2009 e tem como principal objectivo relembrar a grande banda de Pop-Rock mundialmente conhecida – PINK FLOYD – que durante praticamente três décadas marcou as gerações da altura sendo ainda relembrados nos dias de hoje com enorme satisfação. Perante isto, “ECLIPS”, lançou-se num grande desafio, relembrar os maiores êxitos de sempre como Shine On You Crazy Diamond, Wish You Were Here, Another Brick in The Wall, Comfortably Numb, Time, Money, Eclipse… entre outros.

Apresentam-se amanhã ao público, pelas 22horas nos Claustros do Convento de Santa Clara em Portalegre.

Em parceria com a organização a Revista Pormenores tem quatro bilhetes para oferecer.

Basta ser um dos primeiros a contactar-nos através do geral@pormenores.pt.

Não percam este espectáculo.

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O Museu de Évora, todas as quintas-feiras, entre 24 de Junho e 23 de Setembro, mantém-se aberto até às 22 horas, sempre com uma visita guiada ou uma conferência pelas 20 horas. Para animar as conversas, ao cair da noite, servimos um refresco no pátio do Museu. O programa segue em anexo e as inscrições, com um limite máximo de 30 participantes, podem ser feitas por telefone 266 702 604 ou através do e-mail mevora@imc-ip.pt.

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Mais informação em http://www.escritanapaisagem.net/

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Apresentação da Revista na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide

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Teatro da Terra

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GALARDÃO FOI ENTREGUE NA PASSADA SEXTA-FEIRA NA GRANDE GALA DO TURISMO NACIONAL REALIZADA EM VILAMOURA

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Concorrendo com destinos de peso como o Algarve e Lisboa e Vale do Tejo, as outras duas regiões nomeadas, o Alentejo arrecadou na passada sexta-feira, numa cerimónia realizada em Vilamoura, o prémio da Melhor Região de Turismo Nacional do ano de 2010.

A distinção que premeia um ano de excelência do turismo alentejano insere-se em mais uma edição dos prémios Publituris Portugal Travel Awards, considerados pela indústria turística nacional como os “Óscares do turismo em Portugal”.

O turismo do Alentejo sobressaiu na noite algarvia através de muitos dos seus protagonistas, incluindo diversos empresários, cabendo a António Ceia da Silva, líder do destino turístico distinguido, receber o prémio de Melhor Região de Turismo Nacional.

Os prémios Publituris Portugal Travel Awards incluem 15 categorias, entre as quais, precisamente, aquela que visa premiar a melhor região de turismo nacional, cabendo tal distinção pela primeira vez ao Alentejo.

Turismo do Alentejo, Entidade Regional de Turismo
Beja, 21 de Junho de 2010

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O Universia, a maior rede de universidades ibero-americanas, acaba de lançar a primeira edição do FotoUniversia, um concurso de fotografia que é dirigido a todos os estudantes e professores de instituições públicas e privadas. O vencedor da edição portuguesa receberá 1 iPod Touch e terá acesso à final internacional, cujo vencedor receberá 3.000€ e uma câmara profissional. 4 iPod Nano serão distribuídos pelos restantes finalistas portugueses.

O concurso, cuja 1ª fase decorre até Setembro em Portugal, está dividido em várias categorias através das quais os participantes podem dar a conhecer a sua forma de ver a vida em diferentes contextos, desde o convívio com os  amigos, viagens a destinos desconhecidos, até mesmo aos momentos mais importantes da sua vida universitária.

Os participantes podem concorrer com um número ilimitado de fotografias em todas as categorias que desejarem participar: a minha universidade, a minha cidade, os meus amigos, as minhas viagens e os meus lugares favoritos.

A dinâmica do FotoUniversia baseia-se em duas fases:

1. Em Portugal, desde o dia 1 de Junho até ao dia 1 de Setembro, onde é seleccionada apenas uma fotografia por categoria, perfazendo um total de cinco fotografias vencedoras.

Esta fase realiza-se localmente em cada um dos 23 países da rede Universia.

2. A nível internacional (1 de Novembro a 1 de Dezembro), irão reunir-se todos os vencedores do concurso de cada país para uma segunda votação, desta vez internacional.

Para conhecer as regras, registar-se e fazer o upload das suas fotografias foi criado o site http://foto.universia.pt que serve também para votar em ambas as fases do concurso, inclusive no vencedor final que receberá 3.000€ e uma câmara profissional, e nos quatro vencedores da menção honrosa cujo prémio é também uma câmara profissional.

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fotocmcv274058534b6c40c14ed3dEstaremos no próximo sábado, dia 19  pelas 17 horas, na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho em Castelo de Vide, para falar um pouco do nosso projecto Revista Pormenores e em especial da 6ª edição que se encontra nas bancas.

Será uma excelente oportunidade para trocar ideias com a equipa da Pormenores, conhecer melhor o projecto e os seus objectivos e para nos falar do “seu  Alentejo”.

Poderá também adquirir a 6ª edição da Revista Pormenores ou completar a sua colecção com números que já não estão nas bancas.

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blog da duvida

O Blog da Dúvida

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Fotografia_Loja do Cidadão_Campo Maior

A primeira Loja do Cidadão de segunda geração do distrito de Portalegre abre hoje na vila de Campo Maior hoje.

A Loja do Cidadão marca uma aproximação da comunidade local aos serviços do Governo Central. “Trata-se de um local que vai simplificar a vida a todos os campomaiorenses, onde os cidadãos podem resolver os problemas burocráticos com maior celeridade e brevidade”, aponta o Presidente da Câmara, Ricardo Pinheiro.

A infra-estrutura visa a modernização da prestação de vários serviços (públicos e privados), bem como a sua concentração num único espaço, evitando deslocações e maiores perdas de tempo.

A Loja do Cidadão situa-se num antigo edifício com história na vila (já albergou a Guarda Fiscal de Campo Maior). Por isso, optou-se por preservar a traça do local e trabalhar o recheio da casa, que foi totalmente recuperado para as novas funções.

Informação disponibilizada pela C.M.Campo Maior

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Santos Populares PortalegreSantos Populares
A Câmara Municipal de Portalegre, em parceria com a Associação Comercial de Portalegre e com o apoio da Turismo do Alentejo E.R.T. e da TRIURBIR (Triângulo Urbano Ibérico Raiano), promove e apoia, mais uma vez, os arraiais dos Santos Populares organizados pelas diferentes entidades do Concelho de Portalegre, que decorrem de 11 a 29 de Junho. A tradição está de volta à zona histórica e comercial da Cidade durante o mês de Junho, os Santos Populares festejam-se em Portalegre com ruas enfeitadas com manjericos, balões e bandeirolas, com altares, cascatas, mastros, rua engalanadas e as afamadas marchas populares. Há sardinha assada e bailaricos. Há flores de papel na lapela, há quermesses, a tradicional queima da boneca e muito divertimento. São cerca de 40 arraiais que prometem animar as noites da Cidade de Portalegre. Há semelhança de anos anteriores, decorrerá também o concurso de fotografia, Arraial Fotográfico 2010, para que fiquem registados os melhores momentos destas festas e um Concurso de Quadras Populares. Os regulamentos destes concursos encontram-se disponíveis no Posto de Turismo de Portalegre e em www.cm-portalegre.pt. Segundo Adelaide Teixeira, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Portalegre, “A Cidade de Portalegre sempre teve a tradição de festejar os Santos Populares e este ano apostámos, mais uma vez nestes festejos para dinamizar quer a zona histórica, quer a zona de comércio tradicional da nossa cidade. Ao longo do mês de Junho vai haver animação e divertimento também nas restantes freguesias rurais com a actuação de grupos musicais e várias sardinhadas organizadas por diversas colectividades, associações culturais e por restaurantes da cidade. Temos a certeza que se vai repetir o sucesso de anos anteriores ”

SANTOS POPULARES EM PORTALEGRE

2010

Santo António – dia 13 de Junho

São João  – dia 24 de Junho

São Pedro – dia 29 de Junho

Actividades

Altares, fogueiras, cascatas, queima da boneca, quermesses, bailes populares, marchas populares, ruas engalanadas, decoração da Rua do Comércio, sardinhada e muita animação.

ARRAIAL DE SANTO ANTÓNIO

11 de Junho

Bairro do Atalaião

Baile com o Duo Fernando Alves

Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão

Largo de S. Francisco.

Baile com o Organista Nuno José

Organização: CerciPortalegre

Átrio da Igreja de Santo António dos Assentos

Baile com o Organista Vítor Realinho

Organização: Paróquia da Sé

12 de Junho

Rua do Comércio

15h00 – Actuação do Grupo “Adufeiras de Monsanto”

Largo Frederico Laranjo

Actuação da Brigada OCAL (Música Popular) e sardinhadas servidas pelo Restaurante S. Mamede e Café Central

Organização: Comissão de Rua

Largo José  Duro

Baile com o organista Jacinto Peixeiro e sardinhada servida pelo Restaurante Escondidinho

Organização: Comissão de Rua

Largo da Misericórdia

Baile com o DJ Nuno Crespo

Sardinhadas servidas pelo Restaurante O Cavalinho e pelo Café Vitória

Internato de Santo António

Baile com o Trio João, Pedro e Andreia

Organização: Internato de Santo António e Junta de Freguesia da Sé

Largo de S. Francisco

Baile com o Duo Fernando Alves

Organização: CerciPortalegre

Átrio da Igreja de Santo António dos Assentos

Desfile da Marcha de Vila Nova

Baile com o Organista João Cortes

Organização: Paróquia da Sé

Rua Heliodoro Salgado

Organização: Casa Mano a Mano de José  Manuel Estorninho

Largo do Rossio das Carreiras

Baile com o Duo Paulo Salgueiro e demonstração de sevilhanas pela Escola Silvina Candeias

Organização: Junta de Freguesia

Largo da Igreja de S. Julião

Baile com o Organista Nuno José

Organização: Centro Cultural Desportivo e Recreativo de S. Julião

13 de Junho

Átrio da Igreja de Santo António dos Assentos

Arraial de Santo António

21h30 – Actuação do Coro Infantil dos Assentos

Baile com Tiago Afonso

Organização: Paróquia da Sé

Rua Heliodoro Salgado

Organização: Casa Mano a Mano de José  Manuel Estorninho

ARRAIAL DE S. JOÃO

17 de Junho

Recinto de Entrada do Lar de S. Domingos – Fortios

Baile com o Duo Pedro e Pedro

Actuação do Rancho Folclórico Infantil dos Fortios

Organização: Associação dos Amigos da Terceira Idade dos Fortios

18 de Junho

Bairro do Atalaião

Baile com o organista Nuno José  e desfile das Marchas de Lisboa

Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão

19 de Junho

Largo Jaime Belém

Organização: Centro Popular dos Trabalhadores dos Assentos

Largo da Casa do Povo

Organização: Associação de Jovens do Reguengo

Largo da Misericórdia

Actuação do Grupo Folclórico e Cultural da Boavista

Complexo Desportivo da Urra

Sardinhada e Demonstração de Sevilhanas pela Escola Silvina Candeias

Organização: Junta de Freguesia da Urra

23 de Junho

22h00 – Desfile da marcha popular da Vila Nova com a colaboração do Grupo de Cantares O Semeador

Trajecto: Café  Alentejano – rua do comércio – Largo da Misericórdia – Largo Frederico Laranjo – rua 5 de Outubro – Largo José Duro – Largo José Lourinho – Rossio

Rua Heliodoro Salgado

Organização: Casa Mano a Mano de José  Manuel Estorninho

Largo Frederico Laranjo

Baile com João Gomes e sardinhadas servidas pelo Restaurante S. Mamede e Café Central

Organização: Comissão de Rua

Largo José  Duro

Baile com o organista Vítor Realinho e sardinhada servida pelo Restaurante Escondidinho

Organização: Comissão de Rua

Largo da Misericórdia

Baile com João Cortes

Sardinhada servida pelo Restaurante O Cavalinho e pelo Café Vitória

24 de Junho

Bairro do Atalaião

Baile com o organista Nuno José

Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão

Santa Casa da Misericórdia – Av. da Liberdade

Baile com o Duo Fernando Alves

Organização: Santa Casa da Misericórdia

25 de Junho

Largo de S. Francisco

Baile com João Cortes

Organização: CerciPortalegre

26 de Junho

Bairro do Atalaião

Baile com o Duo FM e desfile das Marchas de Lisboa

Organização: Centro Popular de Trabalhadores de S. Cristóvão

Largo Jaime Belém

Baile com João Cortes

Organização: Centro Popular dos Trabalhadores dos Assentos

Largo da Casa do Povo

Sardinhada e Marchas Populares pelo Grupo de Ginástica Sénior

Organização: Centro de Bem – Estar do Reguengo

Largo do Monte Carvalho

Sardinhada e Baile

Organização: Comissão de Festas da Ribeira de Nisa

ARRAIAL DE S. PEDRO

28 de Junho

Rua Heliodoro Salgado

Organização: Casa Mano a Mano

Largo Frederico Laranjo

Baile com Fernando Alves e sardinhadas servidas pelo Restaurante S. Mamede e Café Central

Organização: Comissão de Rua

Largo José  Duro

Baile com o organista João Carlos e sardinhada servida pelo Restaurante Escondidinho

Organização: Comissão de Rua

Largo da Misericórdia

Baile com João Cortes

Sardinhadas servidas pelo Restaurante O Cavalinho e pelo Café Vitória

29 de Junho

Largo Frederico Laranjo

21h30 – Actuação dos Grupos “Sons do Campo” e “Nave Longa”

Largo do Rossio da Alagoa

Actuação do Grupo de Cantares Canto d’Alagoa

Organização: Associação Desportiva da Alagoa e Grupo de Cantares Canto d’Alagoa

Informação disponibilizada pela C.M.Portalegre

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Mas a cidade não contém o seu passado, ela conta-o como as linhas da mão, escrito nos ângulos das ruas, nas grades das janelas, nos corrimões das escadas, cada segmento riscado por arranhões, entalhes, esfoladuras

Italo Calvino, “As Cidades Invisíveis”

Há sinais de abandono evidentes, cafés e lojas sem vida, fachadas a apodrecer, o peso da inércia e da descrença pesando sobre o casario do velho coração da cidade. Os dias invernosos, a chuva, a humidade entranhada acentuam o ar lúgubre da vetusta Rua do Comércio, outrora artéria central da urbe, agora ameaçada por um fenómeno de esclerose mais vasto que vai debilitando toda uma região.

Somos do interior de um território, de um tempo, de um país que jamais se soube organizar como corpo coerente, nem mesmo em tempos de abundância quando à metrópole aportavam o oiro e a pimenta. Confiado na sua dimensão ultramarina e nos proventos das colónias, o Estado descurou qualquer ambição de desenvolvimento do país, ao mesmo tempo que crescia desproporcionadamente. A explicação oportuna pertence a Rui Ramos, coordenador da novíssima “História de Portugal”. De acordo com o mesmo, “isso criou um poder político centrado em Lisboa, transformada quase em cidade-estado onde tudo se passava, à margem de um interior rural e pobre com que ninguém se preocupava”.

E aqui, nesta cidade encastrada no suave declinar da serra, porto de alegria por inventar, o peso da interioridade assume contornos particulares, de saturação, de enervamento, de falhanço colectivo, gerando uma atmosfera peculiar, com a sua nota de encanto funesto. Trocam-se sorrisos pouco claros, adia-se qualquer gesto de partilha calorosa, foge-se para Espanha, para Castelo Branco, para Lisboa, de modo a escapar à pequena representação, à farsa sem sentido dos dias convencionados e das rotinas replicadas sem alma.

Busca-se o pulsar forte de uma urbe, o gozo descomprometido, as luzes e o estrépito dos centros comerciais, e volta-se com o pequeno remorso de uma traição inconsequente, de um devaneio carecido de ousadia. O quotidiano retomado é apenas vagamente doloroso, repleto de rumores inconsequentes, de conversas banais sobre a actualidade mediática, que são o prenúncio de uma resistência já quebrada, de um retorno tolerante aos lugares de todos os dias.

Assim se vai escrevendo uma história de resignação, de desenvolvimento adiado, amordaçadas as almas por esta ambiência soturna de uma cidade que parece cada vez mais falhar a sua vocação como capital de um distrito, onde outros vão assumindo maior protagonismo.

A cidade sobrevive dificilmente, presa às memórias de um tempo onde a azáfama das fábricas, do pequeno comércio, dos serviços desenhavam um cenário tranquilizador, no qual não faltava, ainda, o bulício dos cafés como O Facha, O Central, O Alentejano e O Tarro (os mais velhos evocarão, porventura, O Plátano, O Alpendre, a inolvidável tasca do Marchão). Perderam-se traços identitários fortes, o Cinema no Crisfal é mera recordação, o Jardim da Corredoura foi impiedosamente trucidado, o Clube de Ténis, a Quinta da Saúde, o Colégio de Santo António jazem num limbo de esquecimento, entre muitos outros espaços que subsistem maltratados e desprezados.

Esta incapacidade para manter vivos e estimar símbolos basilares no plano da vivência colectiva, tem-se revelado como um dos factores mais desgostantes e desmobilizadores para muitos dos que vão teimando em ficar, presos ao apego de uma matriz indiscernível, de um perfume difuso de casas antiquíssimas. Para estes, restará sempre o pulsar nostálgico dos lugares, o alento de memórias percutidas desde o fundo de uma cidade que se debate entre a realidade e a lenda, como uma dessas “cidades invisíveis” descritas por Italo Calvino com minúcia poética.

Dou por mim a caminhar pelas mesmas ruas de sempre, na peugada de alguma coisa perdida ou por acontecer, fiel a uma cidade que é a minha, pelo que dela sei tanto quanto pelo que dela desconheço. Trata-se de uma busca circular, infecunda, pois no fundo os lugares, tanto quanto as pessoas, existem apenas enquanto passado reificado ou futuro em esboço, e o presente é essa ordem adiada a debater-se entre as realidades fantasmáticas da memória e do desejo.

Contra a evidente estratégia de asfixia imposta pelo poder central (veja-se, por exemplo, como o orçamento de estado do presente ano nos reduz à quase insignificância), contra a ineficácia das estratégias locais e os atavismos que nos afundam numa magoada melancolia, Portalegre persiste e vai fitando, recalcitrante, o futuro.

Há novos espaços de cultura, de encontro e de convívio, mas a continuada sangria populacional documentada pelas estatísticas gera inquietação. Há novos agentes de desenvolvimento e novas plataformas de intervenção, mas o centro histórico está a morrer aos poucos e o pequeno comércio é, cada vez mais, uma realidade acossada. Paira alguma incompreensão, quanto a opções que dificultam uma afirmação de valores culturais e históricos próprios. Falta, na mesma medida, um pensamento orientador que ataque as razões de isolamento e permita uma maior visibilidade e atractividade no contexto regional e transfronteiriço em que nos inserimos.

Socorro-me dos versos de Cesariny: “Faz falta por aqui uma grande razão”, uma razão que não seja a soma de pequenos interesses instalados, de egoísmos ressabiados, mas um impulso participado para romper a abulia e o medo de existir que, também por aqui, nos vai tolhendo a vontade.

Esta é, em todo o caso, uma terra para habitar sem fatalismos, na expectativa crua de que é feita a vida em qualquer lugar, tão semelhante afinal é o destino que nos empurra e nos molda. Num arrepio de horas irreais, contemplo-a vezes sem conta em busca de uma cintilação, de um contorno, de uma linha pulsante, e medito as múltiplas ramificações a que dá lugar na imaginação de todos os que a habitaram ou habitam. Tal como um poema é composto de palavras, uma cidade é composta de homens, homens que sonham diferentes cidades dentro da cidade.

Portalegre revelada por uma teoria poética de fractais, um segredo guardado demasiado tempo, um saber rarefeito, isto ou o silêncio acumulado dos muros, o escudo de cal defensiva, memórias presas num dúbio limiar de autenticidade.

Carlos Baptista
Colaborador da Revista Pormenores

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A crítica que se segue não é generalizada, mas está perigosamente perto da maioria, indo esta tomada de posição no sentido de evitar o definitivo avanço de práticas erradas, que, pela sua repetição, começam a ser apropriadas como correctas.

Reconhecendo as limitações que nos são impostas por uma região como a nossa, sejam elas económicas, sociais ou imaginárias, confesso-me incomodado por uma em particular, a dificuldade no acesso à informação.

Podendo isto partir de algum defeito ou egoísmo profissional, e que poderá não ser partilhado por toda a classe a trabalhar no Alentejo, não falo da informação recolhida junto do cidadão alentejano comum, esse que tantas vezes é acusado de estar demasiado estático face a esta modernidade em constante mutação.

Falo das principais fontes de informação existentes numa região como o Alentejo, entidades e instituições com dimensão para o ser, muitas delas ligadas de uma forma ou de outra ao Estado central. Volto a dizer, a crítica não é generalizada.

Mantidas em circuito fechado, parecem manter uma desconfiança vigilante face a tudo o que está rotulado como “imprensa”, acreditando ingenuamente, ou não tão ingenuamente quanto isso, que mantêm o canal aberto através dos seus gabinetes de comunicação e dos seus incontáveis press release.

Sem querer menosprezar a importância deste esforço em “informar” ou dos profissionais envolvidos, ele não encerra a responsabilidade – e obrigação – em dar acesso a aspectos que extrapolem aquilo que mais lhes convém difundir.

Esta abordagem comunicacional, e não informativa, cresce consoante a dimensão da fonte, deixando-se muitas vezes perder numa superficialidade que contamina inevitavelmente os meios de informação jornalísticos, principalmente os regionais.

Com a falta crescente de “notícia”, aliada a um estatuto de parente pobre de uma classe também ela centralizada – muito por culpa própria, diga-se -, este “fechar de torneira” por parte das instituições corrompe seriamente a génese jornalística que ajudou a fundar muitos destes jornais e rádios, empurrando-os cada vez mais para uma latente plasticidade e retirando-lhe credibilidade junto dos leitores.

Mesmo quando existe um esforço real em trabalhar de forma aprofundada temas da região, por meios da região, vêem à tona as agendas eternamente preenchidas, doenças súbitas ou férias intermináveis, esquivando-se desta forma a prestar declarações que, ao que parece, na sua opinião, ou são inconsequentes ou potencialmente comprometedoras.

Talvez se fosse um jornal de Lisboa… Pena é que poucos vão sendo os leitores alentejanos que os vão lendo. Eles, os maiores interessados.

Alcides Parreira
Director da Revista Pormenores
alcidesparreira@pormenores.pt

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Circuito circular de 12 km aproximadamente

Partida – Igreja dos Galegos
8 horas (hora portuguesa) – Migas do Contrabandista com café da chocolateira
8.15 – Inscrições de última hora
9.00 – Início do Percurso Internacional do Contrabando do Café
13.00 – Chegada à Igreja dos Galegos
Almoço convívio (pré inscrição e pré pagamento)

Inscrições (entre as 9 e as 16horas)
245909138
963 168 087
email: antonio.garraio@cm-marvao.pt

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Dal Polo all’Equatore_1_Yervant Gianikian e Angela Ricci Lucchi

Programa da décima edição do Doc´s Kingdom
Dedicado à Imagem-Arquivo o seminário terá a presença e filmes de Hartmut Bitomsky, Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi, Edgardo Cozarinsky e Susana de Sousa Dias

Uma primeira apresentação do último filme que o realizador argentino Edgardo Cozarinsky ainda está a produzir, bem como quatro filmes de Hartmut Bitomsky, director da Academia de Cinema e Televisão de Berlim desde 2006, ou Frammenti Elettrici N. 6 – Diario 1989. Dancing In The Dark, o último filme da dupla de cineastas italiana Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi são apenas alguns dos filmes que os participantes da décima edição do Doc´s Kingdom poderão ver e discutir com os realizadores.

De 16 a 20 de Junho, e tendo como mote A Imagem-Arquivo, Serpa volta a receber o seminário que é já uma referência no mundo do documentário. Nesta edição estarão presentes os realizadores Hartmut Bitomsky (Alemanha), Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi (Itália), Edgardo Cozarinsky (Argentina) e Susana de Sousa Dias (Portugal) e serão exibidos catorze filmes destes realizadores.

A programação dia-a-dia segue abaixo e um Dossier de Imprensa com toda a informação sobre o Doc´s Kingdom 2010 (incluindo sinopses dos filmes)  em anexo.

Fotografias para download aqui http://www.sendspace.com/file/168vp4

PROGRAMAÇÃO DOC´S KINGDOM 2010

16 Junho – QUARTA-FEIRA

21h00 – Sessão de abertura
Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi

Dal Polo All’ Equatore
,1986, 101’ /Do Pólo ao Equador

17 Junho – QUINTA-FEIRA
10h00 – Hartmut Bitomsky

Deutschlandbilder
, 1983, 60’/ Imagens da Alemanha

+
Edgardo Cozarinsky

La guerre d’un seul homme
, 1982, 105’/A Guerra de um Só Homem


15h00 – Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi

Io Ricordo
, 1997, 11’/Eu Recordo
Uomini, anni, vita
, 1990, 70’/Homens, anos, vida

16h50 – Susana de Sousa Dias
48,
2009, 93’

19h00 – Debate

18 Junho – SEXTA-FEIRA
10h00
Yervant Gianikian & Angela Ricci-Lucchi
Nocturne
,1997, 18’/ Nocturno
Frammenti Elettrici N. 6 – Diario 1989. Dancing In The Dark
, 2009, 60’
Ghiro Ghiro Tondo
, 2007, 62’

14h30 – Hartmut Bitomsky
Staub
, 2007, 90’

16h30 – Debate

19 Junho – SÁBADO
10h00 – Edgardo Cozarinsky

Boulevards du Crépuscule
, 1992, 65’
Trabalho em curso / work in progress, 60’

12h30 – Debate

15h00 – Hartmut Bitomsky
Das Kino und der Tod
, 1988, 46’/O Cinema e a Morte
Das Kino und der Wind und die Photographie
, 1991, 56’/O Cinema, o Vento e a Fotografia

17h20 – Debate

19h00 – Debate final

20 Junho – DOMINGO
10h30 –
O Cinema, Cem Anos de Juventude
Programa de iniciação ao cinema, apresentado pela Associação Os Filhos de Lumière. Inclui a exibição de filmes realizados no ano corrente por alunos da Escola Secundária de Serpa.

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O Inverno foi longo, frio e chuvoso. Pareceu-nos uma verdadeira eternidade.

Uns disseram que nunca tinham visto nada assim, outros afirmaram que foi um Inverno à antiga. Apresentam-se estatísticas, que dizem que este foi o Inverno mais chuvoso de sempre, e outros apontam estas súbitas mudanças como a face mais visível das alterações climáticas.

Da nossa parte, sabemos que as barragens se encheram e que os campos estão verdejantes como nunca. A Primavera sorri para nós com um esplendor inesperado. Valeu a pena, no final de contas, ter vivido dias tão cinzentos.

Parece que funciona assim, na natureza, como na vida. Devemos passar por ciclos cinzentos para que possamos compreender em pleno a dádiva das pequenas alegrias.

A Pormenores completa nesta edição um ano de vida. Com menos edições do que esperávamos, com um intervalo na publicação que não estava programado e com muitos dias cinzentos pelo meio.

Mas, por estes lados, o sol começa a brilhar timidamente, e as pequenas vitórias desta equipa fazem tudo valer a pena.

Há mesmo muito tempo que não se via bom tempo.

Parabéns à Pormenores. Aos colaboradores, aos assinantes, aos leitores, aos parceiros, aos curiosos que nos descobrem em todas as edições por esse país fora.

E parabéns a esta equipa. Que se deixou vencer em algumas “batalhas”, mas que não desistiu da “guerra” que considera essencial. Contribuir para a melhoria de qualidade da imprensa no Alentejo e para o desenvolvimento desta região.

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A 6ª edição da Pormenores está recheada, como já é habitual, de histórias deste nosso Alentejo. Difícil é escolher entre tantos temas interessantes e tantas “estórias” que nos entram pela redacção. Ainda mais, quando tantas pessoas de boa vontade se propõem ajudar nas mais variadas áreas. Desde a fotografia à ilustração, passando pela reportagem, é uma pena não termos espaço para publicar todas as propostas de colaboração que nos chegam. Há tanto talento na nossa região.

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No decorrer dos últimos meses, a Pormenores “instalou-se” confortavelmente na Internet.

O advento da tecnologia assim o dita e a Pormenores, para além do indispensável site – www.pormenores.pt-  e do já rotineiro Blog  - www.blog.pormenores.pt-  está assiduamente no facebook e no twitter. Porque todos os dias há pormenores para divulgar e coisas a acontecer e, principalmente, porque precisamos de ouvir o nosso leitor. A Pormenores é também feita por si.

Visite-nos online, troque ideias com a redacção, conte-nos sobre o “seu Alentejo”.

Ângela Mendes
angelamendes@pormenores.pt

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